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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Para maioria dos profissionais empresas exigem competências não utilizadas na função


Entre os entrevistados, 37% estão cursando o ensino superior, 33% possuem ensino superior completo e 21% pós-graduação


Quase 60% das empresas exigem competências que não condizem com as atividades exercidas pelo profissional na função, segundo pesquisa de Percepção sobre o Mercado de Trabalho Brasileiro 2012, feita com candidatos e contatos do banco de currículos da área de Recursos Humanos da Boucinhas&Campos

Os entrevistados foram questionados sobre o grau de exigência apresentado no perfil das vagas disponíveis. Para 59% as exigências estão acima do necessário, sendo que para 25% elas estão de acordo, 8% acreditam que esteja abaixo do necessário, enquanto 8% preferiu não responder.
Amostra
Entre os pesquisados, 37% estão cursando o ensino superior, 33% possuem ensino superior completo e 21% possuem pós-graduação.
A consultoria realizaou mais de 3.500 contatos por email marketing, além da disponibilizar a pesquisa nas mídias sociais. Os participantes responderam um questionário eletrônico, entre a última semana de agosto e a primeira de setembro.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Brasil é o segundo mais problemático na transferência de profissionais


País está atrás da China em Program Managers, segundo o ranking elaborado pela Brookfield Global Relocation Services


Um estudo realizado pela Brookfield Global Relocation Services revela que o Brasil é um dos países mais desafiadores em termos de transferência internacional de profissionais.
De acordo com o estudo, o País está em segundo no ranking, alvo de 9% das empresas e encontra-se atrás da China, que foi mencionada por 16% das companhias. A Índia aparece em terceiro lugar, com 8%.
A pesquisa também revelou que o Brasil, China, Austrália e Índia são os principais destinos entre os países emergentes para investimentos. Já entre os que mais apresentam problemas em Program Managers, o Brasil também se destaca, com o segundo lugar (10%). "Enquanto a China está em primeiro, com 14%, e a Índia aparece em terceiro, com 9%", informa o estudo.

Metodologia

A pesquisa 'Tendências para Realocações Globais' consultou mais de 123 empresas de variados portes em todo o mundo. Mais da metade das companhias entrevistadas têm sede nas Américas. Os outros 42% pertencem a Europa, Oriente Médio e África.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

7 erros fatais que um profissional não pode cometer no LinkedIn


A rede social é a mais usada por profissionais, tanto para procurar emprego como para achar profissionais. Mas você sabe usar corretamente essa ferramenta?


Hoje, o LinkedIn é a rede social mais usada por profissionais. Cada vez mais, pessoas se cadastram no site em busca de novas oportunidades de carreira, otimizar o seu networking ou para achar perfis compatíveis com novas vagas.
Mas, para a especialista em social media, Alexandra Gibson, a maioria dos usuários comete erros frequentes na rede, e muitas vezes, não sabe ao certo utilizar a ferramenta da melhor forma.
Para acabar com esses os deslizes ou se previnir deles, Gibson levantou os sete erros principais para o site Inc. Confira:
1. Só usar quando precisa: muitos profissionais só usam o LinkedIn quando estão procurando um emprego ou estágio e isso é um grande erro. A verdade é que só irão aparecer boas oportunidades se manter o perfil e as conexões atualizadas, pois o seu networking estará mais fortalecido.
2. Perfil incompleto: um perfil desatualizado ou sem informações importantes podem deixar sua página sem os atrativos necessários para chamar a atenção de uma empresa ou de um “olheiro”. Adicione todas as empresas importantes em que já trabalhou e uma descrição detalhada de suas funções e resultados. Não esqueça de otimizar seu perfil para a pesquisa, como a criação de uma palavra-chave, que irá ajudar as pessoas a te encontrarem na rede.
3. Não pertencer a nenhum grupo: pode ser qualquer grupo, como de ex-alunos de algum curso, de notícias, das empresas que já trabalhou e da atual, e até mesmo de emprego e oportunidades. Os grupos são ótimos para conhecer outros perfis e propagar informações.
4. Não compartilhar nada: estar no LinkedIn e não compartilhar seus feitos ou de outras pessoas ou empresas é um erro. Se tem um blog ou alguma realização pessoal, compartilhe. Muitos usuários verão esse conteúdo e isso ajudará a traçar seu perfil profissional, ultrapassando as informações básicas.
5. Não investir em suas conexões: mais uma vez: não espere sentir a necessidade de algo para recorrer ao seu networking. Profissionais precisam investir na sua rede de amigos e conhecidos para se um dia precisar deles, não aparecer oportunismo de sua parte.
6. Não utilizar respostas do LinkedIn: a seção Respostas é outro lugar importante para mostrar suas aptidões e valorizar seu perfil profissional. Se as pessoas fizerem perguntas e se você souber sobre o assunto, responda. Adicionar links para o conteúdo também faz um backup de sua resposta. Um aspecto positivo do LinkedIn Respostas é a permanência que sua resposta fica no ar, diferente de outras redes sociais.
7. Não ter conexões com sua equipe ou chefes: como a rede social é voltada para o profissional, tenha em suas conexões pessoas ligadas ao seu cotidiano profissional. Deve enfatizar também as conexões com pessoas da área em que atua ou com CEOs e empregados de empresas que, um dia, pretende trabalhar.
Se investir em um marketing pessoal, assim que surgir uma oportunidade na empresa (tanto de promoção da empresa atual quanto um emprego em outra empresa), eles certamente poderão recorrer ao seu perfil.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Conectados 24 horas, profissionais não se distanciam do trabalho, revela pesquisa


