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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Pesquisa aponta que tablet não deve substituir notebooks e smartphones


A pesquisa mostra que as empresas ainda estão divididas quanto à adesão aos tablets. Uma parcela de 27% dos consultados diz suas companhias já fazem uso desses dispositivos e os disponibilizam aos funcionários


Depois de conquistar as pessoas físicas, o próximo alvo dos tablets tende a ser o mundo corporativo. Mas será que esses equipamentos reduzirão a relevância de outros, como notebooks e smartphones, nas atividades das companhias? Sondagem da Amcham junto a executivos de tecnologia da informação mostra que a maioria acredita que não. Foram 67% os que afirmaram não perceber espaço para a substituição.
A pesquisa mostra que as empresas ainda estão divididas quanto à adesão aos tablets. Uma parcela de 27% dos consultados diz suas companhias já fazem uso desses dispositivos e os disponibilizam aos funcionários e outros 23% indicam que há planos nesse sentido considerando um horizonte de até dois anos. Por outro lado, segundo 41%, o emprego dos tablets não está na mira de suas organizações.
O estudo da Amcham revela também que o acesso a tablets em ambiente corporativo está muito vinculado a alguns segmentos de atuação, principalmente o de vendas. Os executivos consideram que a ferramenta deve ser disponibilizada principalmente para profissionais das áreas comercial (73%) e de comunicação e marketing (50%). Foram lembrados, com menor incidência, também os departamentos de TI (27%), RH (23%), jurídico (23%) e financeiro (18%).
Há ainda, entre os entrevistados pela Amcham, uma visão predominante de que os tablets devem ser acessíveis apenas aos níveis hierárquicos mais elevados nas organizações (presidente, diretores, gerentes e coordenadores). Foram 57% os que apontaram essa alternativa, ao passo que 38% defenderam que o uso independa de cargo.

Comitê de Marketing

A sondagem ouviu 22 executivos durante reunião do comitê de Tecnologia da Informação da Amcham-São Paulo. O grupo é composto por consultores, executivos e profissionais de tecnologia de grandes, médias e pequenas empresas. No encontro do dia 04/09, ocasião em que foi aplicada a pesquisa, foi debatido o tema "Expansão do Mercado de Tablets: Oportunidade e Desafios" com a presença de Ricardo Ogata, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Colaboração da Cisco; Paulo Iudicibus, diretor de Inovação da Microsoft Brasil; e Henrique Sei, diretor de Vendas e Soluções da Dell.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Veja o ranking das 100 empresas com os melhores serviços de atendimento ao cliente


Estudo do IBRC e da Exame entrevistou mais de 3 mil pessoas, em 150 municípios

O Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC), em parceria com a revista Exame, elaborou um estudo que lista um ranking com as 100 empresas que possuem os melhores serviços de atendimento ao cliente.
As cinco empresas que melhor atendem ao cliente, de acordo com a lista, são: O Boticário (1º lugar), Coca-Cola (2º lugar), American Express (3º lugar), Natura (4º lugar) e Porto Seguro (5º lugar).
Para elaborar o ranking, o instituto entrevistou mais de 3 mil pessoas, em 150 municípios, que citaram, espontaneamente, as três melhores e as três piores em atendimento. Posteriormente, foram realizados dez testes do tipo cliente-surpresa, usando como base as leis dos SACs, o Código de Defesa do Consumidor e as normas das agências reguladoras.
Confira, abaixo, as 10 primeiras colocadas no ranking: 

1
O Boticário
2
Coca-Cola
3
American Express
4
Natura
5
Porto Seguro
6
Microsoft
7
Livraria Saraiva
8
Magazine Luiza
9
Bradesco
10
Fiat

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Estudo aponta quais são os componentes de sucesso das empresas de alta performance da América Latina


Pesquisa da Accenture analisa o desenvolvimento das empresas latino americanas em 10 anos


