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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Como ser amigo de seu chefe nas redes sociais

Sem o cuidado correto uma atualização de status pode levar até mesmo a demissão. Confira dicas práticas para não cometer gafes e ser amigo de seu chefe nas redes sociais



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Crédito: Shutterstock.com
Fique atento antes de compartilhar qualquer conteúdo. Se estiver em dúvida, pense: falaria isso presencialmente para meu chefe ou colega?
Uma pesquisa realizada recentemente pela Cisco Systems mostrou que dois terços dos profissionais jovens são amigos de seus chefes e colegas de trabalho no Facebook. Se administrada corretamente, a relação entre gerentes e empregados nas redes sociais pode ser produtiva, porém, caso o profissional se descuide, pode levar até mesmo a demissão. Para que você não cometa gafes e fique tranquilo em seu perfil, separamos algumas dicas:


Como ser amigo de seu chefe nas redes sociais: 1. Pressão

Evitar amizades nas redes sociais com colegas de trabalho e chefes pode ser motivo depreocupação no escritório, resultando em pressão para adicionar os outros. Se seu chefe ou outro empregado adicionar você, não rejeite o convite. Aceite essas pessoas em seu perfil e tome as medidas certas para evitar constrangimentos.

Como ser amigo de seu chefe nas redes sociais: 2. Opções de compartilhamento

Cada rede social possui diferentes ferramentas e configurações para determinar suas opções de compartilhamento. As mídias sociais podem ser de natureza pública, porém muitas atualizações de status são particulares, por isso fique atento antes de compartilhar qualquer conteúdo. Se estiver em dúvida, pense: falaria isso presencialmente para meu chefe ou colega?

Como ser amigo de seu chefe nas redes sociais: 3. Crie grupos

Ao invés de bloquear mensagens para indivíduos, você pode criar grupos de contato contendo, por exemplo, as pessoas de seu trabalho. Os grupos permitem que você bloqueie conteúdos para todas as pessoas inseridas neles, sem ter que escolher contato por contato. O Facebook cria os grupos baseado em informações do perfil, mas você pode adicionar as pessoas manualmente, se necessário.

Como ser amigo de seu chefe nas redes sociais: 4. No celular

Não se esqueça de configurar as opções de compartilhamento em seu celular. Como na plataforma original, nos aplicativos móveis também é possível cadastrar ou bloquear as pessoas que você deseja que vejam a atualização.



Fonte: Universia Brasil

terça-feira, 24 de julho de 2012

17 regras de etiqueta para o LinkedIn

A rede social profissional não funciona como as demais. Veja 17 dicas de etiqueta para não errar e preservar sua imagem no LinkedIn



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Crédito: Shutterstock.com
O LinkedIn possui certos princípios comuns ao mundo corporativo, mas com adaptações para a plataforma online
A maioria das redes sociais não exige nenhum padrão de comportamento específico ou regras de etiqueta rígidas. Porém, o LinkedIn possui certos princípios comuns ao mundo corporativo, mas com adaptações para a plataforma online. Para não errar e preservar sua imagem profissional, confira dicas de etiqueta para o LinkedIn.


17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Ações online X ações presenciais

No blog do LinkedIn, a especialista em carreira Lindsey Pollak compartilha uma dica muito válida: “Se você não faria determinada coisa presencialmente, não faça no LinkedIn”. Essa é uma ótima regra geral, especialmente se você está em dúvida sobre determinada atitude.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Mande mensagens personalizadas

Quando for adicionar alguém no LinkedIn mande mensagens personalizadas para essas pessoas. É muito mais educado e amigável do que mandar a mensagem padrão. Não é necessário escrever um texto longo, faça apenas uma pequena nota que transpareça sua vontade de se comunicar com aquela pessoa como contato profissional.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Por favor e obrigado

Lembra-se das velhas palavrinhas mágicas? Elas continuam tão necessárias e eficazes e fazem uma diferença enorme nas coisas que você fala, especialmente online, onde não é possível identificar entonações e as mensagens ficam muito sensíveis a interpretações erradas.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Excesso de atualizações

Atualizar seu status é sempre muito bom, mas se você faz isso mais de 10 vezes antes da hora do almoço passa a imagem errada para seus contatos e pode até mesmo ser bloqueado para parar de incomodá-los.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Dê recomendações

Se você gostaria de receber recomendações no LinkedIn, então comece a fazer isso também. Use o princípio antigo de que você colherá o que plantar. Escreva boas recomendações e talvez você receba outras em troca tão boas quanto.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Peça por recomendações de forma estratégica

