Páginas

Mostrando postagens com marcador empresa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empresa. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Intel divulga receita de US$ 13,5 bilhões no segundo semestre


A empresa gerou aproximadamente US$ 4,7 bilhões em efetivo com suas operações, pagou dividendos de US$ 1,1 bilhão e usou US$ 1,1 bilhão para recomprar ações ao portador


A Intel Corporation divulgou nesta quarta-feira (18) que obteve receita trimestral de US$ 13,5 bilhões, lucro operacional de US$ 3,8 bilhões, lucro líquido de US$ 2,8 bilhões e lucro por ação (EPS, na sigla em inglês) de US$ 0,54. A empresa gerou aproximadamente US$ 4,7 bilhões em efetivo com suas operações, pagou dividendos de US$ 1,1 bilhão e usou US$ 1,1 bilhão para recomprar ações ao portador.
"O segundo trimestre teve como destaque uma sólida execução, com o fortalecimento contínuo no mercado de data center e múltiplos lançamentos de produtos para os segmentos de Ultrabooks e smartphones", declarou Paul Otellini, presidente e CEO da Intel. "Para o terceiro trimestre, nosso crescimento será mais lento do que o previsto devido ao ambiente macroeconômico mais desafiador. Com um ótimo mix de Ultrabooks e tablets baseados na Intel e o lançamento de telefones no segundo semestre, combinados com os investimentos de longo prazo que estamos fazendo em nossas áreas de produtos e manufatura, estamos bem posicionados para esse ano e além".

Perspectivas de negócios

As perspectivas de negócios da Intel não incluem o efeito de quaisquer aquisições, alienações e outras combinações de negócios que possam ser finalizadas após o dia 17 de julho. 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Sua empresa quer promovê-lo sem aumentar seu salário? Saiba o que fazer


Colaboradores erram ao aceitar uma promoção sem entender as políticas da organização; bônus não deve substituir salário


A promoção enfim chegou e com ela a promessa de mais responsabilidades. A conquista, de fato, teria tudo para ser maravilhosa, mas isso, claro, se não fosse por um pequeno detalhe: aumento salarial que é bom, nada. Se pararmos para analisar certamente encontraremos muitos profissionais que já vivenciaram tal situação, mas será que todos sabem como agir quando a remuneração não vem?
De acordo com a consultora associada da Muttare, Roberta Yono Ebina, não. Segundo ela, alguns colaboradores acabam aceitando a proposta oferecida pela empresa sem analisar criteriosamente os termos da promoção. Com isso, mais tarde, muitos se arrependem e acabam se queixando dos termos exigidos pela corporação.
“Cada empresa possui uma política de remuneração. Por isso, os colaboradores devem analisar uma proposta e entender a razão desta política antes de tomar uma decisão. Depois de aceitar um termo, não é justo criticar a organização. O gestor deve ter maturidade em relação a isto”, diz a consultora.

Políticas organizacionais

Hoje, existem empresas que costumam adotar políticas como a exigida por lei, em que o colaborador recebe um aumento salarial a cada vez que tem um aumento de função ou responsabilidade e também aquelas que apresentam restrições salariais para os colaboradores que já tenham recebido um aumento em um período inferior a seis meses.
“Se a política da empresa é aumentar o salário quando se tem uma promoção, que se faça cumprir a política – isto demonstra integridade. Mas nem todas são assim, algumas apenas permitem um novo aumento após seis meses de trabalho em um cargo e, com isso, correm o risco de perder um bom profissional por conta da existência de uma regra inútil”, argumenta Roberta.
Outra prática pouco aceita pelos colaboradores é ainda a barganha com a remuneração variável. “As empresas compram desempenho com o uso de bônus e isso pode se tornar motivo de corrupção nas organizações”, diz a consultora da Muttare.
Segundo ela, não é raro, por exemplo, encontrar empresas que afirmem ao colaborador, que se ele não fizer uma atividade como o diretor espera, que o mesmo poderá ficar sem o seu bônus.
“A remuneração variável deve trazer o sentimento de justiça por um trabalho feito ou superado e não ser mecanismo de barganha para obrigar o colaborador a atuar de determinada maneira ou aguentar o chefe”, diz.

Negocie

Para quem não sabe, o salário base (recebido mensalmente) age como forma de, teoricamente, recompensar a pessoa que cumpre com as responsabilidades e metas do cargo que ocupa. já o bônus, não. Ele é uma das formas de remuneração variável adotadas para recompensar a pessoa que supera as responsabilidades ou metas comprometidas do cargo que ocupa.
Por isso, se um dia você for surpreendido por uma promoção em que sua remuneração virá apenas em forma de bônus, negocie! Lembre-se que o seu salário deve ser pago mensalmente de acordo com as exigências diárias de seu trabalho e que o bônus é apenas uma forma que a empresa terá de remunerá-lo pelo cumprimento das metas impostas pela organização.
“Uma empresa que adota essa postura pode estar tentando comprar o desempenho do colaborador. Não se deve usar a remuneração variável como causa para atingir algo, essa remuneração é uma consequência de desempenho excedido”, explica Roberta.

