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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Prepare-se para a glória

300

Lições de estratégia, liderança e bravura do filme 300 para os negócios

Esparta, Grécia, em algum dia por volta do ano 480 a.C.. O lendário Rei Leônidas está entretido ensinando técnicas de batalha para o seu filho Plistarco. Ao terminar a sessão de treinamento, Leônidas recomenda ao garoto: "A verdadeira força de um espartano é o guerreiro ao seu lado. Respeite-o e honre-o, e será retribuído."

O filme é 300, que se baseia na clássica graphic novel de Frank Miller que, por sua vez, baseia-se na história da Batalha das Termópilas, um dos muitos confrontos das Guerras Médicas, como ficou conhecido o longo período de confrontos bélicos entre os gregos e os persas. Nessa emblemática batalha, Leônidas liderou um pequeno grupo de soldados espartanos (os 300 do título) contra o exército de Xerxes, o "deus-rei" persa, estimado em mais de 300 mil homens.
Tanto a história original quanto a romanceada nos quadrinhos e no filme nos remetem a importantes lições de estratégia, liderança e bravura. Visto com olhos de administrador, 300 revela-se uma obra-prima de gestão, conduzindo o espectador através de um verdadeiro case de storytelling que revela preciosos links entre teoria e prática.
Espartanos nunca recuam. 
Espartanos nunca se rendem.
Os valores de respeito, honra e coragem são talhados no espírito dos espartanos desde a mais tenra idade. Ao chegar à fase adulta, toda essa carga de princípios passa a nortear a conduta dos espartanos ao longo da vida. "Não existe brandura em Esparta", diz o narrador do filme. "Não há tolerância para a fraqueza. Apenas os implacáveis e fortes podem denominar-se espartanos. Apenas os implacáveis e fortes".
Ao receber um mensageiro persa que vem "solicitar" a submissão de Esparta ao rei Xerxes, Leônidas repousa seu olhar pensativo sobre os cidadãos à sua volta. Homens, mulheres, crianças, idosos. Eles lhe devolvem o olhar, mas com aflição, esperando a decisão de seu líder. São apenas alguns segundos de reflexão para vir à tona os ideais espartanos de liberdade, justiça e esperança. Espartanos nunca recuam. Espartanos nunca se rendem. "This is Spartaaa!", brada Leônidas, empurrando o mensageiro para a morte em um imenso fosso. Um ato de guerra. A batalha é iminente.
Impedido pelas leis espartanas de reunir um exército para combater as forças de Xerxes, Leônidas reúne 300 de seus melhores guerreiros e marcha para as Termópilas (do grego "portas quentes"), um estreito desfiladeiro pelo qual o exército persa teria que, obrigatoriamente, passar para chegar a Esparta. A ideia era fazer uso da própria geografia da região para conter o avanço dos persas. Ao utilizar a topografia do ambiente como recurso estratégico, os gregos conseguiram diminuir sua fraqueza numérica, impelindo fortes perdas ao exército inimigo durante longos dias de batalha.
No mundo contemporâneo, existe um foco exacerbado em nós mesmos: eu preciso me preparar, eu preciso conquistar meus objetivos, eu preciso vencer os concorrentes. Eu, eu, eu... 300 ensina que, sim, é fundamental esse preparo individual - algo que, na Grécia Antiga, começava, inclusive, nos primeiros anos de vida. Entretanto, é o trabalho em grupo e o foco no conjunto que revelam a grande força dos espartanos. Um todo muito maior que a soma das partes.
Logicamente, a coesão do grupo seria impossível sem a figura de seu líder. Apesar de ser o rei - posição que, naturalmente, já confere poder e comando sobre os demais, Leônidas é a personificação dos valores e ideais espartanos (ou da "organização", seguindo o nosso paralelo). Sua conduta é o espelho onde todos buscam se enxergar. Ao mesmo tempo em que é grande, Leônidas é humilde. Importa-se sinceramente com todos de seu grupo e reconhece a importância, o talento e a bravura de cada um. Leônidas desperta respeito, admiração e inspira seus guerreiros a darem o melhor de si. Um dos espartanos, momentos antes de sua morte no campo de batalha, olha para Leônidas e diz: "é uma honra morrer ao seu lado". E ele lhe responde: "foi uma honra ter vivido ao seu".
Xerxes, por sua vez, é uma espécie de CEO inatingível de uma imensa multinacional. Para descer do seu trono, utiliza a cabeça de seus escravos como degraus. Um a um eles se curvam para que o seu sagrado rei possa ter onde pisar com segurança até chegar ao chão. Autodenomina-se "deus-rei". Autoritário e tirano, ordena decepar as cabeças de seus generais se estiver descontente com os resultados. Inspira medo e temor, nada além disso. "Você tem muitos escravos, Xerxes, mas poucos guerreiros", disse-lhe Leônidas. "Não demorará muito para que temam mais minhas lanças que seus chicotes", completou o espartano.
Após vários dias de batalhas, os 300 de Esparta finalmente sucumbiram. O que parece ter sido uma massacrante derrota foi, na verdade, uma grande vitória dos gregos. Os espartanos infligiram grandes perdas aos persas e atrasaram a sua marcha de conquista da Grécia, o que permitiu a reorganização do exército grego e a sua posterior vitória. "O mundo saberá que homens livres enfrentaram um tirano. Que uns poucos enfrentaram muitos e, antes dessa batalha terminar, que até um deus-rei pode sangrar", profetizou Leônidas. E assim foi.
Leônidas e seus 300 guerreiros ensinaram ao mundo que com inteligência estratégica e um pequeno grupo de pessoas extremamente preparadas e que compartilham um ideal comum, somos capazes de enfrentar inimigos (ou concorrentes) muito maiores. "Lute primeiro com a cabeça; depois, com o coração", recomendaria o rei espartano. Esteja preparado para a glória.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Liderança: 3 dicas para conquistar o real engajamento do seu time


