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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

5 empresas estão com programas de trainee abertos; veja como participar


Santander, Nestlé, Magazine Luiza, Brazil Pharma e Scania estão com inscrições abertas para diferentes áreas e regiões do Brasil. Veja como participar


As empresas Magazine Luiza, Santander, Nestlé, Scania e Brazil Pharma estão com inscrições abertar para seus programas de trainee 2013. São vagas para diferentes áreas e regiões do Brasil, conheça mais sobre elas:

Scania

A Scania, oferece vagas para profissionais de Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Economia, Engenharia Mecânica, Elétrica, Produção, Manufatura, Mecatrônica, Automobilística e Industrial, que tenham formação entre julho de 2010 a dezembro de 2012. Dependendo da área escolhida, é preciso ter inglês avançado e disponibilidade para viagens. O local de trabalho é em São Bernardo do Campo, São Paulo.
Além da remuneração, os profissionais selecionados terão PR (Participação dos Resultados da Empresa), assistência média, odontológica, restaurante no local e fretado. Os interessados podem se inscrever até o próximo domingo (21) pelo sitewww.ciadetalentos.com.br/scania. Estão previstos testes on-line, dinâmica de grupo, teste oral e entrevistas entre as estapas do processo seletivo.

Magazine Luiza

A empresa tem vagas abertas em diversas áreas administrativas, como Marketing, TI, Compras, E-Commerce, Finanças, Controladoria, Controles Internos, Compras Corporativas, Auditoria, Logística, e LuizaCred, para atuação nos escritórios da rede em São Paulo, Franca e no Centro de Distribuição de Louveira, todas localizadas no estado de São Paulo.
Também para se candidatar, o profissional deverá ter formação em qualquer área concluída entre dezembro de 2009 e dezembro deste ano, inglês intermediário, conhecimento do pacote Office, disponibilidade para viagens e mudanças de cidade.
O processo seletivo terá testes on-line, dinâmica de grupo, painel de negócios e entrevista com gestores. As inscrições vão até o próximo domingo (21) no sitewww.magazineluiza.com.br/vem-ser-trainee.

Santander

Já o Santander está recrutando mais de 180 profissionais em todo o Brasil. Para participar da seleção, é necessário ter formação de dezembro de 2010 até dezembro de 2012 nos cursos de Administração, Economia, Ciências Contábeis, Engenharias e Marketing.
Ter experiência na área de vendas em qualquer setor será considerado um diferencial. As inscrições estão abertas e vão até 18 de novembro, pelo sitewww.ciadetalentos.com.br/traineesantander.

Nestlé

A empresa procura recém-formados dos cursos de Administração de Empresas, Administração Pública, Agronomia, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social – Publicidade e Propaganda , Direito, Engenharias (Alimentos, Ambiental e Sanitária, Controle e Automação, Produção, Mecânica, Química), Farmácia, Marketing, Medicina Veterinária, Publicidade e Propaganda, Química e Zootecnia.
Para se candidatar, os jovens também deverão ter conclusão da graduação entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012, ter inglês avançado, conhecimento do Pacote Office e disponibilidade de mudar de cidade ou estado e viajar. As inscrições vão até 29 de outubro e podem ser realizadas através do site www.ciadetalentos.com.br/traineenestle.

Brazil Pharma

A empresa farmacêutica busca jovens profissionais com formação na área de humanas ou exatas com conclusão do curso entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012. Outro requisito é ter disponibilidade para viagens e mudança de local de trabalho.
As áreas de atuação são Operações e vendas e Administração corporativa. As inscrições estão abertas até 28 de outubro pelo site http://www.vivatalentos.com.br/brazilpharma

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Carreira: o que as crianças podem ensinar aos adultos


Basta ter um pouco de paciência e olho bem vivo para perceber que elas também podem nos ensinar. Conheça sete valiosas lições que os pequenos podem deixar para nós


Imagine um mundo governado por crianças? Provavelmente nele não existiria preconceito, violência ou egoísmo. A solidariedade com quem precisasse de ajuda e a amizade verdadeira seriam as principais leis daquele lugar.
O mundo governado pelos adultos é bem diferente, o que nos leva a crer que o senso comum não está tão correto quando atribui apenas aos adultos a capacidade de ensinar. O que muita gente não percebe é que esse caminho é de mão dupla e os pequenos podem nos deixar excelentes lições para nosso dia-a-dia.
"As crianças são referências em muitas competências comportamentais, mas, para que isso seja percebido e aprendido pelos adultos, há de se quebrar alguns paradigmas, dentre eles, 'eu aprendo só o que me interessa', relata a consultora de Recursos Humanos Eni Santos.
Para a especialista, o próprio termo ensinar tem como contrapartida o termo aprender. "É importante destacar, nessa dinâmica, que tanto o papel de agente educador, como de aprendiz são vivenciados por todas as pessoas cotidianamente, isso porque, esses processos não ocorrem somente de forma planejada, com conteúdo de atividades pré-definido, mas, também, pela simples interação com outras pessoas e com o ambiente", ressalta Eni Santos.

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Sete lições das crianças para os adultos

Com a colaboração das especialistas Eni Santos, Viviane Mourão (psicóloga e consultora da empresa Meta&Vida Desenvolvimento em Recursos Humanos) e Cíntia Bortotto, consultora de RH, confira sete lições que os profissionais podem aprender com os pequenos.
1 - Facilidade de se relacionar - As crianças são imunes aos preconceitos e estereótipos. O profissional que possui a habilidade de se relacionar bem desenvolvida e sabe respeitar e perceber a riqueza que há na diversidade, é valorizado pelas empresas em razão do impacto positivo e motivador que essa competência acarreta.
2 - Autenticidade – Crianças, sem dúvida, são autênticas. No ambiente corporativo ela é percebida pela coerência no falar e agir. A coerência traduz credibilidade e imprime uma marca pessoal importante para conjugar esforços dentro da organização.
3 - Busque, conheça e se atreva - A s crianças estão atentas a todas as oportunidades de aprendizado, estão livres do orgulho que impede à receptividade para aprender e, principalmente, querem aprender mais e mais. Nós, profissionais, devemos ter humildade para perceber que as interações que ocorrem no mundo corporativo, independente de nível hierárquico, trazem consigo conhecimentos valiosos e os desafios contemporâneos implicam a necessidade de aprender, sempre. Crianças não se posicionam em zonas de conforto, profissionais de alta performance também não.
4 - Mantenha a alegria - como é bom simplesmente sorrir e gargalhar e as vezes só dar ou receber um beijo e um carinho. A criança nos ensina o encanto do sorriso e como isto mobiliza tudo que está ao entorno.
5 - A importância do outro – não nos bastamos, as crianças nos ensinam o quão importante é o outro na nossa existência. Somo seres sociais, relacionais, dependemos do outro para significar o que somos. A criança nos mostra isto todos os dias.
6 - Altruísmo – não importa o quão difícil, as crianças e principalmente os filhos, nos ensinam que sempre podemos dar mais pelo outro quando amamos e tomamos esta decisão. É por isso que esta relação de pais e filhos envolve uma doação incondicional.
7 - Seja curioso - Para a criança, descobrir o mundo é uma necessidade. Já para o adulto, isso é uma opção. A cada dia surgem coisas novas para serem vistas. As crianças dão tapa, pegam nas coisas para vê-las mexer... Que tal seguir o exemplo delas? Com a curiosidade típica dos pequenos, você poderá descobrir nova cores, sabores e prazeres na sua vida.