Mesmo nas férias é fácil encontrar alguém com o celular resolvendo assuntos profissionais, revela estudo


Por que é tão difícil se desconectar? Pelo menos 51% dos profissionais no Brasil não consegue relaxar durante as férias, tentando encaixar mais de três horas de trabalho por dia. Ao lado desses profissionais que simplesmente não conseguem se desligar, 34% deles irão trabalhar entre uma e três horas diárias mesmo em período de folga, mostrando que está cada vez mais difícil se distanciar totalmente do trabalho. Estes são alguns dos resultados de recente pesquisa elaborada pela Regus, com 16.000 entrevistados em mais de 80 países.
Os profissionais brasileiros não só estão trabalhando durante as férias, como também não desgrudam de smartphones e netbooks, com 58% declarando que estarão atuando num ritmo reduzido, enviando e-mails, fazendo ligações, mesmo de folga.
"Se desligar um pouco do trabalho não é só imprescindível para estreitar laços com familiares e relaxar, mas também pode ser a grande diferença entre um funcionário saudável e um profissional esgotado e estressado. Estudos mostram que a mente estressada é o terreno ideal para gerar ansiedade. É importante que os profissionais tirem uma folga para descansar e realmente se desliguem do ambiente corporativo", afirma Guilherme Ribeiro, diretor geral da Regus no Brasil.
"Por causa dos avanços tecnológicos, os funcionários estão sempre conectados e é muito fácil cair na tentação de checar e-mails e finalizar tarefas. Com os smartphones, netbooks e a Internet disponível em toda parte, ficou muito difícil se desligar de tudo,mas descansar e dispor de tempo para estar junto com familiares e amigos é essencial para permanecer saudável. Isso pode ser constatado principalmente no Brasil, onde um terço dos profissionais diz sentir um alto patamar de estresse no trabalho" (1), acrescenta.
Ribeiro acredita que "as empresas precisam procurar meios de aumentar a eficiência e a produtividade para evitar que seus colaboradores levem tarefas para serem concluídas em casa, se quiserem garantir que a equipe continue feliz, saudável e produtiva. Ao introduzir um grau maior de flexibilidade, possibilitando aos profissionais que reduzam o tempo de deslocamento entre casa e trabalho, as empresas podem propiciar aos seus colaboradores o privilégio de realmente se desligarem do mundo profissional durante a folga." 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Sobrevivendo ao furacão do alto potencial


Veja o que todo trainee ou funcionário de alto potencial precisa saber para aproveitar ao máximo o desenvolvimento acelerado


Parabéns, você acaba de entrar no programa de desenvolvimento acelerado de sua empresa. Ótimo, não? Agora que é oficialmente um funcionário de alto potencial (AP), possivelmente um trainee, você passará por uma série de avaliações que irão prepará-lo para ocupar uma posição da alta administração.
Mas antes de começar a planejar como sua vida será nos andares de cima, cuidado: o caminho mais rápido vem com armadilhas que podem atrapalhar uma carreira promissora; e as empresas podem rapidamente abandonar esses funcionários que se complicam. Então, seguem quatro armadilhas a serem evitadas:
O rótulo AP
Não espere muito louvor quando iniciar uma nova empreitada. Enquanto o RH e a diretoria lhe atribuem papéis que oferecem oportunidades de desenvolvimento; seu novo chefe imediato não estará preocupado com seu potencial e não terá muitos motivos para investir no seu desenvolvimento.
Ele/ela apenas estará interessado (a) na sua capacidade de entregar bons resultados ou não. Isto significa que a primeira coisa que você precisa desenvolver é a habilidade de descobrir o que seu novo chefe quer e como cultivar uma relação de trabalho produtiva. Quanto mais rápido fizer isso, maior a sua chance de ser bem-sucedido. Questões para perguntar a si mesmo:
Imagem: Thinkstock

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Veja 10 cargos em que mais faltam profissionais no Brasil


País é o segundo no ranking onde mais empresas enfrentam dificuldade para encontrar profissionais, perdendo apenas para o Japão, cujo indicador é de 81%