É importante compreender que quando uma pessoa atua de maneira congruente aos seus mais importantes valores, naturalmente alcança o um alto desempenho interior, que se reflete em um real engajamento


Amigos, vamos direto ao assunto: Qual é o verdadeiro propósito de um líder? Eu não conheço outro que não seja: engajar as pessoas para resultados!
Perceba a força desta frase. Quando dizemos que uma pessoa está engajada, estamos afirmando que ela encontrou um real motivo para empenhar todo o seu potencial. Um real motivo que permita a ela estar, livremente, 100% presente em suas atividades e conquiste com menos esforço emocional os seus objetivos.
Agora, a pergunta fundamental para que esse artigo valha a pena é: Como engajar as pessoas para resultados?

1. Definir claramente quais são os resultados que as pessoas devem entregar: Muitos profissionais confundem o real propósito do seu trabalho. Existe uma grande diferença entre as atribuições do cargo e os resultados do seu trabalho. As atribuições do cargo são as ações que deve-se realizar para produzir resultados, ou seja, um profissional não pode pensar que somente porque ele chega e sai no horário e faz tudo o que lhe é atribuído, ele será valorizado como um grande profissional. Portanto, não converse com as pessoas apenas sobre o seu trabalho, fale sobre resultados! Esse é o real propósito de qualquer profissional.

2. Exponha a causa da empresa e a sua causa como líder: As pessoas se comprometem com a causa da empresa e do líder e não com a empresa ou com o líder. Esse é o ponto principal. As pessoas querem empenhar o seu potencial em empresas que se importam com o futuro e com as pessoas. Da mesma forma, as pessoas se comprometem com líderes que se importam com o seu desenvolvimento profissional. As pessoas não se comprometerão com uma empresa apenas porque ela é grande, mas porque querem construir seu futuro nessa empresa. As pessoas não seguirão um líder porque ele é capa de revistas de negócios, e sim, porque ele permite as pessoas aprender, crescer e contribuir.