Por Fábio Bandeira de Mello, Administradores.com
(Colaborou com a reportagem a repórter Mayara Chaves) 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Quais as chances de sucesso de quem não tem diploma universitário?


Alguns nomes como Silvio Santos, Mark Zuckerberg, Raul Randon, Steve Jobs, chegaram lá

Quais as chances de sucesso de quem não tem curso superior? Depende. Alguns grandes executivos não tem diploma de formação universitária, mas é bom lembrar que esses bilionários são uma parcela mínima dos grandes nomes do mercado mundial.
Para o diretor geral da Trabalhando.com, Caio Infante, o mercado de hoje é diferente e os recentes casos de sucesso estão no ponto com, como os cases de Mark Zuckerberg, presidente do Facebook, Bill Gates e Steve Jobs. “Essas pessoas eram visionárias”, diz.
O gerente de vendas da Michael Page, Zuca Palladino, acredita que para o empreendedor não é a formação acadêmica que vai guiar o sucesso, pois ele vai empreender na prática. “A vivência é um equilíbiro entre a teoria e a prática”. 

Aproveitando as oportunidades

Antigamente começar um negócio era mais difícil, sem as oportunidades da internet, das franquias, e os investimentos recebidos. No entanto, o diretor da Trabalhando.com, destaca que na época em que Samuel Klein, por exemplo, começou o seu negócio, as possibilidades eram melhores aproveitadas, com menor concorrência e até mais espaço físico para desenvolvimento de um negócio.
O fator sorte é creditado a muitos desses nomes, mas Infante acredita que a sorte de alguns desses empresários, “se é que podemos usar essa palavra”,  foi a de ter nascido em uma outra época, que não tinha tanta diversidade e os negócios não eram tão pulverizados. “Mas, somente sorte, talvez em 2% dos casos”.
Segundo Infante sorte é a combinação de oportunidade e competência, a união desses dois acasos. “Tantas outras barraquinhas estavam ao lado do Silvio Santos e quem hoje é dono do SBT, entre outras coisas, é ele”. 
Raul Randon, do Grupo Randon, José Carlos Semenzato, do Grupo SMZTO Participações, holding de franquias multisetoriais, Eike Batista,  Michae Dell, fundador da Dell, são alguns nomes que criaram impérios sem terem um dia recebido um diploma de curso superior.

Empreendedorismo ou carreira

"Se não for empreender, chegar a liderança em uma companhia, sem formação superior é mais difícil", avalia o gerente de vendas da Michael Page. Essas pessoas com marca empreendedora que começam em uma empresa e chegaram ao comando, são na maioria caso de herança familiar. Para ele, era comum, quando se trabalhava no negócio da família, muitas vezes não dar importância de investir em educação.
A cobrança da formação superior é maior principalmente em companhias multinacionais, acredita Palladino. “É preciso ter uma formação acadêmica, independente do caminho que vai seguir”.

Tecnologia

Com o modelo atual de economia e sem investimento é mais difícil conseguir o sucesso desses grandes negócios que já explodiram. O diretor da Trabalhando.com lembra que nos últimos dez anos muitas coisas surgiram com a chegada da tecnologia. Por isso, ele acredita que quem consegue chegar lá tem o auxílio das ferramentas tecnológicas.
Regionalmente, Infante lembra de casos brasileiros como o do Magazine Luiza e do Ricardo Eletro. “Acho que os casos de sucesso talvez ainda venham do interior, é mais fácil ver quem começou com um negocinho e hoje tem um grande empreendimento”. O on-line fez com que esses negócios ganhassem o mundo.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

10 razões para ficar em um emprego por 10 anos ou mais


Se você está em uma empresa há muitos anos, terá maior probabilidade de subir de cargo, afirma especialista


Quanto tempo você permaneceu em seu último emprego? Esta foi a pergunta que impulsionou a publicação de uma pesquisa recente do U.S. Bureau of Labor Statistics, na qual revelava que o tempo médio dos profissionais permanecem em seus empregos era de apenas 4,6 anos. E, diferente de tempos atrás em que os trabalhadores construíam suas carreiras em uma empresa, esta constatação já é considerada uma tendência.
Segundo o site Monster.com, o profissional que pula de emprego em emprego (mudar de empresa em menos de dois anos) é considerado um verdadeiro “assassino de carreira em potencial”, pois seu próximo empregador pode prestar atenção nisso antes de decidir contratá-lo ou não.
Pode haver uma série de pontos negativos no seu emprego atual, como ter dificuldade em realizar suas atividades, estar entediado ou não se dar bem com os colegas de equipe e chefes. Mas lembre-se que se você nunca está feliz com o trabalho e constantemente muda de emprego, talvez o problema não seja apenas da empresa.
Em uma matéria publicada na Forbes, o CEO da Fishbowl e escritor da HBR e Forbes, David K. Williams, diz que se o problema é tédio ou falta de interesse pelas funções que você exerce, antes de sair do emprego, você poderia procurar outras áreas da empresa. Se o problema são os colegas, talvez os errados não sejam eles, mas você. Sair do emprego precisa ser sempre a última opção, pois, aos olhos do seu próximo empregador, demonstra que você é instável, tem problemas de relacionamento e até é infiel com a empresa.
Se você ainda está em dúvida sobre os motivos de permanecer na sua empresa por 10 anos ou mais, Williams dá mais dez razões:
1. Veterano - Se você está em uma empresa há muitos anos, terá maior probabilidade de subir de cargo. Em vez de sempre ter de trabalhar em dobro para ser notado em uma empresa nova, estar no mesmo trabalho há mais de dez anos você acaba conhecendo mais seu cotidiano, todas as atividades, empregados e superiores, a chance de ser reconhecido e conseguir um alto cargo ou aumento salarial é maior.
2. Oportunidade de liderança - Com os anos de atuação da empresa vem a chance de liderar os outros recém-chegados e orientar, por ter grande conhecimento da empresa, suas novas funções. Com a convivência também constrói um público fiel de clientes e até mesmo os membros da equipe e faz de você naturalmente um líder, pois é o que mais sabe sobre a empresa. Será muito mais fácil dar ordens a novatos do que defender a autoridade que lhe foi atribuída em uma nova empresa, com empregados que estão há mais tempo do que você.
3. Estabilidade - Se você está preocupado em achar seu próximo emprego daqui um mês ou um ano, é difícil fazer planos de longo prazo, como comprar uma casa, carro ou construir uma família. Estar em uma empresa há anos dará mais estabilidade em sua carreira e deixará sua mente livre para pensar na sua vida pessoal.
4. Aposentadoria e férias - Mudar de emprego a cada um ou dois anos torna muito mais difícil fazer as contas para a aposentadoria. Outra coisa: considerando que as férias só poderão ser tiradas depois de um ano e se você não completa nunca esse período, quando terá descanso?
5. Mais benefícios - Passam os anos e os benefícios que a empresa oferece ao profissional aumentam. Fora aqueles previstos na CLT, como 13º salário, vale-alimentação e transporte, há benefícios informais que apenas com o tempo você percebe, como ter tempo mais flexível, poder chegar atrasado de tempos em tempos, construir amizades, entre outros. Também, muitas empresas estão aumentando os salários dos empregados que estão lá há mais tempo.
6. Autoajuda - É muito fácil pular para outro emprego sempre quando aparece um problema. Como já foi dito, ficar fugindo das preocupações não te fará crescer profissionalmente. Estar em uma empresa há mais de dez anos implica saber lidar com diferentes pessoas e possíveis crises e mudanças que a empresa pode passar. Com isso, você irá exercer o auto-conhecimento, tentar achar soluções para problemas e construir uma carreira madura.
7. Confiança - Se você é capaz de permanecer em uma empresa há mais de dez anos, você terá seus méritos. Tanto seus superiores como seus subordinados terão mais confiança no seu trabalho e a tendência é conquistar mais espaço na instituição.
8. Flexibilidade - Se engana quem pensa que estar em uma empresa há mais de dez anos não tem mais o que aprender. Os profissionais que trabalham no mesmo local há muito tempo acumulam funções e conhecimento não apenas de sua área. A diferença de aprender dentro da empresa e entre as empresas é que na primeira opção seus benefícios irão permanecer intactos.
9. Perseverança - Muitos diriam para pular fora do barco quando ele está afundando. Mas estes profissionais acabam manchando a própria imagem no mercado de trabalho. Ter perseverança, se doar para a empresa - de forma saudável - e procurar soluções para problemas apenas mostrará o quanto você é leal para a empresa. Mas, lembre-se que isso tem um risco. Saber o que está passando nelo e estudar sua situação é fundamental para salvá-la ou afundar junto.
10. Algo para dizer no futuro - Trabalhar anos em uma empresa ou procurar outras oportunidades irá depende dos seus objetivos profissionais. Há uma grande diferença entre ter um plano de carreira estabelecido para o emrpego atual e estar simplesmente acomodado. Empresas darão valor ao seu profissional se ele der valor as suas funções e realizá-las com vontade. O que você quer dizer para sua empresa daqui há dez anos?

