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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Coworking: a vida corporativa do seu jeito


Neste cenário, as empresas são atraídas pela redução dos custos relacionada à flexibilidade do trabalho

O avanço da tecnologia, o uso de notebooks, da computação em nuvem, da Internet Wi-Fi e dos smartphones tornou real a possibilidade de se trabalhar em qualquer lugar. Seja na mesa da cozinha ou no escritório, estamos sempre conectados!
Neste cenário, as empresas são atraídas pela redução dos custos relacionada à flexibilidade do trabalho, ao passo que os funcionários se interessam pela ideia de se livrar do trajeto diário entre trabalho e casa. Uma pesquisa recente – "Virtual Work: Measuring the Benefits of Agility at Work", indicou que 12% dos trabalhadores desejam trabalhar em casa.
Por outro lado, trabalhar em casa também pode apresentar desvantagens. O trabalho invade o espaço pessoal e as constantes interrupções da família interferem na concentração. Outro aspecto a ser considerado é o isolamento, pois o profissional não convive com outros colegas e perde oportunidades de fazer contatos. Além disso, ele não conta com suporte administrativo e de TI.
A solução, contudo, não é voltar aos padrões antigos, e sim buscar novas alternativas, como o coworking, que tem se tornado cada vez mais comum e significa trabalhar ao lado de outras pessoas, num ambiente profissional compartilhado.
Quem já vivenciou anteriormente a rotina do home office e do trabalho fixo na empresa, tece elogios à prática do coworking, por propiciar a expansão da rede de relacionamentos profissionais, a troca de experiências, e até mesmo um pouco de distração, durante pausa para um café e happy hour depois do expediente. Os espaços para coworking possuem localização privilegiada, acesso a equipamentos e suporte, além de fornecer ambiente de trabalho profissional, longe das questões domésticas, como indica uma pesquisa realizada pela ZZA Responsive User Environments, "Why Place Still Matters in the Digital Age".
Além da forma mais usual de coworking, quando um grupo de profissionais de áreas diversas divide um mesmo espaço e as despesas fixas de um escritório multifuncional, com internet, telefones, e outros recursos, há ainda outros modelos, como os business lounges, que proporcionam maior mobilidade para o trabalho. Tais espaços podem ser encontrados em diversas cidades do Brasil, como Brasília, Campinas, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória.
Com o surgimento de novos espaços para coworking aumentam as possibilidades para que cada profissional encontre um local adequado às suas necessidades. A seguir, apresento algumas perguntas que devem ser feitas a você mesmo e ao possível provedor do espaço: você deseja acesso diário a um determinado ambiente de trabalho, pago por mês ou deseja o acesso apenas em determinados períodos, quando precisar de suporte ou então escapar do ambiente doméstico?; existe a necessidade de um local único próximo à sua residência ou uma rede de espaços para coworking, em outras cidades e países?; são necessários serviços de suporte, como atendimento telefônico?; qual é o tipo de ambiente desejado: criativo, profissional, tecnológico, empreendedor?; prefere um local que ofereça a possibilidade de fazer novos contatos?; áreas como estacionamento e salas de reunião são importantes?
Por fim, o coworking só será efetivo se você estiver disposto a conviver com outros profissionais. Visite pessoalmente o local para ver se o nível de barulho incomoda, se o ambiente e a localização são agradáveis. As perguntas acima são importantes, mas não há uma fórmula pronta para encontrar o espaço ideal. A questão é saber o que melhor se adapta a você e à sua rotina.
Guilherme Ribeiro - diretor geral da Regus no Brasil 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Conectados 24 horas, profissionais não se distanciam do trabalho, revela pesquisa


Mesmo nas férias é fácil encontrar alguém com o celular resolvendo assuntos profissionais, revela estudo