3. Conheça e respeite os sonhos de cada um: O principal erro de um líder é deduzir que todos querem a mesma coisa, ou seja, "eu pago altas comissões, o que mais eles querem?". Exatamente, o que mais eles querem? Apesar de essencial, dinheiro não motiva todo mundo. Ser promovido não motiva todo mundo. Muitas vezes um reconhecimento em público motiva muito mais um colaborador do que dinheiro. Uma carta de agradecimento, assumir um projeto audacioso, participar de reuniões importantes, enfim, as pessoas possuem motivos diferentes para sentirem-se felizes. E como descobrir o que motiva cada um: Simples! Converse, pergunte! O que te motiva? O que te faz feliz? É o único caminho.

Amigos é importante compreender que quando uma pessoa atua de maneira congruente aos seus mais importantes valores, naturalmente alcança o um alto desempenho interior, que se reflete em um real engajamento.

Alexandre Prates é especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional. É também Master Coach, palestrante e autor do livro "A Reinvenção do Profissional - Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro" e da metodologia de coaching "Inteligência Potencial".

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quatro vilões que sabotam o desempenho do seu time


As pessoas podem fazer muito com aquilo que têm e outras, apesar de fazerem o melhor que podem, não entregam o suficiente para atingirem os resultados esperados pela empresa. Entenda os motivos


Durante todos esses anos desenvolvendo pessoas, uma lição se fez cada vez mais presente: elas sempre fazem o melhor que podem com aquilo que têm! Ao ler esta frase é provável que você, líder, tenha um desejo incontrolável de questionar: "isso não é verdade! Eu tenho pessoas na minha equipe que podem realizar muito mais, possuem todos os recursos, mas simplesmente não realizam...". A indignação é válida, mas analise a frase com a perspectiva correta:
"As pessoas sempre fazer o melhor que podem...". O verbo "poder" está relacionado a competência/preparo, mas também a permissão interna para entrar em ação, ou seja, suas crenças - aquilo que eu acredito sobre o meu trabalho ou sobre a minha capacidade de realizar determinada tarefa. Se uma pessoa acreditar que uma tarefa não é importante ou considerá-la chata, repetitiva, pouco estimulante e até mesmo, acreditar que não possui competência, naturalmente, não terá a permissão necessária para executá-la com maestria.
"... com aquilo que têm!". O verbo "ter", nesse caso, não está relacionado apenas a recursos materiais. É importante compreender que as pessoas precisam de recursos internos para empenharem todo o seu potencial. Estamos falando do real motivo que move as pessoas em busca dos seus objetivos, que muitos conhecem como motivação.

De forma simples, o que eu quero afirmar com esta frase é que as pessoas podem fazer muito com aquilo que têm e outras, apesar de fazerem o melhor que podem, não entregam o suficiente para atingirem os resultados esperados pela empresa. E mais importante do que compreender essa frase, é identificar o que sabota as pessoas, fazendo com que elas não se permitam e/ou não encontrem os recursos internos para verdadeiramente se engajarem com as suas responsabilidades.

Portanto, reflita: o que sabota o seu time? Conheça os principais vilões de desempenho dos profissionais:
1. Estar no lugar errado: nada pior do que fazer diariamente algo que não tem a ver com a nossas aptidões, desejos e objetivos de vida. Uma pessoa sente-se realizada profissionalmente quando consegue colocar em prática o melhor das suas competências, ou seja, os seus pontos fortes e é reconhecida por isso, seja de forma racional ou emocional;
2. Não participar das estratégias: as pessoas precisam sentir que fazem parte das decisões da empresa e que suas opiniões e críticas são ouvidas e levadas a sério. As pessoas não se envolverão com a execução, se não forem envolvidas na construção;
3. Falta de perspectiva de carreira: se não há clareza sobre as possibilidades de crescimento profissional, o engajamento é prejudicado, pois as pessoas precisam sentir que estão evoluindo constantemente para que valha a pena dedicar-se ao máximo e permanecer engajada na empresa;
4. Falta de propósito pessoal: uma pessoa nunca se comprometerá com nenhuma empresa se não for comprometida com ela mesma, se não tiver uma visão clara de futuro, um objetivo a ser alcançado.
Portanto, o líder que realmente desejar o engajamento do seu time, precisará proporcionar às pessoas a chance de crescimento e reconhecimento profissional. Além disso, deve ampliar a percepção daqueles que não foram instigados a pensarem no seu próprio futuro, ajudando-os a construir um real motivo para que valha a pena colocar todo o seu potencial em jogo.
Descubra e elimine os principais sabotadores da sua equipe, e construa com isso grandes resultados.
Alexandre Prates é especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional. É também Master Coach, palestrante e autor do livro "A Reinvenção do Profissional - Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro" e da metodologia de coaching "Inteligência Potencial". www.institutoca.com.br 