O crescimento das grandes empresas latino-americanas está relacionado a um período extenso de sólido desempenho gerencial e não diretamente à influência dos cenários econômicos e ampliação industrial das geografias na região. Esta é a conclusão de pesquisa realizada pela Accenture com base em análises quantitativas e qualitativas de 529 empresas e suas informações financeiras públicas, entre 2000 e 2010. Foram levantadas informações junto a organizações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru e ainda foram ainda entrevistados 129 executivos de organizações da região.
O levantamento verificou que as companhias com alto crescimento e rentabilidade enfatizaram a expansão de suas atividades na última década, em vez da redução de custos e não são, necessariamente, líderes em suas indústrias. Mesmo com uma baixa inflação na região e aumento do Produto Interno Bruto (PIB), apenas uma em cada 20 empresas (5%) atingiram crescimento sólido e contínuo entre 2000 e 2010.

O estudo aponta que os componentes de sucesso para as empresas de alta performance latino-americanas são:

- Fórmulas simples de crescimento: essas companhias buscam crescer mais do que reduzir custos; seus lançamentos estão próximos do core business, assim como as estratégias de expansão geográfica e produtos. Elas ainda investem em pequenas fusões e aquisições, além de possuírem uma integração robusta nos processos pós fusão, com metas claras de investimento.
- Objetivos audaciosos e amplos – essas empresas possuem metas de crescimento mais ambiciosas e são mais confiantes em atingir os objetivos em relação às concorrentes do mercado.
- Negócios com foco no crescimento – elas possuem uma estratégia fundamentada, um time de lideranças forte e uma estratégia de negócios voltada ao crescimento. Isso se reflete em uma estrutura mais simples, em mais agressividade e garantia de reinvestimentos mais amplos nos negócios. Quase metade dos consultados (47%) acredita estar a 75% de alcançar o seu potencial máximo de negócios. 

terça-feira, 24 de julho de 2012

Empresas oferecem mais benefícios aos funcionários que cuidam da saúde


Aqueles que se propõe a melhorar o estilo de vida têm as despesas pagas em academias de ginástica, por exemplo:


De acordo com uma pesquisa publicada anualmente pela Sociedade de Recursos Humanos e Gerência, 20% das empresas americanas ofereceram desconto em seguros de saúde premiums aos funcionários que não fumassem. Um aumento de 12% em relação a 2011. Além disso, 21% empregadores ofereceram descontos a mais aos que entregarem uma avaliação dos riscos de saúde.

Para Mark Schmit, vice-presidente do instituto essas ações estimulam um comportamento positivo dos empregados e são duradoras. Para as empresas é mais barato manter um seguro premium para funcionários que ficam doente menos, por que são eles que perdem menos dias de trabalho.
Outros benefícios que estão sendo oferecidos, para melhorar a saúde e preservar a boa-forma. Aqueles que se propõe a melhorar o estilo de vida têm as despesas pagas em academias de ginástica, por exemplo.
Imagem: Thinkstock

De acordo com Schmit, empresas de médio porte estão mais aptas a criar esse tipo de programas, pois possuem o investimento necessário e uma equipe pequena. Ainda assim, essas mudanças exercem impacto na cultura corporativa.

Com informações do Wall Street Journal 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Preparando o sucessor: as empresas estão preparadas para emergências?


A preocupação da empresa em ter uma ou duas pessoas preparadas para posições chave vem ficando cada vez mais intensa