Por que é tão difícil se desconectar? Pelo menos 51% dos profissionais no Brasil não consegue relaxar durante as férias, tentando encaixar mais de três horas de trabalho por dia. Ao lado desses profissionais que simplesmente não conseguem se desligar, 34% deles irão trabalhar entre uma e três horas diárias mesmo em período de folga, mostrando que está cada vez mais difícil se distanciar totalmente do trabalho. Estes são alguns dos resultados de recente pesquisa elaborada pela Regus, com 16.000 entrevistados em mais de 80 países.
Os profissionais brasileiros não só estão trabalhando durante as férias, como também não desgrudam de smartphones e netbooks, com 58% declarando que estarão atuando num ritmo reduzido, enviando e-mails, fazendo ligações, mesmo de folga.
"Se desligar um pouco do trabalho não é só imprescindível para estreitar laços com familiares e relaxar, mas também pode ser a grande diferença entre um funcionário saudável e um profissional esgotado e estressado. Estudos mostram que a mente estressada é o terreno ideal para gerar ansiedade. É importante que os profissionais tirem uma folga para descansar e realmente se desliguem do ambiente corporativo", afirma Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no Brasil.
"Por causa dos avanços tecnológicos, os funcionários estão sempre conectados e é muito fácil cair na tentação de checar e-mails e finalizar tarefas. Com os smartphones, netbooks e a Internet disponível em toda parte, ficou muito difícil se desligar de tudo,mas descansar e dispor de tempo para estar junto com familiares e amigos é essencial para permanecer saudável. Isso pode ser constatado principalmente no Brasil, onde um terço dos profissionais diz sentir um alto patamar de estresse no trabalho" (1), acrescenta.
Ribeiro acredita que "as empresas precisam procurar meios de aumentar a eficiência e a produtividade para evitar que seus colaboradores levem tarefas para serem concluídas em casa, se quiserem garantir que a equipe continue feliz, saudável e produtiva. Ao introduzir um grau maior de flexibilidade, possibilitando aos profissionais que reduzam o tempo de deslocamento entre casa e trabalho, as empresas podem propiciar aos seus colaboradores o privilégio de realmente se desligarem do mundo profissional durante a folga." 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Google lança aplicativo que permite a chefes rastrear funcionários


O serviço custa 15 dólares por usuário e para utilizar é basta fazer download em um smartphone Android

A partir de agora, funcionários pensarão duas vezes antes de esticar o horário de almoço ou mentir uma consulta médica. Graças a um novo aplicativo criado pelo Google Maps que permite chefes rastrearem seus empregados.

O serviço custa 15 dólares por usuário e é chamadoGoogle Maps Coordinate. Para utilizar é basta fazer download em um smartphone Android e o programa enviará a localização do funcionário atualizada a cada cinco segundos.
De acordo com o comunicado do Google, o propósito é controlar os funcionários cujo trabalho é exercido fora do escritório e facilitar o trabalho. A empresa ainda oferece o exemplo de uma companhia elétrica que poderá mandar o eletricista que estiver mais próximo a um chamado. Além de agilizar, as companhias poderão analisar a eficiência da sua equipe.
O porta-voz da Google afirmou que os funcionários não precisam temer a invasão de privacidade, já que o programa terá apenas a função nos escritórios e será inutilizável nos horários de folga. Lillie Coney, diretora do Centro de Privacidade Eletrônica diz que a tecnologia deveria permitir que os funcionários controlassem o nível de rastreamento, pois mesmo nos locais de trabalho as pessoas precisam de certa privacidade. 
Google Maps Coordinate (divulgação)

Com informações da revista Time  

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Profissionais são a favor das redes sociais no trabalho, mas reconhecem impacto


Segundo pesquisa global da Kelly Workforce há bastante aceitação entre gerações e culturas, sobretudo, entre geração Y


