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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quatro vilões que sabotam o desempenho do seu time


As pessoas podem fazer muito com aquilo que têm e outras, apesar de fazerem o melhor que podem, não entregam o suficiente para atingirem os resultados esperados pela empresa. Entenda os motivos


Durante todos esses anos desenvolvendo pessoas, uma lição se fez cada vez mais presente: elas sempre fazem o melhor que podem com aquilo que têm! Ao ler esta frase é provável que você, líder, tenha um desejo incontrolável de questionar: "isso não é verdade! Eu tenho pessoas na minha equipe que podem realizar muito mais, possuem todos os recursos, mas simplesmente não realizam...". A indignação é válida, mas analise a frase com a perspectiva correta:
"As pessoas sempre fazer o melhor que podem...". O verbo "poder" está relacionado a competência/preparo, mas também a permissão interna para entrar em ação, ou seja, suas crenças - aquilo que eu acredito sobre o meu trabalho ou sobre a minha capacidade de realizar determinada tarefa. Se uma pessoa acreditar que uma tarefa não é importante ou considerá-la chata, repetitiva, pouco estimulante e até mesmo, acreditar que não possui competência, naturalmente, não terá a permissão necessária para executá-la com maestria.
"... com aquilo que têm!". O verbo "ter", nesse caso, não está relacionado apenas a recursos materiais. É importante compreender que as pessoas precisam de recursos internos para empenharem todo o seu potencial. Estamos falando do real motivo que move as pessoas em busca dos seus objetivos, que muitos conhecem como motivação.

De forma simples, o que eu quero afirmar com esta frase é que as pessoas podem fazer muito com aquilo que têm e outras, apesar de fazerem o melhor que podem, não entregam o suficiente para atingirem os resultados esperados pela empresa. E mais importante do que compreender essa frase, é identificar o que sabota as pessoas, fazendo com que elas não se permitam e/ou não encontrem os recursos internos para verdadeiramente se engajarem com as suas responsabilidades.

Portanto, reflita: o que sabota o seu time? Conheça os principais vilões de desempenho dos profissionais:
1. Estar no lugar errado: nada pior do que fazer diariamente algo que não tem a ver com a nossas aptidões, desejos e objetivos de vida. Uma pessoa sente-se realizada profissionalmente quando consegue colocar em prática o melhor das suas competências, ou seja, os seus pontos fortes e é reconhecida por isso, seja de forma racional ou emocional;
2. Não participar das estratégias: as pessoas precisam sentir que fazem parte das decisões da empresa e que suas opiniões e críticas são ouvidas e levadas a sério. As pessoas não se envolverão com a execução, se não forem envolvidas na construção;
3. Falta de perspectiva de carreira: se não há clareza sobre as possibilidades de crescimento profissional, o engajamento é prejudicado, pois as pessoas precisam sentir que estão evoluindo constantemente para que valha a pena dedicar-se ao máximo e permanecer engajada na empresa;
4. Falta de propósito pessoal: uma pessoa nunca se comprometerá com nenhuma empresa se não for comprometida com ela mesma, se não tiver uma visão clara de futuro, um objetivo a ser alcançado.
Portanto, o líder que realmente desejar o engajamento do seu time, precisará proporcionar às pessoas a chance de crescimento e reconhecimento profissional. Além disso, deve ampliar a percepção daqueles que não foram instigados a pensarem no seu próprio futuro, ajudando-os a construir um real motivo para que valha a pena colocar todo o seu potencial em jogo.
Descubra e elimine os principais sabotadores da sua equipe, e construa com isso grandes resultados.
Alexandre Prates é especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional. É também Master Coach, palestrante e autor do livro "A Reinvenção do Profissional - Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro" e da metodologia de coaching "Inteligência Potencial". www.institutoca.com.br 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Trabalho em equipe é valorizado por mulheres empreendedoras


Estudo da EESC revela que profissionais do sexo feminino preferem a execução de planos e o desenvolvimento de novas ideias

Um recente estudo de mestrado realizado pela administradora Cintia Salomão na EESC-USP (Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo) revelou que as mulheres empreendedoras tendem a valorizar mais o trabalho em equipe.
De acordo com o levantamento, que consultou profissionais de pequenas empresas do setor de comércio de São Carlos (interior de São Paulo), ao tentar identificar os estilos de aprendizagem de tais mulheres, os perfis mais encontrados foram o "acomodador" e o "divergente", com 39,7% cada. "Ambos os estilos se caracterizam por uma preferência pelo trabalho em equipe", revela Cintia.
Segundo a pesquisadora, as mulheres pertencentes ao estilo 'acomodador' têm preferência pela execução de planos e pelo desenvolvimento de novas experiências. Já as demais, que se enquadram na categoria 'divergente', costumam ter como ponto forte a percepção dos valores e do significado do aprendizado, focando geralmente em novas ideias.