O tema sucessão tem sido cada vez mais discutido à medida que as empresas amadurecem a forma como lidam com as pessoas, com seus colaboradores. A preparação de sucessores e a preocupação da empresa em ter uma ou duas pessoas preparadas para posições chave vem ficando cada vez mais intensa. Vem chegando o mês de julho e as férias se aproximam para muitas pessoas, é uma boa hora para pensar nisso.
Um sucessor é um colaborador que pode o suceder em sua posição, ou seja, pode desempenhar as suas funções hoje ou daqui algum tempo, em geral, no máximo 5 anos. Existem sucessores, em preparação, prontos e sucessores emergenciais. Os emergenciais são aqueles que já têm o conhecimento de suas funções, ou seja, se você precisar se afastar emergencialmente ele ou ela assumiria sua área sem problemas, entendendo e com competências dentro do esperado. Alguns dos sucessores emergenciais não são os mesmos sucessores em preparação, em geral.
Caso aconteça algo com o gestor, por exemplo, um afastamento súbito, a empresa não sofre tanto, pois tem mapeado uma pessoa que pode desempenhar a função de seu antecessor com primor. Daí a importância do sucessor emergencial. Para escolher um sucessor emergencial, é importante observar o comportamento. Quanto este colaborador está comprometido e engajado? Quanto ele conhece da área e de seu dia a dia? Quanto este profissional entende e segue os valores da empresa? E porque prepará-lo nas férias? Neste período, o colaborador pode efetivamente experimentar a função, delegando, inspirando e fazendo uso de tantos recursos, além de treinamentos. Para escolhê-lo, fique de olho nas competências:
1 - Conhecimento da função do superior imediato
2 - Conhecimento técnico
3 - Potencial para assumir a posição
4 - Competências chave do negócio escolhido
As férias também podem ser utilizadas como uma oportunidade de conhecer e contratar a pessoa mesmo antes de ela ser promovida, preservando a empresa e o colaborador.
Lembre-se de que se você está onde está é porque outras pessoas também perceberam que você agrega valor. Desta forma, não vale ficar pensando no que teria acontecido se fossem outras pessoas que estivessem no seu lugar, ou se alguém ocuparia seu lugar. Estas são perguntas muito difíceis de responder, portanto acredite em você e siga adiante. Muitos gestores pensam exatamente assim. Pois bem, se seu gestor é assim reavalie se é aí que você quer estar. Se a relação estabelecida com o gestor for de confiança, dificilmente acontecerão problemas e você pode sugerir uma série de trabalhos/mudanças. Siga confiante e boa sorte! 
Cíntia Bortotto é consultora em Recursos Humanos, com vasta experiência na rotina executiva. É formada em psicologia pela PUC-SP, especialista em recursos humanos pela FGV - Fundação Getúlio Vargas, em Dinâmicas de Grupo, pela Associação Brasileira de Dinâmicas de Grupo(SBDG), e MBA em Gestão de Negócios, também pela FGV. 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Preparando o sucessor: as empresas estão preparadas para emergências?


A preocupação da empresa em ter uma ou duas pessoas preparadas para posições chave vem ficando cada vez mais intensa


O tema sucessão tem sido cada vez mais discutido à medida que as empresas amadurecem a forma como lidam com as pessoas, com seus colaboradores. A preparação de sucessores e a preocupação da empresa em ter uma ou duas pessoas preparadas para posições chave vem ficando cada vez mais intensa. Vem chegando o mês de julho e as férias se aproximam para muitas pessoas, é uma boa hora para pensar nisso.
Um sucessor é um colaborador que pode o suceder em sua posição, ou seja, pode desempenhar as suas funções hoje ou daqui algum tempo, em geral, no máximo 5 anos. Existem sucessores, em preparação, prontos e sucessores emergenciais. Os emergenciais são aqueles que já têm o conhecimento de suas funções, ou seja, se você precisar se afastar emergencialmente ele ou ela assumiria sua área sem problemas, entendendo e com competências dentro do esperado. Alguns dos sucessores emergenciais não são os mesmos sucessores em preparação, em geral.
Caso aconteça algo com o gestor, por exemplo, um afastamento súbito, a empresa não sofre tanto, pois tem mapeado uma pessoa que pode desempenhar a função de seu antecessor com primor. Daí a importância do sucessor emergencial. Para escolher um sucessor emergencial, é importante observar o comportamento. Quanto este colaborador está comprometido e engajado? Quanto ele conhece da área e de seu dia a dia? Quanto este profissional entende e segue os valores da empresa? E porque prepará-lo nas férias? Neste período, o colaborador pode efetivamente experimentar a função, delegando, inspirando e fazendo uso de tantos recursos, além de treinamentos. Para escolhê-lo, fique de olho nas competências:
1 - Conhecimento da função do superior imediato
2 - Conhecimento técnico
3 - Potencial para assumir a posição
4 - Competências chave do negócio escolhido
As férias também podem ser utilizadas como uma oportunidade de conhecer e contratar a pessoa mesmo antes de ela ser promovida, preservando a empresa e o colaborador.
Lembre-se de que se você está onde está é porque outras pessoas também perceberam que você agrega valor. Desta forma, não vale ficar pensando no que teria acontecido se fossem outras pessoas que estivessem no seu lugar, ou se alguém ocuparia seu lugar. Estas são perguntas muito difíceis de responder, portanto acredite em você e siga adiante. Muitos gestores pensam exatamente assim. Pois bem, se seu gestor é assim reavalie se é aí que você quer estar. Se a relação estabelecida com o gestor for de confiança, dificilmente acontecerão problemas e você pode sugerir uma série de trabalhos/mudanças. Siga confiante e boa sorte! 
Cíntia Bortotto é consultora em Recursos Humanos, com vasta experiência na rotina executiva. É formada em psicologia pela PUC-SP, especialista em recursos humanos pela FGV - Fundação Getúlio Vargas, em Dinâmicas de Grupo, pela Associação Brasileira de Dinâmicas de Grupo(SBDG), e MBA em Gestão de Negócios, também pela FGV. 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Negócios sustentáveis: o papel das organizações na construção de uma nova ordem mundial


