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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

5 razões que fazem os otimistas serem melhores líderes nos negócios


Para colunista da Forbes, otimismo é a característica mais importante que os líderes devem ter e ressalta que o mercado precisa de gestores que inspiram seus profissionais


Quando se fala em gestão e liderança, a visão de mundo faz a diferença entre ser um bom líder ou não para seus colaboradores. Para o coaching em comunicação, Carmine Gallo, o otimismo é a característica mais importante que os líderes de hoje devem ter.

Cinco razões


Pensando nisso, Gallo publicou um artigo na Forbes sobre as cinco razões que fazem os otimistas serem melhores líderes para seus colaboradores. Ainda não acredita? Confira a lista:
1. Otimistas iniciam o negócio: um otimista vê oportunidade onde os outros não veem. Quando a economia está com dificuldades e milhões de pessoas estão desempregadas, o pessimista usa esses fatores como desculpa para não arriscar.
Já o otimista não se deixar levar pelos obstáculos e contratam mais pessoas. Como Winston Churchill disse uma vez: “Os otimistas veem oportunidade em cada dificuldade”.
2. Otimistas têm mentalidade de sucesso: se uma pessoa é pessimista, simplesmente não será bem sucedido em um ambiente econômico difícil, pois não saberá como lidar com ele. Ter pensamentos positivos frente aos problemas faz um gestor seguir em frente e enfrentar outras barreiras.
3. Otimistas são comunicadores inspiradores: inspirar alguém é provocar um entusiasmo dentro dele. Se não pode suscitar esse sentimento por uma ideia, você não é um comunicador forte.
“Eu trabalho diretamente com alguns dos melhores comunicadores do mundo. Todos são mais otimistas que a média da população”, afirma Gallo.
4. Otimistas contagiam pessoas: por mais dura que a vida esteja, alguém sorrindo e ressaltando o lado positivo anima qualquer um. Gallo dá o exemplo de Churchill, que sozinho, virou a opinião pública na Segunda Guerra Mundial com uma série de discursos positivistas: levantou a confiança dos ingleses e deu a eles uma certeza de que poderia lutar e vencer. Os membros do gabinete de guerra de Churchill disseram que suas palavras e atitude fez as pessoas se sentirem mais corajosas com sua presença.
5. Otimistas são imunes ao efeito recência: todos precisam de otimistas no ambiente de trabalho para combater o “efeito de recência”, que, em termo psicológico, significa que as experiências mais recentes são mais lembradas e as experiências antigas são esquecidas.
“Precisamos de líderes que são imunes ao efeito de recência e que vê além da crise atual, lembrando-nos de longo prazo. Nenhuma recessão é sempre tão ruim quanto parece no momento. Se você está cercado por pessimistas é provável que você assuma o mesmo comportamento”, explica ao artigo da Forbes.
Gallo ressalta que hoje o mercado precisa de líderes que inspiram seus profissionais e clientes, passando confiança de que no final, tudo dará certo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Forbes e Fortune se alinham em abordagem do design thinking


Coincidência? Não, sincronissidade


A Forbes é uma revista quinzenal e também uma empresa de mídia que oferece "informação para os líderes mundiais dos negócios". A Forbes se intitula "a ferramenta capitalista" e está no mercado desde 1917. Sua concorrente próxima é a Fortune, uma revista de negócios global fundada em 1930 e editada pela Time Inc. A Fortune é conhecida por publicar a lista das maiores empresas do mundo, das mais admiradas e das melhores para trabalhar. Ambas as revistas são referências confiáveis para os administradores do universo dos negócios.

No primeiro dia de maio de 2012, o site da Forbes publicou um artigo da escritora Jeanne Liedtka. No dia seguinte, o site da Fortune apresentou um artigo do autor Saul Kaplan. Ambos os artigos abordavam um assunto que, cada vez mais, está presente no mundo moderno dos negócios, uma metodologia chamada design thinking. Não é coincidência, uma ocorrência casual de fatores. O design thinking vem sendo reconhecido pela mídia dos negócios. Até pelas mais conservadoras.
Porém, outras publicações americanas de negócios abriram espaço para o design thinking há tempos. A BusinessWeek, agora rebatizada de Bloomberg Businessweek, abriu sua capa em maio de 2004 para dois designers de meia idade sob o título "O Poder do Design" e com uma chamada apontando a IDEO como uma empresa que criava experiências inéditas e ajudava seus clientes a inovar.
A FastCompany, a revista dos novos negócios, publicou em março de 2006 um artigo com o título de "Design Thinking, o que é isso?". O autor, Mark Dziersk, afirma que a metodologia do design thinking é um protocolo que qualquer negócio ou profissão pode usar para alcançar extraordinários resultados. Sua memória pula até seu professor do colégio, cuja paixão pelo design prendia a atenção dos alunos. Dziersk não esquece a convicção das suas palavras: "qualquer área profissional - medicina, advocacia, coreografia ou política - pode se beneficiar empregando o design thinking para obter melhores resultados". Dziersk entende que o ambiente dos negócios demorou para aceitar o potencial da hipótese do seu professor.

Dilma é apontada pela Forbes como a segunda mãe mais poderosa do mundo


Hillary Clinton lidera o ranking, que tem ainda a primeira dama dos EUA, Michelle Obama


"Todos nós achamos que nossa mãe é a melhor. Mas quem são as mais poderosas do mundo, administrando bilhões de dólares, povos e, claro, os pequenos?" É assim que a Forbes abre a matéria sobre seu ranking mais recente, o das Mães Mais Poderosas do Mundo. A lista traz, em primeiro lugar, a secretaria de estado norte-americana Hillary Clinton, ocupante de um dos cargos mais importantes do mundo e mãe de Chelsea Clinton, de 32 anos. A presidente do Brasil, Dilma Roussef, mãe de Paula Rousseff, aparece na segunda posição da lista.
No terceiro lugar da lista, está Indra Nooyi, CEO da PepsiCo, seguida por Sheryl Sandberg, COO do Facebook e Melinda Gates, mãe de três filhos com Bill Gates e cofundadora da Bill and Melinda Gates Foundation.
Esposa do presidente dos EUA Barack Obama, Michelle Obama aparece apenas na sétima colocação. Outra poderosa que ficou atrás de Dilma Roussef foi Christine Lagarde, presidente do Fundo Monetário Internacional (FMI), 8ª colocada. Cristina Kirchner, presidente da Argentina, é a 13ª.
"Das esferas de governo, negócios, entretenimento e filantropia, essas 20 mães mandam em casa e do mundo", diz a Forbes.
Imagem: AgBr