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Colaborador: você sabe seu valor para a empresa?


Muito se fala na retenção de talentos, na formação de lideranças e na valorização do capital humano, mas será que os colaboradores têm mesmo a noção de seu real valor para as empresas? Durante muito tempo, as relações de trabalho foram elevadas ao nível de dependência unilateral, onde a empresa detinha todo o controle e, os profissionais que a compunham, eram meros figurantes.
Hoje, esse cenário mudou, e não é mais possível negar que a relação patrão/empregado é de interdependência. Entretanto, se por um lado muitas organizações acompanharam as mudanças organizacionais e, especialmente comportamentais, outras ainda preferem ignorar que seus profissionais são seu maior diferencial competitivo.
A importância da valorização
E se as empresas estão buscando valorizar ainda mais seus colaboradores, é importante também que estes profissionais tenham a consciência de sua importância e, de seu valor neste processo de construção e manutenção de uma organização de sucesso. Para isso, é imprescindível fazer uma autoavaliação e identificar as qualidades profissionais que o diferencia dos demais colaboradores, como também as competências que precisam ser aperfeiçoadas e desenvolvidas efetivamente.
A valorização das pessoas é essencial ainda para que haja engajamento, motivação, as funções sejam desempenhadas com maestria, e os resultados alcançados plenamente. Do contrário, se torna inviável exigir dentro de um ambiente que não valoriza os colaboradores, grandes feitos e empenho por parte destes.
As 3 necessidades básicas do ser humano
Além de investir no aperfeiçoamento de seus profissionais, os líderes devem ter em mente que todo ser humano tem 3 necessidades básicas, são elas;
  1. Ser ouvido na essência – Não apenas a empresa tem direito de cobrar, como também os colaboradores devem ter o direito de expressar o que pensam, sentem e serem ouvidos em suas sugestões e naquilo que lhes incomoda.
  2. Ser notado/reconhecido/amado – Toda tarefa exige empenho e dedicação e, é importante que o líder reconheça a atuação de seus profissionais para o alcance de êxito no trabalho. Este reconhecimento confere mais segurança ao colaborador, para que continue a desempenhar bem seu trabalho, como também aumente sua autoestima e proatividade.
  3. Ter direito de errar – Todos nós somos falíveis e, é importante que ao invés de apontar os erros e punir, o líder sempre busque apresentar aos liderados aprendizados provenientes de uma falha. Isso, ao invés de amedrontar, cria nestes profissionais a consciência de que os erros podem acontecer, mas que, com mais atenção, também é possível evitar que se repitam. 