terça-feira, 19 de junho de 2012

Jovens querem líderes que tenham conhecimento, defendem especialistas


Geração Y não quer saber da importância do cargo que um líder ocupa, mas sim do conhecimento que ele apresenta. Preparado para essa nova realidade?


Há tempos respeitar um superior meramente para cumprir um protocolo hierárquico deixou de ser uma constante nas empresas. A geração Y que o diga: os jovens de hoje não querem mais saber da importância do cargo que um líder ocupa, mas sim do conhecimento que o executivo apresenta.
E acredite, tal exigência não se resume apenas a técnica. A garotada quer mesmo um líder que saiba um pouco de tudo e que tenha habilidades em gestão.
“No passado as pessoas respeitavam aqueles que detinham o conhecimento técnico, mas hoje não. A relação de respeito se dá por reconhecimento”, diz o diretor da Page Personnel, Roberto Picino.
Segundo ele, cobranças e controle de nada adiantam nos dias de hoje. O jovem precisa mesmo de contexto. “Ele tem que fazer parte dos objetivos da empresa e realizar o trabalho por uma causa maior. Se o ambiente não promover esta troca, o jovem buscará outra oportunidade e certamente a encontrará”, explica o diretor.

Outros atributos

E não é só disso que eles precisam: transparência e integridade também são fundamentais.
“Tanto os jovens quanto os mais maduros respeitam os líderes íntegros, que sejam coerentes em seu discurso e pratiquem aquilo que falem”, diz a consultora associada da Muttare, Roberta Yono Ebina, que acredita que nem sempre isso aconteça nas empresas.
Na opinião dela, por exemplo, o mundo corporativo não costuma ser muito transparente, especialmente por conta de alguns gestores que têm seus bônus ligados ao resultado da empresa.

É hora de mudar

E não se preocupe se você ainda não conseguiu entender ou se adequar tão bem à essa nova realidade. Ainda dá tempo de mudar.
De acordo com Picino, para correr atrás do prejuízo o líder deve se preocupar, primeiramente, em entender as pessoas, pois mesmo os mais jovens podem ter objetivos diferentes de vida. “Cada pessoa será e terá motivações diferentes”, diz.
Além disso, é importante lembrar que o gestor não pode se esquecer de construir uma equipe que se complemente, sendo honesto quanto aos próprios gaps. “Ele precisa entender, ouvir e desafiar essa geração visando sempre novos ensinamentos. É fundamental também que ele evite comparações como a clássica: não é assim que funciona, na minha época...”, explica o diretor.

Feedbacks

E não se esqueça da importância dos feddbacks, afinal, um líder também precisa saber o que sua equipe pensa da sua gestão.
“Ele deve buscar o feedback dos seus colaboradores e não somente do chefe nem dos pares. A recomendação é que ele procure aquele com quem ele tenha mais diferenças”, diz Roberta.
E não tenha medo de perguntar. Questione se o colaborador gosta de trabalhar com você e se o que você faz, o ajuda ou o atrapalha no trabalho. Além disso, peça a opinião dele sobre quais mudanças ele gostaria de ver em você. Isso aproxima a equipe.
"Perguntar demanda uma boa dose de coragem, pois o líder poderá ouvir coisas das quais ele não tem a mesma percepção. Por isso, numa abordagem como essa é essencial que o gestor não justifique suas ações ou tente convencer o outro de que ele está errado", avisa Roberta.
Segundo ela, somente desse modo será possível entender o que ocorre na mente da própria equipe e checar no que ele pode ser melhor. “Existem programas de capacitação, cursos e livros que podem ajudá-lo nesta tarefa”, avalia.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Qual perfil de liderança você busca para a sua empresa?


