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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Estudo aponta quais são os componentes de sucesso das empresas de alta performance da América Latina


Pesquisa da Accenture analisa o desenvolvimento das empresas latino americanas em 10 anos


O crescimento das grandes empresas latino-americanas está relacionado a um período extenso de sólido desempenho gerencial e não diretamente à influência dos cenários econômicos e ampliação industrial das geografias na região. Esta é a conclusão de pesquisa realizada pela Accenture com base em análises quantitativas e qualitativas de 529 empresas e suas informações financeiras públicas, entre 2000 e 2010. Foram levantadas informações junto a organizações na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru e ainda foram ainda entrevistados 129 executivos de organizações da região.
O levantamento verificou que as companhias com alto crescimento e rentabilidade enfatizaram a expansão de suas atividades na última década, em vez da redução de custos e não são, necessariamente, líderes em suas indústrias. Mesmo com uma baixa inflação na região e aumento do Produto Interno Bruto (PIB), apenas uma em cada 20 empresas (5%) atingiram crescimento sólido e contínuo entre 2000 e 2010.

O estudo aponta que os componentes de sucesso para as empresas de alta performance latino-americanas são:

- Fórmulas simples de crescimento: essas companhias buscam crescer mais do que reduzir custos; seus lançamentos estão próximos do core business, assim como as estratégias de expansão geográfica e produtos. Elas ainda investem em pequenas fusões e aquisições, além de possuírem uma integração robusta nos processos pós fusão, com metas claras de investimento.
- Objetivos audaciosos e amplos – essas empresas possuem metas de crescimento mais ambiciosas e são mais confiantes em atingir os objetivos em relação às concorrentes do mercado.
- Negócios com foco no crescimento – elas possuem uma estratégia fundamentada, um time de lideranças forte e uma estratégia de negócios voltada ao crescimento. Isso se reflete em uma estrutura mais simples, em mais agressividade e garantia de reinvestimentos mais amplos nos negócios. Quase metade dos consultados (47%) acredita estar a 75% de alcançar o seu potencial máximo de negócios. 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Conectados 24 horas, profissionais não se distanciam do trabalho, revela pesquisa


Mesmo nas férias é fácil encontrar alguém com o celular resolvendo assuntos profissionais, revela estudo


Por que é tão difícil se desconectar? Pelo menos 51% dos profissionais no Brasil não consegue relaxar durante as férias, tentando encaixar mais de três horas de trabalho por dia. Ao lado desses profissionais que simplesmente não conseguem se desligar, 34% deles irão trabalhar entre uma e três horas diárias mesmo em período de folga, mostrando que está cada vez mais difícil se distanciar totalmente do trabalho. Estes são alguns dos resultados de recente pesquisa elaborada pela Regus, com 16.000 entrevistados em mais de 80 países.
Os profissionais brasileiros não só estão trabalhando durante as férias, como também não desgrudam de smartphones e netbooks, com 58% declarando que estarão atuando num ritmo reduzido, enviando e-mails, fazendo ligações, mesmo de folga.
"Se desligar um pouco do trabalho não é só imprescindível para estreitar laços com familiares e relaxar, mas também pode ser a grande diferença entre um funcionário saudável e um profissional esgotado e estressado. Estudos mostram que a mente estressada é o terreno ideal para gerar ansiedade. É importante que os profissionais tirem uma folga para descansar e realmente se desliguem do ambiente corporativo", afirma Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no Brasil.
"Por causa dos avanços tecnológicos, os funcionários estão sempre conectados e é muito fácil cair na tentação de checar e-mails e finalizar tarefas. Com os smartphones, netbooks e a Internet disponível em toda parte, ficou muito difícil se desligar de tudo,mas descansar e dispor de tempo para estar junto com familiares e amigos é essencial para permanecer saudável. Isso pode ser constatado principalmente no Brasil, onde um terço dos profissionais diz sentir um alto patamar de estresse no trabalho" (1), acrescenta.
Ribeiro acredita que "as empresas precisam procurar meios de aumentar a eficiência e a produtividade para evitar que seus colaboradores levem tarefas para serem concluídas em casa, se quiserem garantir que a equipe continue feliz, saudável e produtiva. Ao introduzir um grau maior de flexibilidade, possibilitando aos profissionais que reduzam o tempo de deslocamento entre casa e trabalho, as empresas podem propiciar aos seus colaboradores o privilégio de realmente se desligarem do mundo profissional durante a folga." 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Profissionais são a favor das redes sociais no trabalho, mas reconhecem impacto