terça-feira, 11 de setembro de 2012

47 Anos do Administrador


enhuma profissão se afirma se não cumprir seu papel social


9 de setembro - Dia do Administrador – quarenta e sete anos de existência legal da profissão. Uma data marcante, um convite à reflexão, ao balanço, à revisão, ao debate de rumos e de perspectivas. Nada se constrói, inclusive uma profissão, sem uma atitude séria e profunda de repensar constantemente a sua natureza, a sua fisionomia, o seu papel, a sua contribuição ao País. Por isso, mais do que louvações vazias e discursos ribombantes, esta data estimula os administradores brasileiros à discussão do futuro desta profissão que acreditamos ser a profissão do futuro – mas que só o será se souber se afirmar poderosamente no presente.
Historicamente, a profissão nasceu no momento em que, no bojo das transformações provocadas pela Revolução de 30, esgotava-se o velho estado de bacharéis a serviço de um poder controlado pelas elites agrárias. A industrialização e a modernização da máquina estatal e dos serviços públicos pediam especialistas nas técnicas de gestão das organizações. Surgiu então o DASP e, com ele, a função de técnico de administração no serviço público. Surgindo como necessidade, a profissão deu uma contribuição relevante ao processo então em curso. Mas, como todo processo social, o impulso acabou se esgotando por absorção e entrando no impasse com a profissão limitada quase que só ao serviço público.
A saída verdadeira seria a colocação das técnicas de administração a serviço de um desenvolvimento econômico realmente nacional, sobretudo a indústria, que começava a crescer. E foi o que aconteceu: o impulso seguinte que a profissão encontrou foi o boom da entrada de capital estrangeiro no Brasil, na segunda metade da década de 50, e a conseqüente necessidade de formação de administradores para tais empresas e empreendimentos. O fenômeno se aprofundou sobremaneira com a fase do milagre, ainda no regime militar, quando se generalizaram as faculdades de administração no País, atendendo aos reclamos do surto de crescimento, mas centrando na formação de especialistas voltados apenas para a realidade das multinacionais e das grandes empresas, inclusive estatais.
A profunda crise econômica produzida pelos graves erros da política predominante nos anos das badaladas décadas perdidas, devastando com a economia, o tecido social e as situações estabelecidas, veio esgotar também essa fase, colocando a profissão em um novo impasse. Toda a crise, no entanto, constitui uma oportunidade de crescimento. Foi um excelente momento de a profissão se repensar e repensar todo o seu papel. Foi mais uma virada de mudança e de afirmação profissional.
Não podemos agora continuar sendo a profissão de um futuro que nunca chega. Para que nossa profissão justifique sua existência e assegure o seu futuro, precisa tornar-se a profissão que contribua para transformar a realidade dos tempos presentes.
E o presente é o profundo impasse que o País enfrenta produzido pela crise global de 2008, que coloca em nível de exposição dramática a fragilidade pungente de nossa capacidade de gestão dos recursos de infra-estrutura em geral.
Esta situação limitante de crise, que atravanca o processo de alavancagem do País, está a exigir soluções concretas e saídas próprias para todos os setores da vida nacional, inclusive, e principalmente, dos administradores. É nesse quadro que se jogam os destinos do administrador: só nos afirmaremos se formos capazes de responder aos desafios que a realidade presente nos coloca e a contribuição que ela nos exige.
Nenhum País hoje desenvolvido prescindiu dessa virada de gestão de suas organizações para atingir um estágio superior: ninguém consegue saltar o gap sem desenvolver modelos próprios de administração, voltados para sua realidade específica e trilhando caminhos originais. Foi assim com os Estados Unidos de Ford e Taylor, a Inglaterra de Owen, a Rússia de Stakhanov, a França de Fayol e, mais recentemente, o Japão do Kaizen e dos CCQ's. É assim também na cópia de gestão dos países asiáticos emergentes. E assim também terá que ser com o Brasil, que não pode ficar apenas copiando o que dá certo no exterior porque está formulado para a realidade própria de outros Países, que não é a nossa.
"É a hora de elaborar um modelo de administração brasileiro"
A crise atual, obrigando a nação e a nossa profissão a repensarem seus caminhos é o momento de ouro para os administradores: é a hora de produzirmos o nosso Ford, Taylor, Owen, Fourier, Stakhanov, Fayol e as nossas teorias brasileiras de gestão, teorias b, de Brasil. É a hora de elaborar um modelo de administração brasileiro, macunaímico, verde-amarelo, zedasilvesco, que responda aos nossos problemas e encontre as nossas saídas. É a hora de reconhecer e sistematizar a cultura organizacional própria do Brasil. É a hora de encontrar os caminhos específicos que podem tornar o futuro presente. Este é o desafio que se coloca para os administradores no dia de hoje.
"Nenhuma profissão se afirma se não cumprir seu papel social"
É da resposta a esse desafio que dependem os destinos de nossa profissão. Nenhuma profissão se afirma se não cumprir seu papel social. E papel social é algo concreto, que se define a cada momento do processo de desenvolvimento histórico. Hoje, o exercício do papel social do Administrador encontra seu lado decisivo na contribuição da profissão à formulação de um novo modelo de gestão para o País concreto, que, mais do que nunca, demanda por uma administração pública e privada competente, ágil e dinâmica.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quatro vilões que sabotam o desempenho do seu time


As pessoas podem fazer muito com aquilo que têm e outras, apesar de fazerem o melhor que podem, não entregam o suficiente para atingirem os resultados esperados pela empresa. Entenda os motivos


Durante todos esses anos desenvolvendo pessoas, uma lição se fez cada vez mais presente: elas sempre fazem o melhor que podem com aquilo que têm! Ao ler esta frase é provável que você, líder, tenha um desejo incontrolável de questionar: "isso não é verdade! Eu tenho pessoas na minha equipe que podem realizar muito mais, possuem todos os recursos, mas simplesmente não realizam...". A indignação é válida, mas analise a frase com a perspectiva correta:
"As pessoas sempre fazer o melhor que podem...". O verbo "poder" está relacionado a competência/preparo, mas também a permissão interna para entrar em ação, ou seja, suas crenças - aquilo que eu acredito sobre o meu trabalho ou sobre a minha capacidade de realizar determinada tarefa. Se uma pessoa acreditar que uma tarefa não é importante ou considerá-la chata, repetitiva, pouco estimulante e até mesmo, acreditar que não possui competência, naturalmente, não terá a permissão necessária para executá-la com maestria.
"... com aquilo que têm!". O verbo "ter", nesse caso, não está relacionado apenas a recursos materiais. É importante compreender que as pessoas precisam de recursos internos para empenharem todo o seu potencial. Estamos falando do real motivo que move as pessoas em busca dos seus objetivos, que muitos conhecem como motivação.

De forma simples, o que eu quero afirmar com esta frase é que as pessoas podem fazer muito com aquilo que têm e outras, apesar de fazerem o melhor que podem, não entregam o suficiente para atingirem os resultados esperados pela empresa. E mais importante do que compreender essa frase, é identificar o que sabota as pessoas, fazendo com que elas não se permitam e/ou não encontrem os recursos internos para verdadeiramente se engajarem com as suas responsabilidades.

Portanto, reflita: o que sabota o seu time? Conheça os principais vilões de desempenho dos profissionais:
1. Estar no lugar errado: nada pior do que fazer diariamente algo que não tem a ver com a nossas aptidões, desejos e objetivos de vida. Uma pessoa sente-se realizada profissionalmente quando consegue colocar em prática o melhor das suas competências, ou seja, os seus pontos fortes e é reconhecida por isso, seja de forma racional ou emocional;
2. Não participar das estratégias: as pessoas precisam sentir que fazem parte das decisões da empresa e que suas opiniões e críticas são ouvidas e levadas a sério. As pessoas não se envolverão com a execução, se não forem envolvidas na construção;
3. Falta de perspectiva de carreira: se não há clareza sobre as possibilidades de crescimento profissional, o engajamento é prejudicado, pois as pessoas precisam sentir que estão evoluindo constantemente para que valha a pena dedicar-se ao máximo e permanecer engajada na empresa;
4. Falta de propósito pessoal: uma pessoa nunca se comprometerá com nenhuma empresa se não for comprometida com ela mesma, se não tiver uma visão clara de futuro, um objetivo a ser alcançado.
Portanto, o líder que realmente desejar o engajamento do seu time, precisará proporcionar às pessoas a chance de crescimento e reconhecimento profissional. Além disso, deve ampliar a percepção daqueles que não foram instigados a pensarem no seu próprio futuro, ajudando-os a construir um real motivo para que valha a pena colocar todo o seu potencial em jogo.
Descubra e elimine os principais sabotadores da sua equipe, e construa com isso grandes resultados.
Alexandre Prates é especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional. É também Master Coach, palestrante e autor do livro "A Reinvenção do Profissional - Tendências Comportamentais do Profissional do Futuro" e da metodologia de coaching "Inteligência Potencial". www.institutoca.com.br 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

10 sinais de que a empresa em que você trabalha pode estar fechando


Por mais que a equipe não esteja inteirada sobre os assuntos comerciais da companhia, alguns sinais podem indicar que o barco está afundando

O clima está diferente e há rumores por toda parte. Reuniões são marcadas constantemente e, apesar disso, as decisões estão sendo cada vez mais adiadas. A insegurança toma conta dos profissionais da empresa. Porém, ninguém tem coragem de perguntar ao chefe se ela está sendo fechada ou vendida - e mesmo se perguntassem, provavelmente ele iria negar.
Em tempos de incertezas, muitos profissionais ficam em dúvida se devem ou não se preparar para um outro emprego. Por mais que estes empregados não estejam inteirados sobre os assuntos comerciais da empresa, há sinais de que ela pode estar sendo fechada ou vendida.