Hoje, as empresas procuram por pessoas com o perfil de um Líder Constelação, ou seja, alguém capaz de oferecer a oportunidade para todos brilharem e se realizarem dentro do ambiente corporativo


Por muito tempo os sistemas de liderança nas empresas eram vistos como caminhos a serem percorridos de forma solitária e o segredo para alcançar o sucesso esteve em uma postura individualista. Geralmente, as tarefas mais importantes ficavam concentradas em uma pessoa, como se ela fosse considerada a estrela central da companhia, um Líder Sol, o único com espaço para brilhar e receber os méritos pelos resultados obtidos. No entanto, ao assumir essa postura, o profissional se depara com o risco de seguir por uma trajetória sofrida e sem a produtividade necessária. Esse foi um dos fatores que fizeram com que as organizações passassem a adotar novas práticas de gestão e o trabalho em equipe ganhou muito mais valor.
Hoje, as empresas procuram por pessoas com o perfil de um Líder Constelação, ou seja, alguém capaz de oferecer a oportunidade para todos brilharem e se realizarem dentro do ambiente corporativo. Ao assumir o cargo, ele faz muito mais do que comandar a empresa, ele convida todos que estão ao seu redor para crescerem junto com ele. Isso permite que cada funcionário enxergue a sua real importância dentro da empresa e atue de forma alinhada aos seus princípios. O papel daquele que está no topo não é ser o único responsável pelos resultados, mas, sim, ter a capacidade de identificar as qualidades de seus profissionais e conseguir delegar as tarefas de acordo com o perfil de cada um, sempre com respeito e sensibilidade.

terça-feira, 15 de maio de 2012

As empresas estão sempre procurando por líderes. Prepare-se para se tornar um


A FGV está lançando o curso de Desenvolvimento de Lideranças, que visa contribuir para o aprimoramento da competência de liderança, por meio de melhorias nas habilidades de gestão e de mudanças de atitude pessoal


O mercado de trabalho mudou muito nos últimos anos. Novas ferramentas, novos conceitos e novas idéias surgem a cada momento. Por isso, para se tornar um grande líder não basta apenas ter conhecimentos acadêmicos e técnicos, mas também possuir uma visão dinâmica dos negócios e saber influenciar e motivar equipes.
Com este objetivo, a FGV está lançando o curso de Desenvolvimento de Lideranças, que visa contribuir para o aprimoramento da competência de liderança, por meio de melhorias nas habilidades de gestão e de mudanças de atitude pessoal frente às situações do cotidiano. Torne-se o líder que você sempre quis ter.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Trabalho em equipe é valorizado por mulheres empreendedoras


Estudo da EESC revela que profissionais do sexo feminino preferem a execução de planos e o desenvolvimento de novas ideias

Um recente estudo de mestrado realizado pela administradora Cintia Salomão na EESC-USP (Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo) revelou que as mulheres empreendedoras tendem a valorizar mais o trabalho em equipe.
De acordo com o levantamento, que consultou profissionais de pequenas empresas do setor de comércio de São Carlos (interior de São Paulo), ao tentar identificar os estilos de aprendizagem de tais mulheres, os perfis mais encontrados foram o "acomodador" e o "divergente", com 39,7% cada. "Ambos os estilos se caracterizam por uma preferência pelo trabalho em equipe", revela Cintia.
Segundo a pesquisadora, as mulheres pertencentes ao estilo 'acomodador' têm preferência pela execução de planos e pelo desenvolvimento de novas experiências. Já as demais, que se enquadram na categoria 'divergente', costumam ter como ponto forte a percepção dos valores e do significado do aprendizado, focando geralmente em novas ideias.