Segundo pesquisa global da Kelly Workforce há bastante aceitação entre gerações e culturas, sobretudo, entre geração Y


Twitter, LinkedIn, Flickr, FourSquare, Facebook. Já não há mais como negar que as redes sociais vieram para ficar em nossas vidas. A grande polêmica sobre o assunto, porém, é até que ponto essas mídias, para o uso pessoal, são aceitas no ambiente profissional. E segundo pesquisa mundial da Kelly Workforce, há bastante aceitação entre gerações e culturas.
O levantamento, feito com 168 mil profissionais de 30 países, mostrou que dos que pertencem à geração Y (nascidos depois de 1980) 36% acham que o uso das redes deve ser aceito no ambiente profissional. O percentual cai levemente quando se trata da geração X, 30% e um pouco ais intensamente quando se trata dos Baby Boomers, 19%.
Entre as regiões do mundo, porém, as opiniões são um pouco mais constratantes. Os que mais acham aceitável usar as redes sociais – para uso pessoal - no horário de trabalho são aqueles que vivem na região Ásia-Pacífico (APAC). Por lá, 48% dos entrevistados foram a favor. Já no EMEA (Oriente Médio, Leste Europeu, África), 31% dos profissionais tiveram a mesma opinião.
Quando passamos para as Américas, o percentual recua bastante. Por aqui, apenas 16% dos entrevistados são a favor do uso das mídias no ambiente profissional. No geral, ou seja, levando em conta os profissionais de todos os países, 30% deles são a favor desse tipo de recurso no trabalho.
E o impacto na produtividade?
Apesar de serem a favor das redes sociais no trabalho, os profissionais reconhecem o impacto disso. Entre os da geração Y, cerca de 40% concorda que esse tipo de recurso traz impactos negativos na produtividade. O percentual dos que pensam da mesma forma cresce entre os profissionais da geração X (44%) e baby boomers (49%).
Da mesma forma, o estudo tenta entender qual o sentimento dos profissionais por região. E é nas Américas que existe o maior receito. Por aqui, 53% acreditam que o uso das redes sociais afeta negativamente a produtividades. No EMEA o percentual foi de 41% e de 34% na APAC.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Profissionais são a favor das redes sociais no trabalho, mas reconhecem impacto


Segundo pesquisa global da Kelly Workforce há bastante aceitação entre gerações e culturas, sobretudo, entre geração Y


Twitter, LinkedIn, Flickr, FourSquare, Facebook. Já não há mais como negar que as redes sociais vieram para ficar em nossas vidas. A grande polêmica sobre o assunto, porém, é até que ponto essas mídias, para o uso pessoal, são aceitas no ambiente profissional. E segundo pesquisa mundial da Kelly Workforce, há bastante aceitação entre gerações e culturas.
O levantamento, feito com 168 mil profissionais de 30 países, mostrou que dos que pertencem à geração Y (nascidos depois de 1980) 36% acham que o uso das redes deve ser aceito no ambiente profissional. O percentual cai levemente quando se trata da geração X, 30% e um pouco ais intensamente quando se trata dos Baby Boomers, 19%.
Entre as regiões do mundo, porém, as opiniões são um pouco mais constratantes. Os que mais acham aceitável usar as redes sociais – para uso pessoal - no horário de trabalho são aqueles que vivem na região Ásia-Pacífico (APAC). Por lá, 48% dos entrevistados foram a favor. Já no EMEA (Oriente Médio, Leste Europeu, África), 31% dos profissionais tiveram a mesma opinião.
Quando passamos para as Américas, o percentual recua bastante. Por aqui, apenas 16% dos entrevistados são a favor do uso das mídias no ambiente profissional. No geral, ou seja, levando em conta os profissionais de todos os países, 30% deles são a favor desse tipo de recurso no trabalho.
E o impacto na produtividade?
Apesar de serem a favor das redes sociais no trabalho, os profissionais reconhecem o impacto disso. Entre os da geração Y, cerca de 40% concorda que esse tipo de recurso traz impactos negativos na produtividade. O percentual dos que pensam da mesma forma cresce entre os profissionais da geração X (44%) e baby boomers (49%).
Da mesma forma, o estudo tenta entender qual o sentimento dos profissionais por região. E é nas Américas que existe o maior receito. Por aqui, 53% acreditam que o uso das redes sociais afeta negativamente a produtividades. No EMEA o percentual foi de 41% e de 34% na APAC.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Metade dos profissionais não vê problemas em namorar um colega de trabalho