Twitter, LinkedIn, Flickr, FourSquare, Facebook. Já não há mais como negar que as redes sociais vieram para ficar em nossas vidas. A grande polêmica sobre o assunto, porém, é até que ponto essas mídias, para o uso pessoal, são aceitas no ambiente profissional. E segundo pesquisa mundial da Kelly Workforce, há bastante aceitação entre gerações e culturas.
O levantamento, feito com 168 mil profissionais de 30 países, mostrou que dos que pertencem à geração Y (nascidos depois de 1980) 36% acham que o uso das redes deve ser aceito no ambiente profissional. O percentual cai levemente quando se trata da geração X, 30% e um pouco ais intensamente quando se trata dos Baby Boomers, 19%.
Entre as regiões do mundo, porém, as opiniões são um pouco mais constratantes. Os que mais acham aceitável usar as redes sociais – para uso pessoal - no horário de trabalho são aqueles que vivem na região Ásia-Pacífico (APAC). Por lá, 48% dos entrevistados foram a favor. Já no EMEA (Oriente Médio, Leste Europeu, África), 31% dos profissionais tiveram a mesma opinião.
Quando passamos para as Américas, o percentual recua bastante. Por aqui, apenas 16% dos entrevistados são a favor do uso das mídias no ambiente profissional. No geral, ou seja, levando em conta os profissionais de todos os países, 30% deles são a favor desse tipo de recurso no trabalho.
E o impacto na produtividade?
Apesar de serem a favor das redes sociais no trabalho, os profissionais reconhecem o impacto disso. Entre os da geração Y, cerca de 40% concorda que esse tipo de recurso traz impactos negativos na produtividade. O percentual dos que pensam da mesma forma cresce entre os profissionais da geração X (44%) e baby boomers (49%).
Da mesma forma, o estudo tenta entender qual o sentimento dos profissionais por região. E é nas Américas que existe o maior receito. Por aqui, 53% acreditam que o uso das redes sociais afeta negativamente a produtividades. No EMEA o percentual foi de 41% e de 34% na APAC.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Profissionais são a favor das redes sociais no trabalho, mas reconhecem impacto


Segundo pesquisa global da Kelly Workforce há bastante aceitação entre gerações e culturas, sobretudo, entre geração Y


Twitter, LinkedIn, Flickr, FourSquare, Facebook. Já não há mais como negar que as redes sociais vieram para ficar em nossas vidas. A grande polêmica sobre o assunto, porém, é até que ponto essas mídias, para o uso pessoal, são aceitas no ambiente profissional. E segundo pesquisa mundial da Kelly Workforce, há bastante aceitação entre gerações e culturas.
O levantamento, feito com 168 mil profissionais de 30 países, mostrou que dos que pertencem à geração Y (nascidos depois de 1980) 36% acham que o uso das redes deve ser aceito no ambiente profissional. O percentual cai levemente quando se trata da geração X, 30% e um pouco ais intensamente quando se trata dos Baby Boomers, 19%.
Entre as regiões do mundo, porém, as opiniões são um pouco mais constratantes. Os que mais acham aceitável usar as redes sociais – para uso pessoal - no horário de trabalho são aqueles que vivem na região Ásia-Pacífico (APAC). Por lá, 48% dos entrevistados foram a favor. Já no EMEA (Oriente Médio, Leste Europeu, África), 31% dos profissionais tiveram a mesma opinião.
Quando passamos para as Américas, o percentual recua bastante. Por aqui, apenas 16% dos entrevistados são a favor do uso das mídias no ambiente profissional. No geral, ou seja, levando em conta os profissionais de todos os países, 30% deles são a favor desse tipo de recurso no trabalho.
E o impacto na produtividade?
Apesar de serem a favor das redes sociais no trabalho, os profissionais reconhecem o impacto disso. Entre os da geração Y, cerca de 40% concorda que esse tipo de recurso traz impactos negativos na produtividade. O percentual dos que pensam da mesma forma cresce entre os profissionais da geração X (44%) e baby boomers (49%).
Da mesma forma, o estudo tenta entender qual o sentimento dos profissionais por região. E é nas Américas que existe o maior receito. Por aqui, 53% acreditam que o uso das redes sociais afeta negativamente a produtividades. No EMEA o percentual foi de 41% e de 34% na APAC.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Metade dos profissionais não vê problemas em namorar um colega de trabalho


Pesquisa revela que 54% dos profissionais consultados não acreditam que namoro atrapalhe o desempenho no trabalho


Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com Brasil com mais de 300 profissionais revelou que a maioria dos consultados não acredita que ter um relacionamento afetivo com alguém do trabalho possa afetar o próprio desempenho. Mas nem todos compartilham desta opinião.
"Cerca de 46% acreditam que o envolvimento desviaria o foco do trabalho e alegam que jamais teriam esse tipo de relacionamento", informou o levantamento.

Empresa não é impedimento

Contudo, entre os que aprovam o envolvimento, engana-se quem imaginar que o ambiente corporativo possa ser um impedimento, afinal, 32% dos consultados informaram já ter tido um relacionamento com um colega da corporação. E mais, muitos deles informaram que até se casaram por conta de tal relacionamento.
"Os outros 22% que não fizeram isso, dizem não ter se relacionado apenas por não ter encontrado um par ideal", diz a pesquisa.

