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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Brasil terá pelo menos cinco novas montadoras de automóveis nos próximos três anos


Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, a competitividade será ampliada com a chegada de novas montadoras ao país nos próximos três anos


O Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) ajudará o Brasil a ampliar as exportações, em especial para mercados que prezam por tecnologia de ponta. Além disso, vai melhorar a qualidade e diminuir o preço dos veículos produzidos para o mercado interno. De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, a competitividade no setor será ampliada com a chegada de cinco ou seis novas montadoras ao país nos próximos três anos.

"A [montadora alemã] BMW vai anunciar a construção, no Brasil, de sua primeira fábrica fora do continente europeu. Semana que vem, o presidente mundial da empresa virá ao país para fazer o anúncio", informou Pimentel após participar do programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.
"Parece que [a fábrica] será no Sul, mas não quero antecipar porque é a empresa que vai fazer o anúncio, durante a visita de seu presidente ao Brasil", acrescentou o ministro. Pimentel disse que a BMW protocolou o pedido de adesão ao novo regime automotivo. "Depois, a habilitação será coisa rápida".
O Inovar-Auto é um estímulo do governo à pesquisa, tecnologia e inovação no setor automotivo por meio de incentivos às montadoras que investirem em inovação tecnológica. Contempla empresas que produzem ou comercializam veículos no país, além daquelas que tiverem projeto de investimento no Brasil.
"Esse programa premia empresas que adotam mais tecnologia, eficiência energética e segurança. A partir do início do ano que vem, todos veículos sairão das fábricas com freio ABS e pelo menos dois airbags", disse o ministro. Segundo ele, o governo pretende "manter ou expandir a posição do Brasil, que é o quarto maior produtor de veículos", atrás dos EUA, da China e do Japão.
"A cadeia movimenta 25% do PIB porque envolve uma grande quantidade de empresas, como mecânicas, seguradoras. No mundo inteiro, o automóvel é um dos maiores indutores da economia. O Brasil faz isso com vigor e quer se tornar o maior produtor mundial, com uma grande plataforma de exportação de carros. Em dois ou três anos estaremos exportando automóveis de qualidade para todo o mundo", argumentou.
Pimentel disse que a montadora japonesa Nissan foi a primeira empresa a ser habilitada sob o novo regime automotivo. "Hoje estamos habilitando a primeira empresa ao regime automotivo: a Nissan. Mas há outros dez ou 12 pedidos que, a partir da próxima semana, deverão ser analisados, divulgados e habilitados".
As empresas que se habilitarem ao regime devem se comprometer com redução de até 12,08% no combustível consumido pelos veículos comercializados a partir de 2017. Quem atingir a meta passa a ter como benefício adicional o abatimento de 1 ponto percentual no IPI. Quem superar a meta, recebe desconto de 2 pontos percentuais.
"Os carros reduzirão em 18% os gases que causam efeito estufa e vão aumentar a eficiência em 8%. As montadoras que alcançarem as metas terão uma redução de 2 pontos percentuais no IPI, e pagará 5% ao invés de 7%", disse Pimentel. "A oferta está aumentando e levará à queda de preços dos carros", completou. 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Brasil tem dois programas entre os melhores MBAs do mundo


Ranking do jornal britânico Financial Times tem o MBA da FGV e o da FIA na 24º e 85º posição, respectivamente


O Brasil tem dois cursos de MBA entre os 100 melhores programas de MBA executivos do mundo, conforme ranking do jornal Financial Times.  OneMBA da Escola de Administração de Empresas da FGV (Fundação Getulio Vargas) e o International EMBA da FIA ( Fundação de Instituto de Adminstração), foram os apontados.
O programa One MBA subiu duas posições no ranking e ficou em 24º lugar. O curso é um parceria da EAESP com a Chinese University of Hong Kong, a RSM Erasmus University, o EGADE, do México e a University of North Carolina at Chapel Hill. Por sua vez, o International EMBA, da FIA, caiu da 57º posição no ano passado para o 85º lugar neste ano.
O ranking é elaborado de acordo com dados coletados a partir de pesquisas feitas com escolas participantes e com ex-alunos que se formaram há três anos, em 2009.
As escolas de negócios devem ter programas internacionalmente reconhecidos e o programa deve ser acontecido em pelo menos quatro anos consecutivos.