O Barco está afundando?

Publicados na Forbes, por Jeff Schmitt, confira os 10 sinais de que sua empresa pode estar sendo vendida:
1. Reforçando aparências: observe se há um reforço de relações públicas. Seus superiores irão encher os e-mails com termos como “a demanda do mercado”, “rápida expansão”, e “perfeitamente posicionado para...”. Você também não está mais recebendo aquelas terríveis advertências de “pontos críticos” que antes faziam questão de apontar. Na teoria, tudo parece bem para os líderes - ou querem aparentar essa situação.
Imagem: Thinkstock

2. Controle de custo: você está percebendo alguns cortes no orçamento? Salários atrasados, corte de bônus, pagamentos atrasados de fornecedores, equipamentos inativados por não mandarem para o conserto, entre outros, são alguns dos sinais que a empresa está passando por problemas financeiros.
3. Vendas pressionadas: o departamento de vendas é um ótimo medidor da “saúde” da empresa. Fique de olho se os superiores andam pressionando as vendas ou a redução de preços nos serviços solicitados. A revisão constante de contratos e informações sobre pagamento antecipado também são maus sinais.
4. Novos rostos: o escritório anda recebendo muitas visitas, mas ninguém da equipe sabe quem são. Eles não interagem com os colaboradores e normalmente fazem reuniões com os gestores - de portas fechadas. É claro que eles podem ser potenciais clientes, mas também podem ser os futuros donos da empresa.
5. Deixando o barco: profissionais estão mudando de emprego ou estão sendo despedidos. Este é outro sinal de alerta. Uma dica é procurar os ex-colegas no LinkedIn e ver para onde eles foram, como para uma empresa concorrente.
6. Fofocas: a expressão “onde há fumaça, há fogo” faz sentido em situações como esta. As pessoas deixam palavras no ar ou escrevem nas redes sociais frases enigmáticos. Você chega em algum lugar da empresa e seus superiores param de falar. Nenhum líder irá contar aos seus subordinados sobre as verdadeiras intenções da empresa.
7. Perguntas: de repende, seu chefe te pergunta como vai o seu trabalho e cobra os resultados. Começam a colocar novas políticas e querem ver trabalhos antigos. Eles podem estar verificando o seu trabalho para o possível comprador.
8. Fraco desempenho: a empresa vem perdendo metas, clientes e vendas. Reuniões e cobranças vão ficando cada vez mais raras e o trabalho está rendendo cada vez menos. Dê atenção a esses fatores.
9. Mantendo o padrão: apesar dos murmúrios e apreensão dos seus superiores, nada tem acontecido de diferente em suas atividades. Você está se sentindo à deriva, fazendo seu trabalho sem um retorno concreto. Não há planos, não há metas definidas ou iniciativas dos seus chefes.
10. Sinta o clima: todos estão forçando a boa aparência, principalmente seus líderes. Nada está acontecendo com sua equipe, mas tem algo no ar. É provável que algo esteja claro para eles, mas os empregados não podem saber de nada. Nessas horas, se os sinais estão gritando o tempo todo, o melhor a fazer é se preparar, atualizar o currículo e procurar novas oportunidades, com calma. Além disso, tudo o que você pode fazer nessas horas é esperar pelo melhor e pelo novo recomeço.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Conheça 7 novas profissões que estão em alta no mercado de trabalho


Pesquisa da Michael Page aponta as carreiras que são destaque no mercado, inclusive no Brasil


Com o objetivo de entender as adaptações sofridas pelo mercado diante das variações da economia, a consultoria Michael Page realizou uma pesquisa em cinco países (Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França e Brasil) que mostra as atividades que nasceram a partir das necessidades desse mercado que muda constantamente.
"São profissões muito especializadas, que atendem a demandas atuais e futuras. A perspectiva para os próximos anos é de ampliação no campo de trabalho desses cargos", diz Paulo Pontes, presidente da Michael Page no Brasil.
Veja os sete novos profissionais que, de acordo com a parte brasileira da pesquisa, se destacam nas empresas atualmente: 
Imagem: Thinkstock


Gerente de treinamento do Varejo

O que faz: treina os funcionários de cada ponto de venda da empresa. Antes, o costume era que a empresa adotasse um treinamento-padrão para todos os funcionários que lidam com o público; hoje, considera-se mais produtivo contar com profissionais que elaboram programas específicos conforme as características dos consumidores locais. 
Formação: administração de empresas, recursos humanos e psicologia.
Quem contrata: empresas do setor de varejo.
Salário médio: 8 mil a 12 mil reais.

Gerente de Identidade Visual

O que faz: em redes varejistas, é encarregado de talhar cada ponto de venda ao perfil do público que o frequenta. Ele define, por exemplo, a linha de produtos que deve ganhar destaque em determinada loja, a maneira como seus vendedores devem abordar a freguesia e as ações promocionais mais proveitosas. Deve, enfim, cunhar uma identidade para a loja ao mesmo tempo em que cuida para que ela não se sobreponha à imagem da marca nem entre em choque com ela.
Formação: publicidade e propaganda, marketing e administração, com experiência em varejo.
Quem contrata: empresas do setor de varejo, em especial no segmento de luxo.
Salário médio: 8 mil a 12 mil reais.

Gerente de comunidade

O que faz: atua diretamente na comunicação com o consumidor por meio de redes sociais, blogs e fóruns on-line. É responsável, por exemplo, por impedir que as reclamações sobre um produto ou serviço de sua empresa divulgadas no Twitter ou no Facebook se transfo rmem em virais negativos na internet.
Formação: marketing e publicidade e propaganda.
Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais.
Salário médio: 7 mil a 10 mil reais

Gestor de reestruturação

O que faz: nos bancos, gerencia a carteira de clientes endividados, que abrange as empresas em dificuldades decorrentes, principalmente, da crise econômica de 2008. Embora grande parte dos gestores de reestruturação atue no setor bancário, há profissionais também dentro das companhias, com a missão de colocar a situação financeira da empresa nos eixos.
Formação: gestão e administração de empresas, economia e engenharia, com pós-graduação em finanças e experiência comprovada em áreas de risco de crédito.
Quem contrata: instituições financeiras e empresas de grande porte do setor privado.
Salário médio: 14 mil a 24 mil reais

Gerente de projetos

O que faz: joga no meio de campo entre o departamento de TI e as demais áreas da empresa. Por um lado, ele leva as necessidades dos diferentes departamentos da companhia aos técnicos de sistemas da informação. No caminho inverso, aponta aos funcionários as limitações dos recursos de TI. Como ele dialoga com grupos que muitas vezes não se entendem — tecniquês e juridiquês, por exemplo, são dois idiomas distintos —, a capacidade de comunicação é a sua principal característica.
Formação: engenharia e informática.
Quem contrata: médias e grandes empresas de todos os segmentos.
Salário médio: 12 mil a 20 mil reais.

