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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Cientistas utilizam variação de maconha que não altera os sentidos

Uma variação da maconha chamada Avidekel, desenvolvida por cientistas israelenses, tem pouca concentração de entorpecentes e é rica em substâncias analgésicas



(Crédito: Shutterstock.com)
(Crédito: Shutterstock.com)
A Avidekel tem 15,8% de canabidiole e menos de 1% de compostos entorpecentes
Cientistas israelenses desenvolvem, no norte do país, mudas do que seriam as maconhas "politicamente corretas". São plantas ricas em substâncias analgésicas e com pouca concentração de entorpecentes, que existem apenas para uso medicinal. A nova maconha foi batizada como Avidekel.
A empresa responsável pela nova "droga" se chama Tikun Olam e o chefe de desenvolvimento da companhia afirma que essa é uma boa saída para os muitos que não procuram pelo efeito da droga, e, sim, pelas propriedades analgésicas que ela confere.

A maconha tem cerca de 60 compostos chamados canabinoides. O mais conhecido deles é o THC, um dos causadoras das sensações entorpecentes da maconha, a chamada "brisa". Já o canabidiolou CDB, outra substância canabinoide, pode aliviar dores sem entorpecer.

A planta desenvolvida pela Tikun Olam é rica em CDB e, praticamente, livre do THC. A Avidekel tem 15,8% de canabidiole e menos de 1% de compostos entorpecentes.

Uma paciente de 35 anos que usa a planta em seu tratamento aprova a Avidekel. Segundo ela, a nova maconha trouxe vantagens à sua vida, porque ela fuma para, durante o dia, ter menos dor e estar concentrada para o resto das atividades.

Para pacientes que trabalham durante o dia e têm muitas atividades, a Avidekel é uma boa saída. Pois eles podem fumar antes de começarem seus afazeres, não sentirem a dor à qual estavam acostumados e realizar suas tarefas normalmente, sem estarem "altos" devido às propriedades entorpecedoras da outra maconha.



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