    Os desafios são muitos, mas o caminho a se percorrer já não é tão longo. Mais do que em qualquer época, a hora é de arregaçar as mangas

    Preparada e debatida no âmbito das Nações Unidas desde 2010, através de uma série de encontros, seminários e reuniões que envolveram representantes políticos de todo o mundo, a Rio+20 é eminentemente um fórum de estados. Nesse sentido, o evento tem como objetivo central definir metas e firmar acordos a serem cumpridos pelos governos nas próximas décadas. Na perspectiva de uma economia global, entretanto, em que empresas, organizações não-governamentais, entidades de classe, movimentos sociais e mesmo cada indivíduo por si só podem causar mais impacto sobre o mundo do que todo o aparato estatal, é indispensável que a busca por soluções vá além dos gabinetes e salões oficiais.
    Em uma análise sucinta, porém extremamente lúcida, publicada recentemente em suas colunas na IstoÉ e aqui no Administradores.com, o economista Ricardo Amorim destaca que a solução para os problemas que enfrentamos hoje (e nos assombram com prenúncios catastróficos de um futuro já não tão distante) passa pelo esforço conjunto de todos os atores envolvidos nesse contexto.
    Peter Senge, um dos mais renomados estudiosos da Administração no mundo e autor da aclamada obra "A quinta disciplina", pensa da mesma forma. Agora, no auge das discussões em torno da sustentabilidade, boa parte de sua obra tem sido relida até por ele mesmo, que em palestras recentes no Brasil e em uma entrevista exclusiva que concedeu à revista Administradores no final do ano passado fez questão de destacar que o caminho para um mundo sustentável passa inevitavelmente por uma das suas cinco disciplinas: a visão sistêmica do mundo.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Petrobras é apontada como uma das 100 empresas mais respeitadas do mundo


As empresas foram avaliadas por meio de pesquisa realizada em abril com um público de 47 mil pessoas de 15 países

Pelo segundo ano consecutivo, a Petrobras é a única empresa latino-americana incluída no ranking das 100 corporações globais de melhor reputação, segundo pesquisa divulgada na última quinta-feira (7) pelo Reputation Institute, instituto privado de assessoria e pesquisa com sede em Nova York e escritórios em dez países.
A Petrobras é também a única empresa de energia entre as 100 mais respeitadas, ocupando o 98º lugar. BMW, Sony e Walt Disney Company são as três primeiras colocadas do ranking. As empresas foram avaliadas por meio de pesquisa realizada em abril com um público de 47 mil pessoas de 15 países: Canadá, Estados Unidos, Brasil, México, Alemanha, Espanha, França, Itália, Reino Unido, Rússia, Austrália, China, Coréia do Sul, Índia e Japão.

