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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Colaborador: você sabe seu valor para a empresa?


Muito se fala na retenção de talentos, na formação de lideranças e na valorização do capital humano, mas será que os colaboradores têm mesmo a noção de seu real valor para as empresas? Durante muito tempo, as relações de trabalho foram elevadas ao nível de dependência unilateral, onde a empresa detinha todo o controle e, os profissionais que a compunham, eram meros figurantes.
Hoje, esse cenário mudou, e não é mais possível negar que a relação patrão/empregado é de interdependência. Entretanto, se por um lado muitas organizações acompanharam as mudanças organizacionais e, especialmente comportamentais, outras ainda preferem ignorar que seus profissionais são seu maior diferencial competitivo.
A importância da valorização
E se as empresas estão buscando valorizar ainda mais seus colaboradores, é importante também que estes profissionais tenham a consciência de sua importância e, de seu valor neste processo de construção e manutenção de uma organização de sucesso. Para isso, é imprescindível fazer uma autoavaliação e identificar as qualidades profissionais que o diferencia dos demais colaboradores, como também as competências que precisam ser aperfeiçoadas e desenvolvidas efetivamente.
A valorização das pessoas é essencial ainda para que haja engajamento, motivação, as funções sejam desempenhadas com maestria, e os resultados alcançados plenamente. Do contrário, se torna inviável exigir dentro de um ambiente que não valoriza os colaboradores, grandes feitos e empenho por parte destes.
As 3 necessidades básicas do ser humano
Além de investir no aperfeiçoamento de seus profissionais, os líderes devem ter em mente que todo ser humano tem 3 necessidades básicas, são elas;
  1. Ser ouvido na essência – Não apenas a empresa tem direito de cobrar, como também os colaboradores devem ter o direito de expressar o que pensam, sentem e serem ouvidos em suas sugestões e naquilo que lhes incomoda.
  2. Ser notado/reconhecido/amado – Toda tarefa exige empenho e dedicação e, é importante que o líder reconheça a atuação de seus profissionais para o alcance de êxito no trabalho. Este reconhecimento confere mais segurança ao colaborador, para que continue a desempenhar bem seu trabalho, como também aumente sua autoestima e proatividade.
  3. Ter direito de errar – Todos nós somos falíveis e, é importante que ao invés de apontar os erros e punir, o líder sempre busque apresentar aos liderados aprendizados provenientes de uma falha. Isso, ao invés de amedrontar, cria nestes profissionais a consciência de que os erros podem acontecer, mas que, com mais atenção, também é possível evitar que se repitam. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Brasil vale R$ 2,8 trilhões como marca


Estudo realizado pela Brand Finance indica que o valor foi impulsionado pelas Olimpíadas de 2016. Na Inglaterra, atual sede do evento, índice chega a R$ 4,4 trilhões


A escolha do Brasil como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 levou a "marca do país" a valer R$ 2,8 trilhões. Comparado à Inglaterra, atual sede do evento, o valor ainda é relativamente baixo: mesmo com índices do PIB muito próximos, a marca Reino Unido vale R$ 4,4 trilhões. Os dados são parte do estudo realizado pela consultoria internacional de avaliação e gestão de marcas Brand Finance.
Ainda que o Brasil atinja 63% do valor de marca da Inglaterra, a pesquisa indica que por aqui os benefícios podem ser maiores. Para isso, serão necessários investimentos do setor privado e do governo em adotarem uma agenda estratégica e operacionalúnica. O país pode movimentar R$ 100 bilhões, entre outubro de 2015 e outubro de 2016.
A marca Olimpíadas é a segunda mais valiosa no mundo, de acordo com o estudo da Brand Finance, ficando atrás apenas da Apple. O crescimento registrado pela marca foi de 87% desde as Jogos Olímpicos de Pequim, na China, chegando hoje ao valor de R$ 96,1 bilhões.