Gerente de relações governamentais

O que faz: é o interlocutor da empresa junto a órgãos governamentais e agências reguladoras, como Anatel e Aneel. Sua área de atuação é vasta: inclui desde questões legais até assuntos socioambientais. Por isso, o cargo exige um profissional que tenha grande capacidade de comunicação e, ao mesmo tempo, muito conhecimento e aptidão para os meandros da burocracia — uma combinação difícil, que, quando preenchida com eficiência, pode levar aos mais altos salários entre aqueles oferecidos por essas novas profissões.
Formação: comunicação, direito, administração de empresas, relações internacionais ou ciências sociais, de acordo com a área de atuação da companhia.
Quem contrata: empresas de grande porte, principalmente aquelas sob a supervisão de órgãos reguladores.
Salário médio: 12 mil a 45 mil reais

Gerente de marketing online

O que faz: elabora a estratégia de marketing de uma empresa nas mídias sociais, como Twitter e Facebook, de acordo com o público específico que se quer atingir e a rede social que se deve utilizar. Na Europa e nos Estados Unidos, os profissionais desse ramo já contam com experiência de até dez anos no currículo. No Brasil, o marketing on-line só agora começa a se expandir — daí a carênciade profissionais experientes nessa área.
Formação: publicidade, propaganda e marketing.
Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais
Salário médio: 8 mil a 15 mil reais 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Salário ou satisfação profissional?


Podemos observar que muitos profissionais bem sucedidos em suas carreiras fazem exatamente o que mais gostam e, como resultado, acabam sendo muito bem remunerados


Uma grande dificuldade para se obter sucesso profissional está justamente em saber "o que se quer ser quando crescer". Uma minoria de pessoas consegue ter a clareza de qual profissão deseja desempenhar no futuro, principalmente no momento de ingressar em uma universidade.
Normalmente, nos deparamos com algumas situações bem conhecidas por muitos, como a forte pressão dos pais pela escolha da profissão que mais os agrada, falta de clareza sobre qual carreira escolher ou a opção por um curso que caiba no orçamento - mesmo que não seja o curso ideal.
A exigência do mercado de trabalho e, psicologicamente, da sociedade, por uma formação de nível superior, faz com que muitas pessoas escolham um curso sem terem a certeza do que querem, e no meio do caminho desistem, ou ainda concluem o curso e não exercem a profissão.

Iniciamos nossas experiências profissionais buscando a felicidade, mas a necessidade financeira para suprir os desejos que a juventude exige acaba abrindo caminhos que dificultam. A verdade é que muitos jovens, pela falta de clareza e experiência, não sabem o que querem fazer e em que trabalhar para se considerarem felizes profissionalmente. 
Imagem: Thinkstock

Geralmente optamos por algum curso de nível superior sem muita certeza da nossa escolha e experimentamos vários tipos de trabalhos e funções na busca pelo dinheiro. Afinal, logo de cara nossa busca pela felicidade acaba sendo deixada para segundo plano quando damos a prioridade para a questão financeira. No momento em que trabalhamos exclusivamente por melhores salários e melhores cargos, a satisfação pessoal e profissional ficam distantes de serem alcançadas.
Muitas pesquisas apontam que profissionais de cargos elevados em grandes organizações e com salários altíssimos largam tudo na busca pela satisfação por fazerem algo que realmente gostam e acreditam. Muitos reiniciam suas vidas profissionais e conseguem reequilibrar suas carreiras, onde conseguem dar prioridade para o prazer pelo que fazem e em pouco tempo conseguem ter como consequência um excelente retorno financeiro.
Aquele velho ditado que diz "nunca é tarde para recomeçar" é muitas vezes praticado por profissionais que conseguem aproveitar os programas de desenvolvimento oferecidos pelas organizações que investem em seus profissionais, sendo que o autoconhecimento proporcionado permite que muitos possam conquistar um novo significado para suas carreiras e consigam melhores resultados dentro da própria organização. Em alguns casos, os profissionais acabam mudando de área, pois a felicidade não é vislumbrada dentro da mesma organização. O mais importante é não desistir da busca pela felicidade.
Por conhecer diversos exemplos de casos reais, acredito que a forma mais sustentável de manter a equação salário x satisfação equilibrada é não focar única e exclusivamente no dinheiro, pois este deve vir como resultado do trabalho que é feito quando se gosta, com prazer e significado especial para quem o faz. É importante ser honesto consigo mesmo na busca pela felicidade profissional e que possamos mudar nossos rumos a qualquer época de nossas vidas, afinal: nunca é tarde para recomeçar!
Alan Cordeiro - Administrador e consultor da M&S, consultoria especializada em desenvolvimento humano. 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Emprego novo? Saiba o que fazer para impressionar o chefe e a equipe


Após o processo seletivo, vem a notícia que a vaga é sua. Mas, e agora? Especialista dá dicas de como se preparar para este início


Após um cansativo processo seletivo, finalmente o profissional consegue a vaga tão disputada. Mas, e agora? Nestes momentos, muitas pessoas se sentem inseguras em como dar o primeiro passo no ambiente corporativo, fazer novos colegas e conquistar seu chefe.
“O seu comportamento e suas ações irão definir o seu perfil dentro da empresa, na visão de seus colegas e superiores. Sendo assim, é fundamental o profissional se preparar e ficar atento às questões da empresa, como ritmo, comunicação e a expectativa do chefe para o seu cargo”, afirma a consultora de Desenvolvimento Humano da M&S e psicóloga, Elisabete Oliveira.
Para suprir a expectativa e se dar bem nessa nova fase, além de estar alerta com o que acontece ao seu redor, é necessário saber lidar com a mudança. “Pensar como o profissional pode ser simpático, como ser agradável e como ser solista. Essa última característica é muito importante, pois é o que menos se vê no ambiente corporativo, pela competição excessiva da equipe. Ouvir as pessoas e querer ajudá-las são algumas dicas que poderão conquistar seus colegas”, comenta a consultora.
Uma outra dica é prestar atenção na hora da entrevista: ver como as pessoas se vestem, se são mais extrovertidas, entre outas características que, se for chamado, saberá como agir nos primeiros dias e a possibilidade de dar uma boa impressão ao seu chefe, será maior. “Ele saberá que o profissional já está alinhado com a empresa e que faz parte da equipe”, comenta Oliveira.
Mas, às vezes, o nervosismo fala mais alto. Nesta hora, a melhor solução é pesquisar na internet os valores e as principais atividades da empresa, inclusive, se for possível, ver a área de atuação e estar ciente de suas funções.

O que não fazer

Há uma série de erros que muitos novos profissionais cometem logo no começo, que certamente, poderá prejudicá-los para a ascensão da carreira no local ou, no caso dos estagiários, uma possível efetivação.
O grande e mais comum erro que os profissionais fazem, aponta Oliveira, é chegar no novo emprego com a postura do anterior. O ritmo da empresa antiga, como ele lidava com os colegas e com seus superiores, alguns possíveis pontos negativos do dia a dia, como chegar atrasado ou sair mais cedo. “Ter o vício da rotina é ruim, pois é preciso mostrar eficiência e pró-atividade e aproveitar que é novo para dar opiniões, pois tem uma nova visão de prováveis pequenas falhas que os outros não percebem no dia a dia”, afirma Oliveira.
Ter medo de perguntar também é outro deslize frequente. “Melhor perguntar do que deduzir. Também mostrará interesse em aprender rápido o seu trabalho e saber sobre a empresa”.