Pesquisa

O instituto realiza, desde 2006, pesquisas globais que mensuram a reputação de centenas das maiores empresas do mundo a partir do modelo RepTrak, que avalia a percepção das pessoas sobre a empresa a partir das dimensões: Produtos e Serviços, Inovação, Ambiente de Trabalho, Governança, Cidadania, Liderança e Desempenho Financeiro.
Inicialmente, as empresas de melhor reputação em cada país eram escolhidas pela população de mesma nacionalidade. Desde o ano passado, a pesquisa internacional passou a avaliar as empresas tanto em seu país de origem quanto em alguns dos principais mercados em que atuam. Um dos pré-requisitos, portanto, é que as organizações pesquisadas fossem reconhecidas em diversos países, de forma a obter índices comparáveis e que apresentem um panorama das empresas que de fato inspiram mais confiança, são respeitadas e admiradas em todo o universo pesquisado. 

Maio registra o maior número de pedidos de falência em três anos, revela Serasa Experian


Pressão na cobrança de débitos empresariais e baixo crescimento econômico elevaram o número de requerimentos

O mês de maio registrou 203 pedidos de falência, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações. Foi o maior número para o quinto mês do ano desde maio de 2009, quando foram efetuados 255 requerimentos. Na época, a economia global sofria os efeitos da crise econômica internacional.
Em maio de 2011, por sua vez, foram realizados 168 pedidos de falência; e em abril último, 165. Dos 203 requerimentos de falência em maio de 2012, 105 foram de micro e pequenas empresas, 67 de médias e 31 de grandes.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o baixo crescimento econômico, as incertezas globais e o impacto gradual das medidas de estímulo ao consumo estão ampliando as pressões sobre a cobrança de débitos empresariais, gerando maior volume de falências requeridas.
Vale ressaltar que este aumento das falências requeridas em relação às decretadas e às recuperações judiciais requeridas, caracteriza a sua utilização como instrumento de cobrança.
As recuperações judiciais requeridas também evoluíram no mês (82), sendo o maior número para o mês de maio desde a edição da nova Lei de Falências, há sete anos. Este avanço revela que há empresas em dificuldades no país e que somente com a retomada do crescimento econômico, esperada para o segundo semestre, essa situação deve ser revertida.
Confira tabela completa com os números de falências e recuperações: 
Fonte: Serasa Experian 

Fonte: Serasa Experian 

Saiba quais são os documentos necessários para abrir uma empresa legal no Brasil


Ao todo, são necessários 43 documentos (dependendo do tipo de atividade que a empresa desempenha), muitas idas ao cartório e custos que podem chegar a mais de R$ 3 mil - conforme o estado onde será legalizado o negócio


No infográfico da edição 15 da Revista Administradores nós mostramos as principais etapas que o empreendedor deve percorrer para realizar o sonho de ter uma empresa formal. E não escondemos as desvantagens: é um processo complexo, variável e bem burocrático. Tentamos simplificar as coisas e, como complemento do material veiculado na Revista, elencamos aqui todos os documentos necessários para a formalização de um negócio no país do empreendedorismo. As informações são do relatório "Quanto Custa Abrir uma Empresa no Brasil" (.pdf), pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
Ao todo, são necessários 43 documentos (dependendo do tipo de atividade que a empresa desempenha), muitas idas ao cartório e custos que podem chegar a mais de R$ 3 mil - conforme o estado onde será legalizado o negócio. Confira abaixo a parafernália de papéis exigida (melhor visualizado em tela cheia):

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Como suportar as emoções do outro e ainda ser promovido