Se você vai pedir recomendações de seus contatos, não peça para todas ou para qualquer pessoa. Pense de maneira estratégica em quem pode escrever algo realmente significante para seu perfil e fazer a diferença para atrair novas oportunidades.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Mantenha-se profissional

Mesmo os usuários mais experientes podem cair nesse erro. Não se esqueça que o LinkedIn é uma rede social estritamente profissional e que quaisquer informações fora dessa esfera podem causar constrangimentos. Fotos das férias, reclamações e qualquer tipo de postura inapropriada são muito ruins para sua imagem.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Não seja o foco exclusivo

Em seu perfil é muito importante compartilhar aquilo que te interessa, mas é bom ter cautela para que a página não fique “narcisista” demais. Pense no LinkedIn como uma verdadeira “rede” de conexões e compartilhe coisas que interessem não apenas para você, mas também para seus contatos.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Adicionar desconhecidos

É bom ter uma rede extensa de contatos, mas você não deve aceitar desconhecidos e estranhos apenas para aumentar seus números. Aceite e adicione pessoas com quem você tem pelo menos uma conexão e não seja inconveniente.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Como fazer as pessoas se lembrarem de você

Se você se conectou com alguém que não conhece muito bem e corre o risco de não se lembrar de você, facilite o processo. Ao adicionar essa pessoa, escreva um recado que contenha o local e contexto em que se conheceram, mas de forma indireta. Por exemplo, “Foi ótimo conhecê-lo (ou encontrá-lo) naconferência...”.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: A importância da foto

foto de seu perfil deve ser apropriada para os negócios. Fotos tiradas na praia, ou imagens de você com seus amigos ou companheiro não são adequadas. Tenha uma foto específica para esse perfil e passe a impressão correta para seus contatos.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Não perpetue o spam

Por mais óbvio que essa regra seja, ainda é possível encontrar muito spam no LinkedIn. Avalie aquilo que for postar para que não seja informação desnecessária, irrelevante ou repetida.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Não se envolva em discussões

Tenha cuidado quando for participar de fóruns abertos, para que você não se envolva em discussões desnecessárias e prejudiciais. Faça o possível para manter o LinkedIn um local positivo para suacarreira.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Twitter

Mantenha o Twitter no Twitter, ou seja, deixe as atualizações de status para essa rede social. Aquilo que você escreve no Twitter não exige muita atenção quanto o que você escreve para o LinkedIn, por isso as mensagens devem ser diferenciadas e compartilhadas no lugar certo.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Tenha paciência com novos usuários

Se você já é experiente na rede social, não perca a paciência com pessoas que começaram a conhecê-la recentemente. Lembre-se que um dia você já esteve tão perdido quanto elas e precisou de pessoas atenciosas para ajudar você a entender a dinâmica do LinkedIn e como se comportar nele.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Regras de grupos

Se você participar de algum grupo no LinkedIn, dê atenção para as regras estabelecidas por ele. Você deve sabê-las e respeitá-las para não receber nenhum e-mail ou recado equivocado sobre possíveis erros cometidos por falta de atenção.

17 regras de etiqueta para o LinkedIn: Sempre responda

Se alguém entrar em contato e você não tiver tempo para responder a mensagem, mande uma resposta curta mostrando que você leu o texto e irá respondê-lo em breve. Assim que puder, responda a mensagem.



terça-feira, 26 de junho de 2012

6 ferramentas de ensino super poderosas

Confira lista com seis ferramentas de ensino super poderosas que você precisa saber para que suas aulas sejam mais eficientes e seus alunos aprendam melhor



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As ferramentas podem ser encontradas em diferentes fontes, mas sempre seguindo a mesma trajetória e objetivo: um aprendizado melhor
Aulas dinâmicas e eficientes não requerem, necessariamente, super computadores eacessórios digitais. Os princípios, ferramentas e conceitos aplicados na lista abaixo podem ser encontrados em diferentes fontes, mas sempre seguindo a mesma trajetória e objetivo: um aprendizado melhor. Saber usá-los dentro do contexto de sua escola e dos alunos com quem trabalha irá fazer toda a diferença.



Confira a seguir seis ferramentas de ensino super poderosas que você pode usar hoje:

Ferramentas de ensino poderosas: Aprendizagem Visual

Principalmente para alunos mais novos, o aprendizado visual é muito útil. Ele possibilita aos estudantes que relacionem conteúdos de diferentes formatos a imagens. Além de aprimorar o processo de aprendizagem, as figuras exercitam a criatividade dos estudantes e sua relação com o uso de cores e outros recursos artísticos.