O novato é o chefe

Conquistar o chefe é difícil. Imagine se o novo profissional é o próprio chefe e o dever não é conquistar um, mas vários empregados. “Muitos subordinados têm aversão à nova chefia, seja por falhas da gestão anterior, ou por um chefe muito querido pela equipe que foi demitido”, explica Oliveira.
O que se deve fazer nessa situação, é se apresentar: mostrar como trabalha, quais seus objetivos na empresa, o que espera da equipe, tópicos relevantes para uma boa convivência e para deixar claro o que o chefe espera dos empregados.
“Se for uma equipe pequena, o melhor a fazer também é conversar com cada um e ver o que ele gosta do trabalho, o que ele espera da empresa, quais os objetivos profissionais, quais suas funções e se gostaria de mudar para outra área da empresa. Assim, mostrará que o chefe está preocupado com seus subordinados e eles, por sua vez, se sentirão mais à vontade para contar a um novato suas experiências e expectativas sem ter medo de repressão”, aconselha a consultora.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Avanço do emprego formal é irreversível, diz especialista


Com direitos previdenciários e trabalhistas assegurados por lei, quem passa por um emprego com carteira assinada não quer voltar ao mercado informal


Impulsionado pelo aumento da escolaridade do brasileiro, o avanço no emprego formal desde 2002 é irreversível. Na avaliação dos autores de pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), nem a atual desaceleração da economia, que tem reflexos na criação de empregos, é capaz de fazer a informalidade voltar a subir.
Segundo Rodrigo Moura, um dos autores do estudo, a educação é justamente o fator que impede o retorno dos empregos precários, por causa da conscientização em relação aos direitos trabalhistas e previdenciários. "A população mais educada aceita menos o contrato informal. Essa tendência é observada para qualquer ano em que a taxa de informalidade cai", explica.
Com direitos previdenciários e trabalhistas assegurados por lei, quem passa por um emprego com carteira assinada não quer voltar ao mercado informal. Funcionária de uma lanchonete, Fernanda dos Santos, 30 anos, está no primeiro emprego formal. Há dois anos começou como auxiliar, mas foi subindo de posto até ser promovida a gerente. Ao comparar a experiência com o trabalho anterior, ela constata que o emprego legalizado dá segurança.
Antes da lanchonete, Fernanda trabalhou oito meses como recepcionista, sem carteira assinada, num curso de inglês, de onde foi mandada embora sem aviso prévio. "Quando você trabalha sem carteira assinada, você está entrando sem nada e, com certeza, vai sair sem nada", constata. Outro problema de não ter carteira assinada, destaca, é a dificuldade em comprovar o tempo de experiência no trabalho. "O empregador pede o registro na carteira para verificar os trabalhos anteriores".
O vendedor de produtos de informática Rodrigo Castro, 21 anos, também está no primeiro emprego formal e lista os benefícios do trabalho legalizado. "Trabalhar com carteira assinada tem muitos benefícios de que não posso abrir mão, como aposentadoria", ressalta Rodrigo, que também não quer voltar à informalidade. Antes do atual emprego, ele trabalhava numa lan house no interior da Bahia sem carteira assinada. "Não trabalharia novamente num emprego informal", diz.
Em épocas de desaceleração da economia, como a atual, a geração de empregos formais está em queda. Segundo o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho, 250,3 mil postos de trabalho formais foram criados no país nos cinco primeiros meses do ano, o nível mais baixo para o período desde 2009. Apesar de uma possível estagnação no mercado de trabalho, o professor da FGV acredita que não haverá reversão no processo de formalização da economia.
"Mesmo que o nível de emprego se acomode, há um fluxo muito alto do trabalho informal para o formal. Quando uma vaga de emprego informal é destruída e uma vaga formal é criada, só ocorre uma mudança entre setores, o que deve continuar", alega. 

4 dicas para se recolocar no mercado depois de uma demissão


Consultores apontam dicas que podem ajudar a conquistar uma nova oportunidade


Demissão, geralmente, é uma situação delicada que muitos profissionais acabam desacreditando em seu potencial e não sabem como recomeçar. Muitas vezes, a demissão não é ocasionada por causa do desempenho do profissional, mas por cortes nos gastos, por problemas financeiros, ou fatores que não necessariamente tem a ver com a incapacidade do colaborador. Mas para que a dúvida não fique no ar é fundamental conversar com o gestor na hora da demissão.
O diretor da Page Personnel, Roberto Picino, explica que é direito do profissional saber o porquê que os superiores chegaram a esta decisão. “Assim, saberá se a causa da demissão veio da empresa ou do seu desempenho e saberá exatamente em que melhorar, para não passar pela mesma situação no emprego seguinte. Também não crie tumulto ou inimizades na hora da rescisão. É sempre importante manter sua rede de contatos profissionais saudável”, explica.

Novas oportunidades


Para seguir em frente e se recolocar no mercado de trabalho, consultores selecionaram dicas que poderão ajudar a conquista uma nova oportunidade:
Controle os gastos: o momento é de economizar. Aproveitar o tempo livre e a perspectiva de um novo cargo para investir em cursos é natural, porém, evite desperdiçar sua reserva financeira em atividades que não são prioridade no momento. Se aperfeiçoar é importante, mas se desejar fazê-lo, procure capacitações que realmente farão diferença para o cargo que pretende conquistar. Uma alternativa é procurar cursos gratuitos ou com a mensalidade reduzida, oferecidos por universidades ou pelo sindicato de sua área.
Aproveite para refletir: tentar responder perguntas como “por que perdi o emprego?”, “o que poderia ter feito para garanti-lo?”, “quais são os pontos negativos que podem ser melhorados”, entre outras questões que poderão guiar para um aprimoramento profissional. Visão de futuro também é essencial para ir diretamente atrás do que deseja, em vez de ficar procurando oportunidades sem ter certeza do que quer encontrar.
Prepare-se para as oportunidades: esta é a hora de rever o currículo, atualizar informações pertinentes à área e procurar a estudar dicas de como obter sucesso em uma seleção ou uma entrevista de emprego. Quando a chance surgir, estará pronto para consegui-la.
Invista no networking: não é vergonhoso ou errado pedir indicações. Uma oportunidade não cairá do céu e, muitas vezes, as melhores são justamente por indicação. Afinal, mesmo que você não seja indicado por alguém, as pessoas saberão de sua condição e, se elas virem uma oportunidade, pensarão em você.
“Tenha em mente que a demissão pode ser a chance para um recomeço. Reflita sobre o caminho profissional que vinha seguindo e decida se está satisfeito com ele. Explore possibilidades e tente um novo cargo quando tiver certeza do que deseja para o seu futuro”, recomenda o diretor da Page Personnel, Danilo Castro.