O compliance officer é a pessoa que, dentre outras atribuições, é responsável pela conformidade dos dados de uma empresa, tendo, portanto, acesso a todas as informações. Por isso, também lida com vaidades humanas, dinâmicas mafiosas, pretensos líderes e ameaças veladas. Além de toda a competência técnica, acadêmica, dedicação e comprometimento, é fundamental que esse profissional tenha um alto índice de inteligência emocional. É um modo de se preservar e ser bem-sucedido na política organizacional.
Como forma de garantir a independência funcional, não é recomendável que o compliance officer esteja ligado funcionalmente a qualquer área de negócios, devendo reportar-se ao mais alto escalão da instituição. Algumas vivências mais traumáticas, como potenciais intimidações veladas, reforçam a importância de sua independência. Infelizmente, alguns desses profissionais acabam vivenciando essa dinâmica mafiosa.
Passei a me interessar mais por esse tema quando me deparei com um executivo que, na falta de argumentos inteligentes para a sequência de um saudável debate, finalizou abruptamente a discussão com a seguinte frase: "Quem manda aqui sou eu". Relacionar-se bem no coletivo e conseguir transitar com maestria por diferentes tribos é um extraordinário talento. Adotar a perspectiva e lidar com as emoções do outro, controlando os seus próprios impulsos, suportando as dificuldades e canalizando produtivamente as suas emoções, exige autocontrole. Obviamente, porém, acima de tudo, é necessária uma autoconsciência emocional, conceito bem mais abrangente.
Imagem: Thinkstock

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Colaboradores são os que mais resistem a mudanças de estratégia nas empresas


Estudo da Hay Group revela que 79% dos profissionais não acreditam que a empresa em que trabalham atingirá as novas metas


Que ninguém gosta de mudanças repentinas todos sabem, mas o que poucos imaginam é que em uma organização, os colaboradores são os que mais costumam resistir às novidades.
De acordo com uma pesquisa da FTSE 350 divulgada pela Hay Group na manhã de hoje (22), 79% dos gestores consultados pelo levantamento não acreditam que a empresa em que trabalham conseguirá concluir seus planos com sucesso se adotar uma nova estratégia. Já 44% deles alegam que apenas colaborarão com as mudanças se forem forçados à isso.
“As pessoas querem fazer parte do projeto, querem opinar, participar, colocar ‘o dedo’ no negócio”, explica o consultor da Hay Group, Renato Ferrari.
Comunicação problema
Mas por que será que essa resistência acontece? De acordo com Ferrari, por uma questão simples: falta de engajamento e problemas de comunicação.
“Uma mudança de estratégia normalmente envolve apenas os cargos de mais confiança, fato que dificulta a participação dos colaboradores no processo decisório. Com isso, fica ainda mais difícil contar com a aceitação de todos os profissionais, afinal, a maior parte deles não se envolveu no projeto”, explica.
E se você duvida disto, basta olhar com atenção os resultados da pesquisa. Segundo o levantamento, 6% dos gestores consultados afirmaram ter a intenção de sabotar os planos da empresa nos bastidores.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Contratou um estagiário? Delegue as tarefas certas e não massacre o profissional


Jovem aprendiz deve ser respeitado e receber atividades de acordo com o seu grau de conhecimento


Primeiro dia de trabalho: o estagiário mal cruza a porta da empresa e sua vontade já é de despejar nele todos os serviços que encontram-se parados há dias em sua mesa. A ideia até seria promissora e resolveria muitos problemas, se não fosse por um pequeno detalhe: ele ainda não tem bagagem o suficiente para realizar todas as tarefas que você gostaria.
Pois é, tem gente te esquece, mas estagiários são apenas jovens profissionais que acabaram de ingressar no mercado de trabalho e, como tais, precisam aprender primeiro.
“O estágio é uma atividade educacional e não laboral. O jovem ainda está aprendendo e por isso precisa ser orientado por seus superiores sobre o que deve ser feito”, diz o superintendente de operações do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), Eduardo de Oliveira.

Qual perfil de liderança você busca para a sua empresa?