Confira os dez melhores MBA listados:

1º Kellogg Scholl of Management, da Hong Kong University of Science and Tecnology
2º London Business Schooll
 Trium, uma parceria da HEC Paris, da London School of Economics e da NYU: Stern
4º Tsinghua University / Insead, China
5º Ucla: Anderson, National University of Singapore
6º Insead / Europe Campus, França
7º Ceibs, Shangai
8º University od Pennsylvania: Wharton
9º Washington University: Olin School of Business
10º University of Chicafo Booth School of Business

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Brasil vale R$ 2,8 trilhões como marca


Estudo realizado pela Brand Finance indica que o valor foi impulsionado pelas Olimpíadas de 2016. Na Inglaterra, atual sede do evento, índice chega a R$ 4,4 trilhões


A escolha do Brasil como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 levou a "marca do país" a valer R$ 2,8 trilhões. Comparado à Inglaterra, atual sede do evento, o valor ainda é relativamente baixo: mesmo com índices do PIB muito próximos, a marca Reino Unido vale R$ 4,4 trilhões. Os dados são parte do estudo realizado pela consultoria internacional de avaliação e gestão de marcas Brand Finance.
Ainda que o Brasil atinja 63% do valor de marca da Inglaterra, a pesquisa indica que por aqui os benefícios podem ser maiores. Para isso, serão necessários investimentos do setor privado e do governo em adotarem uma agenda estratégica e operacionalúnica. O país pode movimentar R$ 100 bilhões, entre outubro de 2015 e outubro de 2016.
A marca Olimpíadas é a segunda mais valiosa no mundo, de acordo com o estudo da Brand Finance, ficando atrás apenas da Apple. O crescimento registrado pela marca foi de 87% desde as Jogos Olímpicos de Pequim, na China, chegando hoje ao valor de R$ 96,1 bilhões. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Veja ranking das melhores instituições particulares de ensino à distância no Brasil


Os alunos de 67 instituições expressaram sua opinião de acordo com o grau de satisfação dando nota entre um e cinco


Para saber o nível de satisfação dos estudantes de ensino à distância em várias instituições de ensino particulares brasileiras, a ABE-EAD (Associação Brasileira dos Estudantes de Ensino a Distância) realizou uma pesquisa. Ao todo foram entrevistados 16.200 alunos da graduação de 67 faculdades, universidades e centro de ensino de vários estados.
Os alunos expressaram sua opinião de acordo com o grau de satisfação percebido no curso que realiza, dando nota entre um e cinco.
As notas significam: - 1 completamente insatisfatório; - 2 insatisfatório; - 3 regular; - 4 satisfatório; - 5 plenamente satisfatório.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Heineken completa dois anos no Brasil e anuncia ampliação na produção


Companhia holandesa cresceu 21.4% nesses dois anos de operação no país


No mês de maio, a Cervejaria Heineken completa dois anos no Brasil e, aproveitando a data, comunicou a ampliação da sua cervejaria em Araraquara, no interior de São Paulo.
As obras de expansão da planta começaram em setembro de 2011 e a inauguração está prevista para agosto desse ano. Hoje, a Heineken é produzida apenas em Jacareí, também no interior de São Paulo e, com a ampliação, a meta é dobrar o volume de produção da empresa, que chegará a 150 milhões de litros. "Somente em 2011, a cerveja cresceu 87%. A expansão na linha de produção nos permitirá continuar a crescer no mercado premium brasileiro",afirma Chris Barrow, presidente da Heineken Brasil
Desde a aquisição da divisão de cervejas da FEMSA, a companhia instalou sua sede na capital paulista, e selecionou um time de gestores de diferentes áreas que colocaram em prática estratégias para cada uma de suas marcas: Heineken, Kaiser, Bavaria, Sol, além de todo seu portfólio Premium, batizado pela cervejaria de United Beers of The World, que conta com as marcas Amstel Pulse, Birra Moretti, Edelweiss, Murphy's Irish Stout, Murphy's Irish Red, Sol Premium, Dos Equis e Xingu.
Atualmente, a operação brasileira possui mais de 2.300 funcionários no escritório central e nas oito fábricas HEINEKEN no país. Além de Araraquara e Jacareí, a empresa conta com unidades de produção em Cuiabá (MT), Feira de Santana (BA), Gravataí (RS), Manaus (AM), Pacatuba (CE) e Ponta Grossa (PR). 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Rotatividade de CEOs no Brasil cresce e fica acima da média global