Cargos técnicos são os que têm mais escassez de talentos no mercado de trabalho brasileiro atualmente. É o que revela a 7ª edição do Estudo Anual sobre a Escassez de Talentos do ManpowerGroup. 
Também faltam profissionais para ocupar cargos de ofício manual, engenheiro, motorista, operação de produção, contadores e profissionais de finanças, representantes de vendas, profissionais de TI (Tecnologia da Informação), operários e mecânicos. Conforme é possível verificar na tabela abaixo:
Cargos demandados no Brasil
20122011
1. Técnicos1. Técnicos
2. Trabalhadores de Ofício Manual2. Engenheiros
3. Engenheiros3. Motoristas
4. Motoristas4. Operários
5. Operadores de Produção5. Operadores de Produção
6. Contadores e Profissionais de Finanças6. Representantes de Vendas
7. Representantes de Vendas7. Secretárias e Assistentes Administrativos
8. Profissionais de TI8. Trabalhadores de Ofício Manual
9. Operários9. Mecânicos
10. Mecânicos10. Contadores e Profissionais de Finanças

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Profissionais de até 30 anos trabalham melhor quando são desafiados


Além do desafio, profissionais nesta faixa etária também se sentem mais estimulados quando setem paixão pelo que fazem


Profissionais com idade entre 20 e 30 anos trabalham melhor quando são desafiados. Ao menos, é o que aponta pesquisa realizada pela Page Personnel – empresa global de recrutamento especializado em profissionais de suporte à gestão e primeira gerência.
De acordo com o levantamento, os projetos e desafios capazes de desenvolver cada um profissionalmente são os fatores que mais motivam os colaboradores nesta faixa etária, sendo citada por 42,2% dos 200 profissionais entrevistados.
“Os desafios apresentados em um ambiente organizacional podem gerar uma série de consequências a evolução de um profissional, que podem ser positivas ou negativas (…) Se o profissional escolher sair de sua zona de conforto e buscar desenvolvimento em todos os novos aspectos relacionados a esses desafios, se adaptando às mudanças e buscando as melhores estratégias para solucionar possíveis problemas, as chances de que ele se motive e busque aprender cada vez mais são ainda maiores”, ressalta o diretor executivo da Page Personnel, Danilo Castro.
Mais estímulos
Ainda conforme o estudo, além do desafio, os profissionais que têm de 20 a 30 anos também se sentem mais estimulados quando setem paixão pelo que fazem (21,6%); e têm autonomia para planejar ou tomar decisões sobre os assuntos que estão sob sua responsabilidade (15,7%).
“Quando a pessoa trabalha com algo pela qual não se interessa, há grande chance desse trabalho não ser realizado com a qualidade necessária, o que causa impactos negativos para os resultados da companhia”, diz Castro.
Com menores percentuais de resposta, os profissionais também citaram a possibilidade de promoção e aumento de salário a médio ou curto prazo (10,8%) e o reconhecimento público pela postura profissional como motivadores (9,8%).

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Salário e Benefícios? Saiba como atrair os melhores profissionais


Segundo especialista da ABRH, não existe algo específico, mas sim, um conjunto de fatores que tornam a empresa atrativa


No mercado de trabalho, existem as empresas que sofrem com a falta de profissionais e aquelas que recebem milhares de currículos de pessoas que gostariam de trabalhar na organização. Mas por que uma é tão atrativa e a outra não?
Engana-se quem pensa que os profissionais querem fazer parte de uma empresa somente por causa do salário oferecido. É o que afirma o diretor Regional da ABRH-Campinas (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Gilberto Sobrinho.
“Hoje, isso não existe mais. O que atrai o profissional é um conjunto de coisas. O salário não precisa ser alto, mas tem de ser compatível com o mercado”.
Os benefícios também são considerados importantes para que a empresa se destaque entre as outras. Além dos benefícios comuns, como plano de saúde, vale-refeição, entre outros, as organizações estão oferecendo plano de previdência privada e até mesmo academias de ginástica.
“Os benefícios atraentes são aqueles que estão diretamente relacionados com a qualidade de vida”.
Possibilidade de crescimento
Mas somente salário e benefício não bastam. Os profissionais querem muito mais, eles querem possibilidade de crescimento, de desenvolvimento e de capacitação, acrescenta a consultora de Desenvolvimento Organizacional da Caliper Brasil, Lilian Mary Gonçalves.
A especialista explica que para isso é importante conhecer o perfil do profissional. “O plano de carreira é algo individual, não pode ser massificado. O plano deve ser focado. É importante saber o que a pessoa busca, assim é possível motivá-la”.
Por fim, os especialistas explicam que as empresas que são realmente preocupadas ambientalmente e socialmente são mais desejadas pelos profissionais, do que as que não são. Isso pode ser explicada pela mudança de comportamento da sociedade e pelos profissionais que fazem parte da Geração Y.



fonte: administradores.com.br

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Quase 85% dos profissionais avaliariam proposta de emprego em outra cidade


Segundo especialista, estas pessoas estão em busca de desafios e oportunidades de crescimento dentro das empresas


Um levantamento realizado pela Adecco, empresa de recrutamento e seleção, revelou que a maioria dos profissionais está disposta a mudar de cidade para alcançar suas metas profissionais. Segundo a pesquisa, 84,7% avaliariam proposta para trabalhar em outra região.
Segundo a coordenadora de qualidade da Adecco Brasil, Fabiane Cardoso, isso revela que os profissionais qualificados não se importam em trabalhar em outros estados. “O importante é ter qualidade de vida, boa remuneração, desafios e oportunidades de crescimento dentro das empresas”.