Ferramentas de ensino poderosas: Ensino baseado em projetos

Um ótimo exemplo de como você pode levar essa ferramenta para a sala de aula é o projeto dos professores Mary Mobley e Michael Chambers que transformou o livro bestseller mundial Jogos Vorazes em um projeto para o ensino de conteúdos de história e língua inglesa. Confira todas as informações sobre essa iniciativa aqui.


Ferramentas de ensino poderosas: Crowdsourcing

Para entender melhor como o conceito de crowdsourcing pode ser aplicado em sala de aula pense em um dos maiores exemplos dessa iniciativa: a Wikipédia. Várias pessoas se unem para, em conjunto, formar a maior enciclopédia livre do mundo. Seus alunos podem ser reunidos para juntos pensarem em diferentes soluções, projetos, iniciativas e outras ações coletivas em busca de determinado objetivo.


Ferramentas de ensino poderosas: Conectividade

Não há como ignorar tudo o que acontece na internet e a partir dela. Seus alunos devem saber o potencial desse recurso e como utilizá-lo da melhor maneira para serem estudantes e pessoas melhores.


Ferramentas de ensino poderosas: Jogos

Sejam eles digitais ou de tabuleiro, os jogos são muito úteis para a aplicação de conteúdos teóricos aprendidos em aula. Você pode organizá-los ao ar livre ou em ambientes fechados, mas sempre com objetivos e metas claros, tanto para você quanto para os estudantes.


Ferramentas de ensino poderosas: Mídias sociais

Envolver os estudantes naquilo que mais interessa a eles é um truque muito útil para desenvolver o aprendizado em aula e as mídias sociais não podem ficar de fora dessa tendência. A Universia Brasilfornece mais de 100 dicas diferentes de como você pode usar as redes sociais mais populares. Você pode encontrar dicas para utilizar o Facebook, Twitter, Pinterest, Tumblr e até mesmo o Flickr aqui.



segunda-feira, 25 de junho de 2012

5 dicas para usar melhor o Facebook

Fatores como horário, tema e tamanho do post fazem toda a diferença para que você consiga mais amigos. Confira 5 dicas para usar melhor o Facebook



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Não importa se seu perfil no Facebook é profissional, institucional ou de uso particular, é importante estar atento para como você interage com as outras pessoas na rede
Não importa se seu perfil no Facebook é profissional, institucional ou de uso particular, é importante estar atento para como você interage com as outras pessoas na rede. Simplicidade é tudo para conseguir mais interação, ou seja, mais likes, compartilhamentos e comentários. Fatores como horário, tema e comprimento do post fazem toda a diferença para que você consiga mais amigos e, consequentemente, mais popularidade.




Veja 5 dicas para que você use melhor o Facebook:

Dicas para usar o Facebook: 1. Não seja chato

Ser tímido ou contido em seus posts não é nada aconselhável para sua popularidade. Mesmo que as pessoas respondam de maneira oposta à sua opinião você deve ter uma posição para que haja diálogo. Você não precisa exagerar e discutir temas polêmicos em seu perfil, mas escrever que está com sono ou dar indiretas pelas postagens são motivos suficientes para que alguém cancele a assinatura de suas atualizações.


Dicas para usar o Facebook: 2. Conteúdos diversos

Atualizar sua timeline com frases de efeito pode até funcionar uma ou duas vezes, mas isso cansa a paciência de qualquer pessoa. Para que seus amigos possam se conectar ainda mais com você e suapersonalidade, poste imagens e vídeos interessantes que você gosta.


Dicas para usar o Facebook: 3. Seja breve

Como disse Shakespeare, “A brevidade é a alma da inteligência”. Você não precisa ser superficial ao ser breve, mas para colocar desabafos e lições de morais não é aconselhável que você use o Facebook, e sim um blog ou a ferramenta de notas da rede.


Dicas para usar o Facebook: 4. Frequência

Postar o tempo todo ou um post atrás do outro é um dos fatores que mais prejudicam sua popularidade. Por mais interessantes que sejam os conteúdos que você deseja compartilhar, contenha seu impulso e maneire a frequência.


Dicas para usar o Facebook: 5. A melhor hora de postar

Diversas pesquisas já mostraram que as horas mais populares para postagens e que mais têm chances de render interação são durante os finais de semana e à noite, quando as pessoas costumam estar conectadas em maior número.