Novo emprego

E se por acaso o trabalhador perceber que a empresa não cederá aos seus argumentos ou que não pretende mudar a política de remuneração, a melhor decisão é sair da organização.
“Se ele deixar claro a todos a razão da sua não concordância, sua imagem não será afetada. Mas como a empresa irá lidar com a negativa do colaborador dependerá da liderança na corporação”, completa.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O papel (realmente) estratégico do planejamento


O mais importante é garantir que todos os colaboradores tenham conhecimento e contato com o planejamento e que fiquem cientes e conscientes dos rumos propostos para a empresa


Investir em planejamento estratégico é premissa básica para a sobrevivência de qualquer empresa de qualquer porte. É ele que ajuda os gestores da empresa a saírem da rotina diária do negócio para que possam pensar nas alternativas de crescimento e em como tornar esse crescimento uma realidade sustentável.
Para institucionalizar o planejamento estratégico, a empresa precisa estar com seus processos e sistemas-chave estruturados para que o crescimento esperado seja alcançado e suportado. E para que isso possa acontecer, é essencial contar com o envolvimento e a dedicação de profissionais facilitadores de todas as áreas da empresa, que agregarão conhecimento específico no processo de elaboração do plano.
Depois de colocar a casa em ordem e de contar com a boa vontade do público interno diretamente envolvido na elaboração do planejamento, é hora de pensar nos impactos positivos e negativos que os direcionamentos propostos implicarão na rotina e na vida da empresa. É preciso ter em mente que, por mais benéfico que seja um planejamento estratégico para a saúde do negócio, ele trará consigo pontos negativos que precisarão ser previstos ou trabalhados de forma pontual depois que o plano começar a ser colocado em prática.
O mais importante é garantir que todos os colaboradores tenham conhecimento e contato com o planejamento e que fiquem cientes e conscientes dos rumos propostos para a empresa. Isso é necessário, já que no plano estão contempladas todas as prioridades da companhia para que possa alcançar o mais rápido e de forma sustentável a sua visão e seus objetivos de longo prazo. Além disso, esta ferramenta permite que a empresa conheça mais sobre o seu mercado, entendendo melhor suas fraquezas e pontos fortes, seus concorrentes, as oportunidades de mercado etc. A estratégia da empresa passa a ser conhecida por todos, permitindo que cada um saiba a sua contribuição no alcance da visão.
A institucionalização de um planejamento estratégico é um momento muito importante para uma corporação. É um período que deve ser dedicado para reflexões e análises do futuro, com tempo destinado à análise sobre os pontos a melhorar, as fortalezas que devem ser consideradas para um crescimento mais rápido e sólido. Enfim, é um processo que requer certa dedicação do time de facilitadores para pensar diferente no futuro. E para os colaboradores em geral, é um momento de conhecer os planos de futuro da empresa e que ela está pronta para garantir o crescimento que está sendo proposto.
Mariana Sakakibara é gerente de Planejamento Estratégico e Gestão da ALLIS S.A. 
Por Mariana Sakakibara, www.administradores.com.br

terça-feira, 15 de maio de 2012

Forbes e Fortune se alinham em abordagem do design thinking


As organizações investem no desenvolvimento de uma cultura interna aberta às mudanças na esperança de, com o tempo, inserirem uma postura voltada para a inovação de forma contínua


Concursos de ideias têm se tornado populares nas empresas. Uma evolução das antigas 'caixinhas de sugestões' nas quais os funcionários davam idéias para melhorar operações, processos e produtos da empresa, estes concursos partem do pressuposto de que o próprio colaborador é a melhor pessoa para identificar oportunidades de melhoria e de mudanças positivas para a organização.

Nestes concursos, executivos da empresa avaliam ideias que são propostas por funcionários de qualquer área, unidade de negócio, departamento, cargo ou localidade, individualmente ou em equipes. As melhores recebem um prêmio, que pode ser uma viagem, um jantar, um bônus em dinheiro ou qualquer outra forma de benefício.
Este tipo de inovação é diferente das inovações técnicas, em produtos ou processos diretamente relacionados com o negócio, que requerem anos de especialização e são conduzidas por áreas específicas dentro das empresas, conhecidas como laboratórios técnicos ou de Pesquisa e Desenvolvimento. Estas inovações tecnológicas dificilmente podem ser originadas pelos funcionários de forma abrangente por exigirem um profundo grau de conhecimento que está, invariavelmente, nas mãos de engenheiros, cientistas e outros especialistas técnicos.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Empresas que deram informações falsas ao Rais podem responder administrativa e criminalmente, diz procurador


Os empregadores são legalmente obrigados a fornecer, por meio da Rais, as informações corretas sobre seus funcionários

Informado de que os dados do Ministério do Trabalho e Emprego sobre a concessão judicial, entre os anos de 2005 e 2010, de mais de 33 mil autorizações para o trabalho infantil podem estar errados devido ao fornecimento, pelas empresas, de informações inconsistentes a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o coordenador nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes do Ministério Público do Trabalho, o procurador Rafael Dias Marques, defendeu que o Ministério do Trabalho estenda para todo o país a inspeção que já vem sendo feita em Mato Grosso do Sul e em São Paulo.
Segundo as coordenadoras de combate ao trabalho infantil das superintendências do Ministério do Trabalho nos dois estados informaram com exclusividade à Agência Brasil, o grande número de alvarás judiciais permitindo a contratação de menores de 16 anos para trabalhar é resultado de informações falsas ou erradas fornecidas por empresas de todo país ao Ministério do Trabalho por meio da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).