País caiu de 44o para 46o, ficando atrás de Filipinas, Peru e Hungria; desempenho brasileiro foi prejudicado pelo crescimento frágil do PIB, pressões inflacionárias e competitividade nacional
escola de negócios suíça IMD divulgou nesta quarta-feira (31) o Ranking Anual de Competitividade (World Competitiveness Yearbook - WCY), que compara as estratégias de gestão econômica e de recursos humanos adotadas pelos países como ferramentas de crescimento e prosperidade. O Brasil, que aparecia em 44o na edição de 2011, caiu para 46o no ranking atual. Desde 2010 o país perde posições no ranking, quando ocupava o 38o lugar.
Na ponta, as economias mais competitivas - de acordo com os critérios analisados pelo IMD - são, respectivamente, Hong Kong, Estados Unidos e Suíça. Os norte-americanos permanecem como o centro da competitividade mundial por conta do poder econômico, dinamismo dos empreendimentos e capacidade de inovação, ponderou o IMD.
"A competitividade dos Estados Unidos teve um impacto profundo em todo o mundo por conta da sua interação única com todas as economias, sejam elas avançadas ou emergentes. Nenhuma outra nação exerce uma influência semelhante", afirma Stephane Garelli, diretor do Centro de Competitividade do IMD. "A Europa é uma economia sobrecarregada de austeridade, é fragmentada em termos de lideranças políticas e dificilmente poderia substituir [os Estados Unidos], enquanto o bloco de mercados emergentes do Sul ainda estão progredindo", completou.
"A competitividade dos Estados Unidos teve um impacto profundo em todo o mundo por conta da sua interação única com todas as economias, sejam elas avançadas ou emergentes. Nenhuma outra nação exerce uma influência semelhante", afirma Stephane Garelli, diretor do Centro de Competitividade do IMD. "A Europa é uma economia sobrecarregada de austeridade, é fragmentada em termos de lideranças políticas e dificilmente poderia substituir [os Estados Unidos], enquanto o bloco de mercados emergentes do Sul ainda estão progredindo", completou.