Profissionais são a favor das redes sociais no trabalho, mas reconhecem impacto


Segundo pesquisa global da Kelly Workforce há bastante aceitação entre gerações e culturas, sobretudo, entre geração Y


Twitter, LinkedIn, Flickr, FourSquare, Facebook. Já não há mais como negar que as redes sociais vieram para ficar em nossas vidas. A grande polêmica sobre o assunto, porém, é até que ponto essas mídias, para o uso pessoal, são aceitas no ambiente profissional. E segundo pesquisa mundial da Kelly Workforce, há bastante aceitação entre gerações e culturas.
O levantamento, feito com 168 mil profissionais de 30 países, mostrou que dos que pertencem à geração Y (nascidos depois de 1980) 36% acham que o uso das redes deve ser aceito no ambiente profissional. O percentual cai levemente quando se trata da geração X, 30% e um pouco ais intensamente quando se trata dos Baby Boomers, 19%.
Entre as regiões do mundo, porém, as opiniões são um pouco mais constratantes. Os que mais acham aceitável usar as redes sociais – para uso pessoal - no horário de trabalho são aqueles que vivem na região Ásia-Pacífico (APAC). Por lá, 48% dos entrevistados foram a favor. Já no EMEA (Oriente Médio, Leste Europeu, África), 31% dos profissionais tiveram a mesma opinião.
Quando passamos para as Américas, o percentual recua bastante. Por aqui, apenas 16% dos entrevistados são a favor do uso das mídias no ambiente profissional. No geral, ou seja, levando em conta os profissionais de todos os países, 30% deles são a favor desse tipo de recurso no trabalho.
E o impacto na produtividade?
Apesar de serem a favor das redes sociais no trabalho, os profissionais reconhecem o impacto disso. Entre os da geração Y, cerca de 40% concorda que esse tipo de recurso traz impactos negativos na produtividade. O percentual dos que pensam da mesma forma cresce entre os profissionais da geração X (44%) e baby boomers (49%).
Da mesma forma, o estudo tenta entender qual o sentimento dos profissionais por região. E é nas Américas que existe o maior receito. Por aqui, 53% acreditam que o uso das redes sociais afeta negativamente a produtividades. No EMEA o percentual foi de 41% e de 34% na APAC.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Smartphone-conceito do Facebook tem design ousado e botão "curtir"


Aparelho, fabricado em alumínio azul, teria aspecto retangular e uma inclinação acentuada na face que contém a tela


Há alguns meses surgiram rumores de que o Facebook poderia lançar seu próprio smartphone. Como não custa nada imaginar, a agência YankoDesign - conhecida por desenvolver ideias de smartphones meio excêntricos - lançou o conceito do Blue Experience, que seria a investida no Facebook no mundo dos celulares inteligentes.
O designer responsável pela peça foi Tolga Tuncer. O conceito tem um aspecto retangular e uma inclinação acentuada na face que contém a tela. O detalhe que chama a atenção é o botão "like" (curtir) integrado ao aparelho. Outro botão, ao lado do aparelho, foi dedicado ao Spotify, serviço de transmissão de músicas via streaming.

O Instagram, que foi adquirido pelo Facebook recentemente, também conta com atalhos na tela inicial. O aparelho seria fabricado com alumínio azul - respeitando a identidade visual da rede social - e viria equipado com um sistema operacional próprio, o suposto Facebook OS.
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(imagem: divulgação/YankoDesign


O formato do aparelho o tornaria incompatível com a maioria dos aplicativos independentes desenvolvidos para iOS e Android - como um game poderia se adaptar a uma tela tão estreita? Além disso, é difícil esperar que uma possível investida na parte do desenvolvimento de hardware e, ao mesmo tempo, sistema operacional e aplicativos próprios possa dar certo sem o auxílio de empresas parceiras.
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(imagem: divulgação/YankoDesign)


Com informações do TechTudo

Profissionais são a favor das redes sociais no trabalho, mas reconhecem impacto


Segundo pesquisa global da Kelly Workforce há bastante aceitação entre gerações e culturas, sobretudo, entre geração Y