3 regras de ouro para um bom networking


Nos países asiáticos, por exemplo, a tradição ensina que se você deseja negociar com alguém, primeiro deve estabelecer o contato social


O ditado 'não importa o que você sabe, mas quem você conhece', faz referência ao fato de que, muitas vezes, nos negócios as relações pessoais são mais importantes do que o conhecimento especializado. Eu não acredito que a chave do sucesso seja apenas conhecer as pessoas certas.
Pense nas pessoas aparentemente bem-sucedidas que se deram mal com a crise dos últimos quatro anos. Elas tinham os contatos certos, pelo menos, era o que pensavam. Faziam parte do sistema, mas não perceberam que estavam se isolando. E este é o desafio, além de fazer novos contatos, é importante avaliar estes relacionamentos e ponderar sobre novas ideias.
O networking no contexto comercial representa a interação social que busca por vantagens. Nos países asiáticos, a tradição ensina que se você deseja negociar com alguém, primeiro deve estabelecer o contato social, incluindo a troca de presentes. Os anglo-saxões, em grande parte, acreditavam que poderiam fazer negócios sem nenhum agrado e foi com atraso que perceberam a importância do networking.
A globalização minimizou essas diferenças culturais. Hoje por mais que tenhamos ampla capacidade de nos conectarmos, seja por meio do Twitter, Facebook ou videoconferência, é fácil nos sentirmos solitários. Ao atingir um determinado patamar, é possível escolher as pessoas com quem queremos conversar, excluir as demais e trabalhar por meios virtuais em muitas situações. O que pode transformar o networking em algo tão seletivo que deixa de funcionar como deveria.
Devemos nos esforçar para estarmos disponíveis. Saia na rua e veja ao seu redor. Utilize as mídias eletrônicas, fique conectado. Mas não se esqueça de conversar com a sua equipe e com pessoas de outras áreas, pois podem lhe ajudar a fazer ótimos contatos. O networking na dose certa faz com que você descubra o que seus clientes desejam e qual é a motivação das pessoas. Confira algumas dicas:
1. Envolva-se em todos os tipos de mídias sociais, de modo a ampliar suas conexões. Viaje para explorar novos mercados, conhecer possíveis clientes e ouvir conselhos de pessoas experientes em cada local. Converse com sua equipe e com amigos. Esteja aberto a encontros casuais que podem surgir depois de conferências em locais públicos. Mas lembre-se de que este é o estágio inicial, o de fazer novos contatos.
2. Crie laços. O networker bem sucedido deve conseguir relaxar e persuadir outras pessoas a fazerem o mesmo. O que é impossível se você estiver muito determinado em vender algo ou ganhar uma discussão. Pessoas extrovertidas são legais, mas ser muito determinado pode fazer com que o outro fique na defensiva. Respeite as pessoas, ouça , dê a elas a chance de se expressarem. É impossível fingir: tenha a mente aberta, cultive a capacidade de escutar e aprender. Seja paciente e as oportunidades irão surgir.
3. Dê prosseguimento. Entregar apenas um cartão, não convence. Se existe uma oportunidade de negócio, este é o momento de ter iniciativa. Reflita no que a pessoa está interessada, envie um e-mail, ofereça algo, convide para um evento, e se houver dúvidas, procure esclarecê-las. Um bom networking se constrói com interação pessoal e respeito.
Mark Dixon - CEO e fundador do Grupo Regus. 

terça-feira, 17 de julho de 2012

A importância de uma pós-graduação na vida profissional


Em entrevista ao Portal Administradores, a psicóloga e administradora de RH Márcia Luz indica porque o profissional deve cursar uma pós-graduação para se destacar no mercado


A experiência e o aprendizado obtidos nos bancos das universidades já estão longe de ser suficientes para garantir o posicionamento dos profissionais no mercado de trabalho. As instituições públicas de ensino por vezes voltam os seus programas para o desenvolvimento acadêmico e produção de conhecimento científico, sem calejar os alunos para a carreira na iniciativa privada.
Com isso, um curso de pós-graduação pode ser uma alternativa essencial. Nos últimos anos, têm surgido no Brasil não apenas novas - e credenciadas - escolas de MBA e especialização, mas também novas alternativas e modalidades de cursos. O objetivo é atender a uma demanda de profissionais que já atuam no mercado, e não têm tempo nem tanta disposição para enfrentar as fileiras da sala de aula.

Em entrevista ao Portal Administradores, Márcia Luz, especialista em RH e autora do livro "Agora é pra valer: a verdadeira história de quem passou de chefe dos outros para líder de si mesmo", dá as dicas para quem vai buscar a primeira pós. "A primeira providência a tomar é decidir quais são seus planos profissionais", sugere. É bom selecionar bem os critérios e lembrar que o objetivo do aprendizado é buscar conhecimento em primeiro lugar, e não simplesmente um título.
  • A edição 15 da Revista Administradores traz uma reportagem completa sobre pós-graduação e um guia das áreas com maior demanda dentro da Administração.

Qual o impacto de uma especialização na carreira de um profissional?


Estamos na Era do Conhecimento. Não existe mais data para encerrar os estudos, como fizeram nossos pais e avós. Você será um estudante até os últimos dias de sua vida. Se fará isso através dos caminhos acadêmicos ou será um autodidata, a opção é sua, mas parar de estudar, definitivamente não é uma escolha inteligente para quem quer ter espaço nas Organizações do século 21. Neste sentido, cursos de especialização são uma excelente opção.

Quais são os critérios que um profissional deve levar em conta ao escolher uma pós graduação?

A primeira providência a tomar é decidir quais são seus planos profissionais, pois de acordo com a resposta, o tipo de pós graduação que você fará será diferente. Se sua intenção é conquistar um cargo de comando numa companhia, pense na possibilidade de fazer um MBA. Se o seu objetivo é aprofundar conhecimentos e melhorar o desempenho profissional, procure uma especialização específica. Agora se você pretende seguir a carreira acadêmica é indispensável cursar um mestrado e doutorado.

Agora para saber em qual instituição de ensino realizar o curso pesquise o mercado, converse com pessoas que já participaram, avalie a ementa das disciplinas. Você tem inclusive possibilidades de bons cursos à distância, caso seus horários não permitam voltar a frequentar bancos escolares.

O profissional deve fazer uma pós apenas para incrementar o currículo, ou porque é "uma exigência do mercado"?

Pelos dois motivos. Como eu já disse, não existe mais a possibilidade abandonar o caminho do aperfeiçoamento profissional e acreditar que será possível conquistar boas posições no mercado de trabalho.

Qual o momento mais adequado na carreira para o profissional optar pela pós? Assim que termina o curso, ou um pouco mais de experiência é indicado?

Uma vez que o profissional estará se reciclando continuamente ao longo de toda a sua vida, não existe mais uma data específica para realizar sua primeira pós-graduação. Sugiro, porém que ele já esteja no mercado de trabalho, pois assim aumentarão suas chances de escolher um caminho que complemente o que ele já faz profissionalmente.

Como os departamentos, consultorias de Recursos Humanos e headhunters enxergam esse diferencial?

Pós-graduação não é mais diferencial, é quase que o mínimo esperado. O que os selecionadores observarão é se existe no candidato a atitude de buscar aprender mais e mais, seja através dos caminhos escolares ou sendo um assíduo leitor de livros.

O que o mercado espera de um profissional com especialização?

O que o mercado espera é poder contar com profissionais que busquem o auto-desenvolvimento o tempo todo, pois o mundo assumiu uma trajetória acelerada de mudanças. Os paradigmas do passado não servem mais e as Organizações de sucesso serão aquelas capazes de se reinventar constantemente.