Pesquisa revela que 54% dos profissionais consultados não acreditam que namoro atrapalhe o desempenho no trabalho


Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com Brasil com mais de 300 profissionais revelou que a maioria dos consultados não acredita que ter um relacionamento afetivo com alguém do trabalho possa afetar o próprio desempenho. Mas nem todos compartilham desta opinião.
"Cerca de 46% acreditam que o envolvimento desviaria o foco do trabalho e alegam que jamais teriam esse tipo de relacionamento", informou o levantamento.

Empresa não é impedimento

Contudo, entre os que aprovam o envolvimento, engana-se quem imaginar que o ambiente corporativo possa ser um impedimento, afinal, 32% dos consultados informaram já ter tido um relacionamento com um colega da corporação. E mais, muitos deles informaram que até se casaram por conta de tal relacionamento.
"Os outros 22% que não fizeram isso, dizem não ter se relacionado apenas por não ter encontrado um par ideal", diz a pesquisa.

Restrição de conduta

Segundo o diretor-geral da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg, muitas empresas incluem o relacionamento amoroso como restrição em seu código de conduta.
“A empresa deve explicar ao candidato já na hora da contratação que, de acordo com normas internas, que esse tipo de relação não é permitida. Assim, transtornos futuros podem ser evitados", explica o profissional, que lembra que atualmente nenhum trabalhador pode ter seu contrato rescindido por virtude de tal envolvimento.

Regras de etiqueta

E para que a relação apaixonada não se transforme em um pesadelo, fique atento as dicas à seguir:
1. Mantenha o relacionamento afetivo apenas fora do horário de trabalho;
2. Não chame seu “colega” por apelidos íntimos, isso pela mal;
3. Verifique quais as normas da empresa sobre o assunto e siga-as para evitar problemas;
4. Tome cuidado para que a relação não atrapalhe seu desempenho profissional;
5. Comunique o namoro ao chefe, antes que ele saiba pelos outros;
6. Não discuta a relação pelo e-mail corporativo, use seu endereço pessoal;
7. Evite ausência prolongada, de ambos, durante o expediente. Bom senso é fundamental!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

80% dos usuários de computador temem que suas informações sejam roubadas, afirma estudo


Segundo a Avira, apenas 14% se manifestaram seguros nas redes sociais


A Avira, empresa especialista em segurança digital, realizou uma pesquisa com usuários de computadores em todo o mundo, que constatou que 80% deles temem que suas informações pessoais sejam roubadas ou indevidamente utilizadas quando estão navegando em sites de mídia social como, Facebook, Google Plus e Twitter. A sondagem revelou que 44% dos entrevistados estão mais preocupados sobre o Facebook e Google+, enquanto que para outros 40% a preocupação é com todos os demais sites de mídia social.
O questionamento foi direcionado aos mais de 100 milhões de clientes da Avira em todo o mundo e os resultados são baseados em 2.710 respondentes, com uma margem de erro de + / - 1,88 por cento.
Para a pergunta "Qual dos seguintes sites de mídia social o preocupa mais em relação à segurança de suas informações pessoais?", o resultado foi o seguinte:
A) 25% - Facebook
B) 19% - Google+
C) 2% - Twitter
D) 40% - Todos os itens acima – "Eu não me sinto seguro quando estou navegando em um site de mídia social";
E) 14% - Nenhuma das opções acima – "Eu me sinto seguro on-line usando sites de mídia social".
"Esta pesquisa é muito interessante porque demonstra que, apesar de sites de mídia social serem muito populares, os usuários de computador de todo o mundo têm as mesmas preocupações", disse Sorin Mustaca, especialista em segurança de dados da Avira, que é representada no Brasil pela Nodes Tecnologia. 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Empresas apostam em promoções e reajustes salariais para reter talentos


Estudo da StautRH revela que total de executivos promovidos atingiu 34%, em 2011, na comparação com o ano anterior


