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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Forbes e Fortune se alinham em abordagem do design thinking


Coincidência? Não, sincronissidade


A Forbes é uma revista quinzenal e também uma empresa de mídia que oferece "informação para os líderes mundiais dos negócios". A Forbes se intitula "a ferramenta capitalista" e está no mercado desde 1917. Sua concorrente próxima é a Fortune, uma revista de negócios global fundada em 1930 e editada pela Time Inc. A Fortune é conhecida por publicar a lista das maiores empresas do mundo, das mais admiradas e das melhores para trabalhar. Ambas as revistas são referências confiáveis para os administradores do universo dos negócios.

No primeiro dia de maio de 2012, o site da Forbes publicou um artigo da escritora Jeanne Liedtka. No dia seguinte, o site da Fortune apresentou um artigo do autor Saul Kaplan. Ambos os artigos abordavam um assunto que, cada vez mais, está presente no mundo moderno dos negócios, uma metodologia chamada design thinking. Não é coincidência, uma ocorrência casual de fatores. O design thinking vem sendo reconhecido pela mídia dos negócios. Até pelas mais conservadoras.
Porém, outras publicações americanas de negócios abriram espaço para o design thinking há tempos. A BusinessWeek, agora rebatizada de Bloomberg Businessweek, abriu sua capa em maio de 2004 para dois designers de meia idade sob o título "O Poder do Design" e com uma chamada apontando a IDEO como uma empresa que criava experiências inéditas e ajudava seus clientes a inovar.
A FastCompany, a revista dos novos negócios, publicou em março de 2006 um artigo com o título de "Design Thinking, o que é isso?". O autor, Mark Dziersk, afirma que a metodologia do design thinking é um protocolo que qualquer negócio ou profissão pode usar para alcançar extraordinários resultados. Sua memória pula até seu professor do colégio, cuja paixão pelo design prendia a atenção dos alunos. Dziersk não esquece a convicção das suas palavras: "qualquer área profissional - medicina, advocacia, coreografia ou política - pode se beneficiar empregando o design thinking para obter melhores resultados". Dziersk entende que o ambiente dos negócios demorou para aceitar o potencial da hipótese do seu professor.