Hoje, as empresas procuram por pessoas com o perfil de um Líder Constelação, ou seja, alguém capaz de oferecer a oportunidade para todos brilharem e se realizarem dentro do ambiente corporativo


Por muito tempo os sistemas de liderança nas empresas eram vistos como caminhos a serem percorridos de forma solitária e o segredo para alcançar o sucesso esteve em uma postura individualista. Geralmente, as tarefas mais importantes ficavam concentradas em uma pessoa, como se ela fosse considerada a estrela central da companhia, um Líder Sol, o único com espaço para brilhar e receber os méritos pelos resultados obtidos. No entanto, ao assumir essa postura, o profissional se depara com o risco de seguir por uma trajetória sofrida e sem a produtividade necessária. Esse foi um dos fatores que fizeram com que as organizações passassem a adotar novas práticas de gestão e o trabalho em equipe ganhou muito mais valor.
Hoje, as empresas procuram por pessoas com o perfil de um Líder Constelação, ou seja, alguém capaz de oferecer a oportunidade para todos brilharem e se realizarem dentro do ambiente corporativo. Ao assumir o cargo, ele faz muito mais do que comandar a empresa, ele convida todos que estão ao seu redor para crescerem junto com ele. Isso permite que cada funcionário enxergue a sua real importância dentro da empresa e atue de forma alinhada aos seus princípios. O papel daquele que está no topo não é ser o único responsável pelos resultados, mas, sim, ter a capacidade de identificar as qualidades de seus profissionais e conseguir delegar as tarefas de acordo com o perfil de cada um, sempre com respeito e sensibilidade.

terça-feira, 15 de maio de 2012

As empresas estão sempre procurando por líderes. Prepare-se para se tornar um


A FGV está lançando o curso de Desenvolvimento de Lideranças, que visa contribuir para o aprimoramento da competência de liderança, por meio de melhorias nas habilidades de gestão e de mudanças de atitude pessoal


O mercado de trabalho mudou muito nos últimos anos. Novas ferramentas, novos conceitos e novas idéias surgem a cada momento. Por isso, para se tornar um grande líder não basta apenas ter conhecimentos acadêmicos e técnicos, mas também possuir uma visão dinâmica dos negócios e saber influenciar e motivar equipes.
Com este objetivo, a FGV está lançando o curso de Desenvolvimento de Lideranças, que visa contribuir para o aprimoramento da competência de liderança, por meio de melhorias nas habilidades de gestão e de mudanças de atitude pessoal frente às situações do cotidiano. Torne-se o líder que você sempre quis ter.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Após IPO, empresas querem adequar estrutura de governança, aponta pesquisa


Levantamento feito pela KPMG com integrantes do ACI (Audit Committee Institute) indica que estruturas de governança têm sido e podem ser aprimoradas

Há oportunidades de melhorias na estrutura e práticas de governança em muitas das empresas brasileiras que realizaram IPOs (ofertas iniciais de ações em Bolsa de Valores) nos últimos anos. Esta é a avaliação de 71,2% dos participantes de pesquisa interativa realizada pela KPMG com participantes da 31ª Mesa de Debates do ACI (Audit Committee Institute), no dia 26 de março, em São Paulo. Dos respondentes, outros 12,3% consideraram que as referidas companhias possuíam, sim, estruturas de governança adequadas, enquanto 16,4% disseram não saber.
A pesquisa foi realizada com 75 participantes do evento, que é realizado trimestralmente e conta com participação de membros de conselhos de administração, de conselhos fiscais e de comitês de auditoria das mais importantes empresas no Brasil. Para 92% dos respondentes, as empresas abertas brasileiras que seguem as boas práticas de governança para sua perenidade possuem vantagens competitivas em relação às que não adotam tais práticas.
Em relação ao surgimento de novos riscos em razão da globalização de negócios e mercados, mais da metade (58,1%) dos participantes dizem acreditar que, para evitar crises, as administrações das empresas não têm assegurado considerar todos os possíveis cenários envolvidos neste panorama, incluindo a cadeia de suprimentos e a solidez financeira dos fornecedores, questões geopolíticas, eventuais catástrofes naturais e ameaças cibernéticas, contra 36,5% dos que acreditam o contrário.