Páginas

Mostrando postagens com marcador recrutamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador recrutamento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Brasileiros são os mais 'fáceis' para aceitar contrapropostas, indica pesquisa


Nos últimos seis meses, o oferecimento de contrapropostas se tornou pelo menos um pouco mais comum em 39% das empresas brasileiras; empresas não vislumbram futuro em um profissional cansado e insatisfeito, porém recurso deve ser visto com cautela


Quer saber o que realmente precisa para reter um bom profissional na empresa? Acredite, dificilmente é algo além de uma contraproposta satisfatória. De acordo com os resultados de uma pesquisa da consultoria Robert Half, os executivos brasileiros são os mais propensos a aceitar os termos.
O estudo foi feito junto a 1876 profissionais da área de recursos humanos de 16 países como Austrália, China, Alemanha e Reino Unido. No Brasil, 24% dos entrevistados afirmaram que é "muito comum" os colaboradores aceitarem a contraproposta, seguido por Singapura (16%), enquanto a média mundial é de 8%.

Nos últimos seis meses, o oferecimento de contrapropostas se tornou pelo menos um pouco mais comum em 39% das empresas brasileiras, índice igual ao observado no Chile. China (68%) e Singapura (58%) lideram o ranking dos países onde a ferramenta de contraproposta cresceu no último semestre.

"É notável que em países onde o mercado está aquecido e há dificuldade de se encontrar profissionais qualificados, as empresas têm utilizado a contraproposta como ferramenta de retenção dos talentos", explica Daniela Ribeiro, especialista em recrutamento da Robert Half.

Enquanto a principal preocupação na média mundial é possibilidade da oferta de contraproposta aos colaboradores desestabilizar a estrutura salarial do departamento (29%), no Brasil, com a mesma intensidade (29%) há também a preocupação com o desgaste do relacionamento do profissional com o chefe e colegas de trabalho.

A pesquisa ainda mostra que a maioria das empresas, que não oferece contraproposta, não o faz por ser política da organização (29%). O Brasil acompanha a tendência global e a segunda principal razão é as empresas não vislumbrarem futuro em um profissional cansado e insatisfeito (20%).

terça-feira, 8 de maio de 2012

Recrutador sabe diferenciar profissional mentiroso do ansioso durante entrevista


Isso porque ele está frente a frente com o candidato é um especialista, além disso a análise vai muito além da superficial


Mãos suadas, gagueira, boca cega, pernas bambas, podem ser sinais de ansiedade, como de mentira. Aos olhos de um leigo, o profissional mentiroso e o ansioso podem ser confundidos. Mas será que isso pode ocorrer em um processo seletivo e quem está nervoso sairá prejudicado?
A resposta é não. Isso porque o recrutador que está frente a frente com o candidato ao emprego é um especialista e a análise feita vai muito além da superficial. Segundo a especialista em soluções de Recursos Humanos da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Garcia, quem está mentindo deixa transparecer e acaba se entregando em algum momento.
“Nós utilizamos várias ferramentas, como perguntar a mesma coisa de quatro maneiras diferentes. Quem estiver mentindo e inventando é descoberto”.
Outra ferramenta utilizada pelos especialistas é análise do gestos e postura do profissional, segundo explica a diretora-executiva da Quality Training, Marisa Ayub. “Até o olhar é analisado. Quando a pessoa olha para cima e para o lado direito, ela está tentando resgatar acontecimentos, que é comum com quem está nervoso. Já quando é para cima e para esquerda, ela está tentando criar”.