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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Mudar de emprego: será que é a única saída quando a empresa não lhe reconhece?


Especialista explica que o profissional tem que tentar, antes de tudo, reconhecimento na organização


Foi-se o tempo em que os profissionais não tinham muitas opções e acabavam ficando 10, 20, 30 anos na mesma empresa. Com o crescimento da economia, o desenvolvimento dos setores e a expansão do crédito, o mercado de trabalho se transformou, trazendo muito mais oportunidades para os trabalhadores. 
Para aqueles que estão empregados, mas não se sentem reconhecidos pela organização, a solução é sair em busca de novas posições. Mas como fazer isso sem que a empresa perceba? E, mais do que isso, será que essa é a atitude mais ética? 
A consultora de gestão de carreira e imagem, Waleska Farias, sugere que, antes de mais nada, o profissional se certifique de que a empresa realmente não oferece o que ele deseja. “A primeira coisa a fazer é tentar todas as possibilidades de ser promovido e ter algum tipo de incentivo que ajude você a se desenvolver e crescer na empresa”, diz Waleska. 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Só sobrevive quem se adapta


Não existe alternativa a não ser a permanente transformação


Os primeiros navegadores chegaram há muito tempo. Estudos geológicos e botânicos mostram que aquela terra era coberta por florestas de árvores grossas e palmeiras gigantes habitadas por bandos de pássaros. A costa era rica em cardumes de peixes. Em trezentos anos eles formaram uma população de 30 mil pessoas, ocupando uma área de 164 Km2. Como comparação, a área, topografia e densidade populacional eram muito semelhantes com a atual cidade de Arraial do Cabo, uma cidade da Região dos Lagos, da costa do Estado do Rio de Janeiro. Muito parecido, só que há pouco mais de mil anos atrás.

Por algum determinismo voluntário, eles escolheram manifestar sua crença transcendental esculpindo monumentos que foram colocados, preferencialmente, no limites do seu território. Para o transporte dessas pesadas manifestações do pensamento humano, eles precisaram de troncos de árvores. Ao longo dos anos, as árvores foram sendo sacrificadas em homenagem à comunicação dos homens com o universo. Quinhentos anos depois da chegada ao novo lar, as florestas morreram. Sem árvores, os navegadores ficaram sem transporte marítimo. A decadência foi contínua e implacável. Sem a proteína dos peixes, a população se alimentou dos pequenos mamíferos, até que só sobraram os ratos. Os clãs entraram em guerra e o canibalismo se tornou rotina.
Oitocentos anos depois, em 1722, os holandeses encontraram menos de 2 mil pessoas famintas, se escondendo e sobrevivendo como podiam em uma terra pobre em vegetação. Mas ao redor da ilha havia quase 900 impressionantes esculturas, algumas com 20 metros de altura. Jacob Roggeveen chegou em Rapa Nui no domingo da Páscoa e não conseguiu entender como aqueles magníficos moais foram construídos. Teriam aqueles pobres coitados a capacidade de tamanha façanha?
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Ilha de Páscoa (Imagem: Ian Sewell/ Wikimedia)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Foi demitido? Tire lições valiosas do ocorrido e vá em frente


Demissão pode ser o momento de reavaliar o comportamento profissional e ainda de traçar novas metas


O plano de carreira segue em ordem e a expectativa de crescimento na empresa também, contudo, um único e inesperado detalhe coloca tudo a perder: sua demissão repetina da companhia. Pois é, poucos são aqueles que nunca se viram em uma situação como essa, mas quem caiu jamais esquece, especialmente porque recomeçar dá trabalho e exige disciplina e dedicação.
“As pessoas que são demitidas de uma organização costumam sentir raiva em um primeiro momento e têm dificuldade de entender o causou tal situação, culpando os colegas de trabalho ou mesmo a chefia por sua saída”, explica o coach da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jonas Tokarski.
Segundo ele, em casos como esse é muito comum que o profissional não consiga enxergar os reais motivos que o tiraram da empresa. “Ele se compara aos demais colegas que permaneceram na empresa e se sente injustiçado, pois na visão dele aquelas pessoas não cumpriam suas obrigações tão bem”, explica Tokarski.
Profissional demitido
Imagem: Thinkstock

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mudança na caderneta de poupança protege pequeno poupador, afirma Dilma Rousseff


A nova regra prevê que, quando a taxa básica de juros for menor ou igual a 8,5% ao ano, os rendimentos da caderneta serão fixados em 70% da taxa Selic


A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (7) que a mudança para novos depósitos nas cadernetas de poupanças, anunciada pelo governo na semana passada, vai proteger o pequeno poupador, além de permitir que as taxas de juros continuem caindo.
A nova regra prevê que, quando a taxa básica de juros for menor ou igual a 8,5% ao ano, os rendimentos da caderneta serão fixados em 70% da taxa Selic. Anteriormente, o critério de remuneração da poupança era 6,17% ao ano mais a variação da Taxa Referencial (TR). A Selic está fixada em 9% ao ano.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma lembrou que não são cobrados, sobre os rendimentos da caderneta, Imposto de Renda ou taxa de administração e que, por isso, quando os juros caem, a poupança se torna mais atraente.
"A caderneta de poupança é um patrimônio dos brasileiros e o governo tem obrigação de protegê-la, de torná-la cada vez mais segura e mais rentável para o pequeno poupador. É isso que estamos fazendo. Não podemos aceitar que agora, quando estamos baixando os juros, ela se torne uma forma de lucro fácil para aqueles que só querem especular."
Dilma considerou a mudança simples, justa e correta. "O que nós fizemos foi criar uma regra para o futuro, para um futuro com taxas de juros mais baixas, que são o que nós queremos para o Brasil daqui para frente", completou, ao lembrar que a nova regra só vale para novos depósitos.
"A poupança continua sendo um investimento excelente, rentável e com a mesma segurança de sempre. Continua e continuará como o melhor tipo de investimento para a maioria dos brasileiros", destacou. 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Quase 85% dos profissionais avaliariam proposta de emprego em outra cidade


Segundo especialista, estas pessoas estão em busca de desafios e oportunidades de crescimento dentro das empresas


Um levantamento realizado pela Adecco, empresa de recrutamento e seleção, revelou que a maioria dos profissionais está disposta a mudar de cidade para alcançar suas metas profissionais. Segundo a pesquisa, 84,7% avaliariam proposta para trabalhar em outra região.
Segundo a coordenadora de qualidade da Adecco Brasil, Fabiane Cardoso, isso revela que os profissionais qualificados não se importam em trabalhar em outros estados. “O importante é ter qualidade de vida, boa remuneração, desafios e oportunidades de crescimento dentro das empresas”.