Restrição de conduta

Segundo o diretor-geral da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg, muitas empresas incluem o relacionamento amoroso como restrição em seu código de conduta.
“A empresa deve explicar ao candidato já na hora da contratação que, de acordo com normas internas, que esse tipo de relação não é permitida. Assim, transtornos futuros podem ser evitados", explica o profissional, que lembra que atualmente nenhum trabalhador pode ter seu contrato rescindido por virtude de tal envolvimento.

Regras de etiqueta

E para que a relação apaixonada não se transforme em um pesadelo, fique atento as dicas à seguir:
1. Mantenha o relacionamento afetivo apenas fora do horário de trabalho;
2. Não chame seu “colega” por apelidos íntimos, isso pela mal;
3. Verifique quais as normas da empresa sobre o assunto e siga-as para evitar problemas;
4. Tome cuidado para que a relação não atrapalhe seu desempenho profissional;
5. Comunique o namoro ao chefe, antes que ele saiba pelos outros;
6. Não discuta a relação pelo e-mail corporativo, use seu endereço pessoal;
7. Evite ausência prolongada, de ambos, durante o expediente. Bom senso é fundamental!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Você costuma ouvir música no trabalho?


É divergente o debate sobre ouvir ou não música no ambiente de trabalho, alguns apóiam, outros discordam. E você o que acha?


Seja com fone de ouvido ou aquele radinho com música ambiente, tem empresa que não impede que o funcionário ouça música durante o expediente, mas será que isso atrapalha no rendimento?
Há quem diga que ouvir uma música que você gosta durante o expediente pode trazer grandes benefícios. Dizem que a música relaxa e que estimula a criatividade, trazendo aumento no desempenho profissional e dá motivação.
Em contrapartida, algumas pessoas afirmam que o rendimento cai devido à distração que a música proporciona, além de dizerem que as variações acústicas deixam o profissional confuso e menos eficiente.
Alguns dizem que o ideal é ouvir música antes do trabalho, no caminho, por exemplo, para aliviar a tensão e te deixar mais preparado para a cansativa rotina do dia-a-dia.
Algumas empresas proíbem absolutamente todos os tipos de aparelhos sonoros, já em outras liberam o uso. O jeito é usar do bom senso. Se a empresa proíbe, respeite-a, se não: use com consciência.
Prefira músicas mais calmas e com um volume baixo, assim não atrapalha o colega do lado que pode não gostar de trabalhar com barulho. Assim também colabora com seu próprio bem estar.
Preste atenção na sua percepção. Caso perceba que a música não tem um bom efeito no seu desempenho, opte por ouvi-la fora do trabalho, para evitar problemas e aproveitar melhor os benefícios de uma boa música! 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Brasileiros terão de trabalhar 150 dias só para pagar impostos, diz IBT


Dependendo da faixa de renda, poderá ser necessário trabalhar ainda mais para esse fim


O brasileiro trabalhará em média 4 meses e 29 dias para o pagamento de impostos, taxas e contribuições às três esferas de poder: federal, estadual e municipal, conforme aponta o estudo "Dias Trabalhados para pagar Tributos", elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).
"Em 2011,o brasileiro trabalhou 149 dias; em 2010, foram 148 dias; em 2009, 147 dias; e em 2008,148 dias. A quantidade de dias dobrou em relação à década de 1970, quando eram necessários 76 dias de trabalho para esse fim", comenta o presidente executivo do Instituto, João Eloi Olenike.
O estudo do IBPT, cuja edição do ano de 2006 serviu de base para a instituição de 25 de maio como o "Dia Nacional de Respeito ao Contribuinte" constata que, dependendo da faixa de renda, o contribuinte terá de trabalhar mais dias no ano para ficar quite com o Leão: os que têm rendimento mensal de até R$ 3.000 trabalharão 143 dias; os que possuem rendimento de R$ 3.000 a R$ 10.000, 159 dias, e aqueles que ganham acima de R$ 10.000, trabalharão152 dias.
Além da tributação incidente sobre os rendimentos, como Imposto de Renda Pessoa Física, INSS, previdências oficiais e contribuições sindicais, o cidadão brasileiro paga tributos indiretos sobre o consumo, inclusos no preço dos produtos e serviços (PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS, etc) e sobre o patrimônio (IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR). As taxas (limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos) e contribuições (iluminação pública) também estão consideradas no cálculo. 

