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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

7 erros fatais que um profissional não pode cometer no LinkedIn


A rede social é a mais usada por profissionais, tanto para procurar emprego como para achar profissionais. Mas você sabe usar corretamente essa ferramenta?


Hoje, o LinkedIn é a rede social mais usada por profissionais. Cada vez mais, pessoas se cadastram no site em busca de novas oportunidades de carreira, otimizar o seu networking ou para achar perfis compatíveis com novas vagas.
Mas, para a especialista em social media, Alexandra Gibson, a maioria dos usuários comete erros frequentes na rede, e muitas vezes, não sabe ao certo utilizar a ferramenta da melhor forma.
Para acabar com esses os deslizes ou se previnir deles, Gibson levantou os sete erros principais para o site Inc. Confira:
1. Só usar quando precisa: muitos profissionais só usam o LinkedIn quando estão procurando um emprego ou estágio e isso é um grande erro. A verdade é que só irão aparecer boas oportunidades se manter o perfil e as conexões atualizadas, pois o seu networking estará mais fortalecido.
2. Perfil incompleto: um perfil desatualizado ou sem informações importantes podem deixar sua página sem os atrativos necessários para chamar a atenção de uma empresa ou de um “olheiro”. Adicione todas as empresas importantes em que já trabalhou e uma descrição detalhada de suas funções e resultados. Não esqueça de otimizar seu perfil para a pesquisa, como a criação de uma palavra-chave, que irá ajudar as pessoas a te encontrarem na rede.
3. Não pertencer a nenhum grupo: pode ser qualquer grupo, como de ex-alunos de algum curso, de notícias, das empresas que já trabalhou e da atual, e até mesmo de emprego e oportunidades. Os grupos são ótimos para conhecer outros perfis e propagar informações.
4. Não compartilhar nada: estar no LinkedIn e não compartilhar seus feitos ou de outras pessoas ou empresas é um erro. Se tem um blog ou alguma realização pessoal, compartilhe. Muitos usuários verão esse conteúdo e isso ajudará a traçar seu perfil profissional, ultrapassando as informações básicas.
5. Não investir em suas conexões: mais uma vez: não espere sentir a necessidade de algo para recorrer ao seu networking. Profissionais precisam investir na sua rede de amigos e conhecidos para se um dia precisar deles, não aparecer oportunismo de sua parte.
6. Não utilizar respostas do LinkedIn: a seção Respostas é outro lugar importante para mostrar suas aptidões e valorizar seu perfil profissional. Se as pessoas fizerem perguntas e se você souber sobre o assunto, responda. Adicionar links para o conteúdo também faz um backup de sua resposta. Um aspecto positivo do LinkedIn Respostas é a permanência que sua resposta fica no ar, diferente de outras redes sociais.
7. Não ter conexões com sua equipe ou chefes: como a rede social é voltada para o profissional, tenha em suas conexões pessoas ligadas ao seu cotidiano profissional. Deve enfatizar também as conexões com pessoas da área em que atua ou com CEOs e empregados de empresas que, um dia, pretende trabalhar.
Se investir em um marketing pessoal, assim que surgir uma oportunidade na empresa (tanto de promoção da empresa atual quanto um emprego em outra empresa), eles certamente poderão recorrer ao seu perfil.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Você, esperto? Veja erros estúpidos que os inteligentes fazem na busca por emprego


Se apegar aos resultados do passado e colocar um mundo de informações no currículo, são erros clássicos


Quando se trata de carreira e do desenvolvimento da trajetória profissional, os erros não estão reservados apenas aos desatentos e despreocupados. Pessoas inteligentes e bem-sucedidas também cometem alguns deslizes, e, o maior deles, é se considerar inteligente demais para cometer erros bobos. 
Na hora de procurar uma posição, há diversos erros possíveis de serem cometidos, inclusive por profissionais inteligentes. Lembre-se que a inteligência pode tornar o profissional confiante demais, o que fatalmente leva a erros. 
Veja cinco erros ‘estúpidos’ que são cometidos na busca por um emprego: 
Não se apegue tanto aos resultados do passado - uma empresa não vai contratar um profissional apenas por conta dos resultados que este obteve no passado. A contratação se dará se o candidato conseguir demonstrar que será capaz de entregar resultados para a empresa em questão. Existe uma sutil, mas importante diferença aqui.
Assim, ao invés de falar sobre suas promoções passadas e sobre seu desempenho na empresa anterior, fale como você está preparado e como suas características podem contribuir para o crescimento da nova organização. É isso que eles querem. Para isso, reserve um tempo para estudar quais os requisitos do profissional que estão procurando.
Se você souber, por exemplo, que a empresa tem planos de se expandir para a Ásia, destaque o fato de você ter feito um curso de japonês, ou de algum negócio que fechou na região quando estava na empresa antiga, ou, ainda, quais suas competências que te fazem o profissional perfeito para esse desafio. Isso será muito mais útil e interessante do que ficar ressaltando suas conquistas do passado.
Excesso de informação no currículo nem sempre ajuda – você é e se considera um cara esperto. Você tem uma vida interessante e várias informações que considera altamente necessárias para serem postas no currículo. Lembre-se, porém, que os recrutadores estão interessados em apenas uma coisa: em como você vai contribuir para a empresa.
Logo, por mais que você queria colocar todo tipo de informação sobre você, todos os cursos que já fez ao longo da sua trajetória profissional, lembre-se que o espaço do currículo é limitado e o mais importante é selecionar as informações que realmente fazem sentido e são importantes para a posição que você está se candidatando.
Por exemplo, se você é um contador, se candidatando para uma posição de analista sênior, o fato de ter feito um curso de culinária na França não deve ser citado, pois o espaço deve ser preenchido com informações mais relevantes para a vaga em questão.
Dando uma de espertinho – muitos profissionais levam a entrevista de emprego para o lado errado. Acreditam que esse momento é uma batalha: de um lado o profissional, do outro, os recrutadores. Com algumas exceções, a maior parte dos selecionadores está no ramo para encontrar o cara ideal, que melhor se encaixará na organização. E o profissional que quer dar uma de espertinho, dificilmente será essa pessoa.
Você pode ser e se considerar esperto e inteligente o quanto quiser, mas não tente ser o esperto na entrevista, esse não é o melhor caminho. Pense nos selecionadores como parceiros e não inimigos. Pergunte-se como você pode tornar esse momento mais leve e como facilitar as coisas para que os recrutadores entendam como você é ideal para o cargo.
Não perca seu tempo pensando como você pode enganar os selecionadores para que eles acham que você é o profissional que deve ser contratado.
Não pense que você é impressionante demais para ter um perfil online – desde sempre os selecionadores buscam informações sobre os profissionais. Hoje em dia, com a internet, as coisas só ficaram mais fáceis. Não pense que só porque você é bom e tem um excelente currículo que não será feita uma busca com seu nome na rede.
É importante estar preparado. Faça, portanto, uma busca na internet e veja se suas informações profissionais relevantes são facilmente encontradas. Ainda, crie perfil nas redes sociais profissionais o quanto antes. Lembre-se que a reputação é muitas vezes determinante em processos de contratação.
Ignorar ajuda da rede de contatos – quando se trata de procurar uma nova posição, as pessoas inteligentes sabem que ter uma mente aberta é a chave para ter sucesso. A sua rede de contatos é uma fonte inestimável de oportunidades e dicas. Peças, portanto, a amigos e ex-colegas de trabalhos, de confiança, que avaliem seu currículo, que critique o que foi feito. A ajuda da sua rede de contatos pode ser essencial na busca por um novo emprego.