Crédito: Wikipédia
Os documentos também revelam um outro aspecto pouco elegante da vida de Hitler: ele sofria de flatulência incontrolável
Adolf Hitler padecia de flatulências incontroláveis, usava cocaína para aliviar a sinusite, ingeria 28 drogas diferentes de uma só vez e se aplicava injeções de sêmem de touro para elevar seu libido. Tudo isso de acordo com os registros médicos do ditador leiloados recentemente em Connecticut, Estados Unidos.
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O documento leiloado consiste em um histórico clínico de 47 páginas recompilado pelos seus 6 médicos particulares, cada um deles especializado em áreas diferentes de tratamento. Além disso, as forças americanas têm acesso a um informe de mais 178 páginas com data de 12 de junho de 1945 escritos pelo médico Erwin Giesing, 10 radiografias do crânio do ditador e resultados de outros exames pelos quais o alemão passou.
Os médicos particulares de Hitler facilitaram as informações ao exército dos Estados Unidos e, embora não haja nenhum documento oficial sobre o vício do ditador pela cocaína, Giesing escreveu que o ditador a inalava para "limpar" e "suavizar" sua garganta. Uma vez que o Führer começou a se tornar dependente da droga, os médicos se viram obrigados a reduzir as doses, escreveu Giesing.
Os documentos também revelam outro aspecto pouco elegante da vida de Hitler: ele sofria de flatulência incontrolável. Ou seja, Hitler não tinha controle dos gases estomacais, que soltava em demasia. Em uma tentativa de aliviar essa situação, o ditador ingeria regularmente 28 drogas diferentes, incluindo pílulas "antigases", o que lhe causava dores fortes no fígado e estômago.
Além disso, o alemão recebia injeções de extratos de vesículas de sêmem, testículos e próstata de touros jovens, segundo Theodore Morrell, outro de seus médicos particulares. De acordo com o mesmo, embora não sentisse muito desejo sexual, ele mantinha, sim, relações com Eva Braun, mesmo dormindo em camas separadas.
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