Profissionais inventam doenças para faltarem trabalho e acompanharem eventos esportivos


Estudo internacional aponta, por exemplo, que 58% dos profissionais chineses simulam doenças para assistirem a atividades desse tipo


Uma pesquisa global, realizada pela Workforce Institute (da Kronos Incorporated) e conduzida pela Harris Interactive revela que funcionários ao redor do mundo dizem estar doentes para faltar ao trabalho e acompanhar algum evento esportivo. A pesquisa "Sideline by Sports" também aponta quais esportes causam aumento do absentismo em cada região e como os trabalhadores sentem-se ao simular uma doença.
Segundo o levantamento, os chineses são campeões nesse quesito: 58% dos profissionais do país já inventaram alguma vez que estavam doentes para poderem faltar ao trabalho e acompanharem eventos esportivos. Entre os outros países pesquisados, a Índia apresenta 48%, Reino Unido, 24%, México, 21%, Austrália, 19%, Canadá, 13% e Estados Unidos, 11%. Apenas 1% dos funcionários da França simulam doenças com esse fim.
Os entrevistados também admitiram simular doença para faltar ao trabalho um dia depois do evento esportivo, com a justificativa de ser necessário um dia de folga para descansar: 54% na China, 41% na Índia, 23% no Reino Unido, 19% na Austrália, 16% no México, 9% no Canadá, 7% nos Estados Unidos e 1% na França.
Torcida no estádio de futebol
Imagem: Thinkstock

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como ser feliz no trabalho?


O primeiro passo é encontrar a profissão certa




Em meio a tantas mudanças de um mundo globalizado, com informações e estímulos que mudam em tempo real, encontrar a felicidade no trabalho parece um grande desafio. Mas, felizmente, pesquisas mostram que o índice de felicidade dos trabalhadores aumentou significativamente entre o ano de 2001 e 2012. Um estudo divulgado semana passada pelo Instituto Datafolha mostra que três em cada quatro brasileiros se sentem felizes com o trabalho. O fato é que, encontrar essa tal felicidade nos garante diferencial competitivo, satisfação e grandes realizações.
Obviamente, para ser feliz, o primeiro passo é encontrar a profissão certa. De maneira que aproveitaremos o potencial criativo e nato de cada ser humano, sem interferência de modelos ou estilos que possam nos moldar ou criar inseguranças diante da dificuldade de aplicar. Para tanto é fundamental se identificar com a carreira e fazer com paixão!

terça-feira, 8 de maio de 2012

Profissional que agir de má-fé em processo trabalhista pode ser penalizado


Recentemente, Justiça decidiu que um ex-funcionário terá que pagar R$ 3,4 mil por mentir para se beneficiar


O profissional que agir de má-fé em um processo trabalhista contra a empresa pode ser penalizado. Recentemente, a Justiça obrigou um ex-empregado a pagar R$ 3,4 mil à empresa, alegando que ele estava utilizando informações falsas para se beneficiar.
A sócia do escritório Emerenciano, Baggio e Associados e advogada especialista em Direito do Trabalho, Cláudia Fimi, explica que o funcionário recorreu à Justiça argumentando que a empresa não cumpria os pagamentos relacionados ao salário nos dias previstos.
Entretanto, a empresa, que atua no setor de Tecnologia da Informação, conseguiu comprovar que pagava o funcionário pontualmente e que seguia à risca os acordos coletivos, se livrando de multas normativas, que são comuns em caso de descumprimento.
“Com as provas, a Justiça entendeu que o reclamante queria obter vantagem em cima da empresa, por isso ele foi punido, tendo que pagar 2% sobre o valor da causa”. O ex-funcionário pedia o montante de R$ 168 mil na Justiça.
Sem protecionismo
Para a especialista, a decisão da Justiça indica que o trabalhador, apesar de sempre ser considerado o lado mais fraco em uma processo trabalhista, pode ser penalizado se estiver agindo de má-fé. “Isso torna a Justiça mais digna para ambas partes. Muitas pessoas pensam que a Justiça protege sem fundamento, mas não é assim”.
Além do reclamante ser penalizado, seu advogado também pode ser punido, tanto financeiramente, tendo que pagar uma multa ou até mesmo tendo um ofício encaminhado a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).