Segundo estudo, maior parte das substituições foi planejada e ocorreu pelo fato dos executivos não atingirem o esperado


Entre 2010 e 2011, a rotatividade de CEOs no Brasil cresceu de 16,8% para 22,8%, superando em 8,6 pontos percentuais a média global de 14,2%. Os dados fazem parte da 12ª edição da pesquisa CEO Sucession, elaborada pela Booz & Company.
De acordo com o estudo, no Brasil, a maior parte das substituições foi planejada e ocorreu pelo fato dos executivos não terem atingido os resultados esperados em um período de grande expectativa.
Além disso, revela a pesquisa, as trocas de comando aconteceram mais nas grandes empresas; isso porque a visibilidade do CEO nestas companhias é maior, o que, consequentemente, resulta em maior cobrança.
Mundo
No que diz respeito à rotatividade de CEOs nas 2.500 maiores empresas de capital aberto no mundo, o levantamento mostra que o índice de 14,2% aponta uma volta aos níveis registrados antes da recessão.
Por setor, os segmentos de energia, telecomunicações e serviços de utilidade pública foram os que mais trocaram de liderança no ano passado, 19%, 18% e 16%, respectivamente. No setor diversificado, as mudanças de liderança aconteceram a uma taxa de apenas 6%.
Em 2011, 22% dos novos CEOs vieram de fora de suas organizações, sendo que este número é significativamente maior na Europa Ocidental (31%). Apesar do grande número de executivos contratados no mercado, o estudo aponta que os CEOs promovidos dentro da empresa foram os que tiveram melhor desempenho no ano passado, gerando retornos maiores para os acionistas, 4,4% acima da média.
Chairman
Ainda conforme a pesquisa da Booz & Company, quando o assunto são os CEOs que estão deixando o cargo, em muitos casos, eles não são desligados imediatamente da empresa. Por reconhecerem a pressão enfrentada pelo nova liderança, algumas companhias optam por adotar um modelo”mentor-aprendiz”, nomeando chairman o antigo líder.
Na América do Norte, 37% dos CEOs que deixaram o cargo em movimentos de sucessão planejada foram nomeados chairmans. No Japão, este número sobe para 63%, enquanto na Europa recua para 17%.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Rio Amazonas

Pescadores no meio do rio Amazonas.





O Amazonas é um rio brasileiro que nasce na Cordilheira dos Andes, ele é o maior do mundo em extensão e volume de água. Há algum tempo, em razão de equívocos técnicos, acreditava-se que o rio Nilo era o maior do mundo em extensão, informação incorreta, uma vez que pesquisas mais recentes constataram que o Amazonas possui 6 868 km de extensão, fato que o colocou como o maior em comprimento e volume. 

O rio nasce em terras peruanas, mais precisamente na montanha Nevado Mismi (Cordilheira dos Andes), na porção sul do país, a uma altitude de 5.500 metros. No Peru, o rio dispõe de um modesto volume de águas. Ao chegar às terras brasileiras, o mesmo recebe o nome de Solimões, e se torna Amazonas quando converge com o Rio Negro. Nesse encontro, as águas escuras provenientes do Rio Negro não misturam com as do Rio Solimões, que são claras, promovendo assim um fenômeno de grande beleza. 

A superfície na qual o rio percorre é extremamente plana, aspecto que resulta em um grande volume de água. Muitas vezes, em alguns trechos, o rio atinge quilômetros de largura. A característica de rio caudaloso favorece a navegação em praticamente toda a extensão do Amazonas, incluindo também muitos de seus afluentes.

Um fenômeno muito intrigante envolvendo o rio Amazonas acontece em sua foz. Quando as águas oceânicas sobem, em razão da maré alta, a mesma invade a desembocadura do rio, provocando um estrondoso choque e um grande barulho, além de arrancar árvores nos barrancos. Esse fenômeno recebe o nome de pororoca, que é uma onda de grande proporção que se forma a partir do encontro das águas oceânicas com as águas do rio.
Por Eduardo De Freitas