Empresas de todo o País têm recorrido cada vez mais a medidas emergênciais para tentar reter seus talentos: as promoções e os reajustes salariais são exemplos desse fato.
De acordo com um recente levantamento da StautRH, apenas no último ano, o total de executivos promovidos cresceu 29% e o número de profissionais que tiveram aumento subiu para 38% nas empresas.
“Em 2010, esses números eram de 29% e 30%, respectivamente”, informa a pesquisa, que explica ainda que os profissionais ficaram mais seletivos no aceite de novas oportunidades.
Na prática
E quem exemplifica essa mudança de perfil é o consultor da StautRH, Paulo Teixeira. Segundo ele, um dos candidatos finalistas de um processo seletivo recentemente informou que estava declinando do processo porque havia acabado de receber um reajuste “surpresa” de 20% da empresa em que atuava.
“Ao perceber que inúmeros profissionais estavam participando de processos seletivos, a companhia convocou um a um e ofereceu ajustes funcionais e salariais na ordem de 20%, desencorajando-os a seguirem com as entrevistas”, diz Teixeira.
Outro caso curioso ocorreu em uma multinacional do segmento eletrônico, que vinha sofrendo grandes perdas com o absenteísmo de seus contratados.
“Ao investigarem as causas, constataram que os colaboradores estavam se ausentando para participar de entrevistas, testes, dinâmica de grupo e processos seletivos”, conta.
Neste caso, a empresa resolveu então promover um reajuste salarial coletivo de cerca de 10%, o que fez com que seus contratados desistissem da busca por novas oportunidades.
O estudo
A pesquisa da StautRH contou com a participação de mais de mil executivos brasileiros e foi realizada entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Mulheres que querem ter sucesso no trabalho devem ficar quietas, sugere pesquisa


As profissionais que falam muito dentro do escritório são vistas como menos competentes, aponta estudo


Um estudo realizado pela Universidade de Yale e divulgado pelo jornal "Daily Mail” concluiu que as mulheres que almejam alcançar o sucesso no trabalho devem ficar de boca fechada. A pesquisa sugere que as profissionais que falam muito são vistas como menos competentes, na comparação com outros colegas.
No caso dos homens, a situação é contrária. Quanto mais eles falarem e expressarem a sua opinião, melhor para a imagem profissional.
Para os pesquisadores, as mulheres muito falantes são autoritárias e arrogantes. “Quando os homens falam muito, as pessoas querem recompensá-los. Mas quando as mulheres fazem isso, elas são vistas como dominadoras, muito presunçosas”, acrescenta a professora universitária, Victoria Brescoll.
Imagem: Thinkstock

Sobre a pesquisa
O estudo foi feito com 156 pessoas, que analisaram o perfil de quatro profissionais, dois homens e duas mulheres. Cada um dos pares tinha uma pessoa que falava muito e outra mais quieta. Os entrevistados analisaram em uma escala de zero a sete pontos a competência.
O homem mais falante recebeu uma média de 5,64 pontos, muito próxima da mulher que falava menos, 5,62. Já o profissional mais “calado” ficou com 5,11 pontos, enquanto a mulher mais falante ficou com 4,83 pontos.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Trabalho em equipe é valorizado por mulheres empreendedoras


Estudo da EESC revela que profissionais do sexo feminino preferem a execução de planos e o desenvolvimento de novas ideias

Um recente estudo de mestrado realizado pela administradora Cintia Salomão na EESC-USP (Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo) revelou que as mulheres empreendedoras tendem a valorizar mais o trabalho em equipe.
De acordo com o levantamento, que consultou profissionais de pequenas empresas do setor de comércio de São Carlos (interior de São Paulo), ao tentar identificar os estilos de aprendizagem de tais mulheres, os perfis mais encontrados foram o "acomodador" e o "divergente", com 39,7% cada. "Ambos os estilos se caracterizam por uma preferência pelo trabalho em equipe", revela Cintia.
Segundo a pesquisadora, as mulheres pertencentes ao estilo 'acomodador' têm preferência pela execução de planos e pelo desenvolvimento de novas experiências. Já as demais, que se enquadram na categoria 'divergente', costumam ter como ponto forte a percepção dos valores e do significado do aprendizado, focando geralmente em novas ideias.