Twitter, LinkedIn, Flickr, FourSquare, Facebook. Já não há mais como negar que as redes sociais vieram para ficar em nossas vidas. A grande polêmica sobre o assunto, porém, é até que ponto essas mídias, para o uso pessoal, são aceitas no ambiente profissional. E segundo pesquisa mundial da Kelly Workforce, há bastante aceitação entre gerações e culturas.
O levantamento, feito com 168 mil profissionais de 30 países, mostrou que dos que pertencem à geração Y (nascidos depois de 1980) 36% acham que o uso das redes deve ser aceito no ambiente profissional. O percentual cai levemente quando se trata da geração X, 30% e um pouco ais intensamente quando se trata dos Baby Boomers, 19%.
Entre as regiões do mundo, porém, as opiniões são um pouco mais constratantes. Os que mais acham aceitável usar as redes sociais – para uso pessoal - no horário de trabalho são aqueles que vivem na região Ásia-Pacífico (APAC). Por lá, 48% dos entrevistados foram a favor. Já no EMEA (Oriente Médio, Leste Europeu, África), 31% dos profissionais tiveram a mesma opinião.
Quando passamos para as Américas, o percentual recua bastante. Por aqui, apenas 16% dos entrevistados são a favor do uso das mídias no ambiente profissional. No geral, ou seja, levando em conta os profissionais de todos os países, 30% deles são a favor desse tipo de recurso no trabalho.
E o impacto na produtividade?
Apesar de serem a favor das redes sociais no trabalho, os profissionais reconhecem o impacto disso. Entre os da geração Y, cerca de 40% concorda que esse tipo de recurso traz impactos negativos na produtividade. O percentual dos que pensam da mesma forma cresce entre os profissionais da geração X (44%) e baby boomers (49%).
Da mesma forma, o estudo tenta entender qual o sentimento dos profissionais por região. E é nas Américas que existe o maior receito. Por aqui, 53% acreditam que o uso das redes sociais afeta negativamente a produtividades. No EMEA o percentual foi de 41% e de 34% na APAC.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

8 razões profissionais para estar no Facebook

A rede social mais popular de todos os tempos pode ser mais útil para sua carreira do que você imagina. Confira oito motivos profissionais para ter um perfil no Facebook



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Manter seu nome na timeline das pessoas é uma maneira de estar em destaque para possíveis projetos profissionais
Mais de 900 milhões de pessoas são usuárias do Facebook. Mas quantas delas entendem o potencial que a rede social pode ter para alavancar a carreira e oportunidades profissionais? Se você ainda não pensou nessa possibilidade, então é hora de correr atrás. Além de ajudar você, o Facebook também pode ajudar a sua empresa aaumentar as vendas.




quarta-feira, 6 de junho de 2012

3 coisas que você nunca deve twittar

Dos centenas de milhões de tweets feitos todos os dias, quais são realmente relevantes? Veja algumas dicas para não desperdiçar seus caracteres e tempo



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Não se esqueça que os recrutadores conferem os perfis dos candidatos e muitos são eliminados por causa do conteúdo de seus tweets
Para ser relevante no Twitter e ganhar mais seguidores é essencial ser relevante em suas postagens. A menos que você seja umacelebridade, ninguém está realmente interessado em saber se você está com sono ou com fome. Além disso, nunca se esqueça de pensar duas vezes antes de desabafar sobre seus problemas pessoais e contar para quem quiser ler qual é sua opinião sobre certa pessoa. Não se esqueça que os recrutadores conferem os perfis dos candidatos e muitos são eliminados por causa do conteúdo de seus tweets.



Veja a seguir três coisas que você não deve twittar e mantenha sua credibilidade:

Não twitte: 1) Sobre o que está fazendo

Se seu tweet responde a questão “O que estou fazendo agora?”, então não o mande. Para conseguir mais seguidores você deve procurar por assuntos interessantes e não apenas comentar aquilo que faz a cada 5 minutos. Imagine alguém que só comenta que está com fome, com sono ou que não consegue tirar determinada música da cabeça. Depois de um dia, ou menos, ninguém mais quer saber.


Não twitte: 2) Reclamações

A não ser que esteja atrás de soluções ou de conselhos, não twitte reclamações. Ninguém gosta de pessoas que reclamam presencialmente, se pudéssemos também iríamos parar de segui-las. Reclamar muito também passa a imagem errada para possíveis empregadores que conferem os perfis nas redes sociais dos candidatos.


Não twitte: 3) Apenas para marcar presença

Não mande um tweet apenas para se fazer presente. Ao invés de postar um “bom dia” como milhões de pessoas fazem, espere até que algo interessante possa ser dito e apreciado por seus seguidores. Dessa forma, as pessoas irão valorizar e prestar mais atenção ao que você diz, porque sabem que você não desperdiça caracteres.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Como viralizar conteúdos online

Aparentemente, são conteúdos que trazem certa positividade e que, de alguma forma, "toquem" em algum sentimento dos internautas



(Crédito: Shutterstock.com)
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Conteúdo positivo é mais viral do que o negativo
O que inspira as pessoas a lerem conteúdosonline? Mais além, o que as fazem compartilhar o que leem? Talvez seja porque você ache interessante ou surpreendente. Mas, com certeza, algo que faz você sentiralgo.


Especificamente, é aquele conteúdo que faz você sentir algo que chama atenção, que faz seu sangue correr mais rápido. Esta foi a decoberta da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

"Conteúdo positivo é mais viral do que o negativo, mas a relação entre emoção e transmissões sociais é mais complexa do que a validade do que foi postado", explicam os cientistas. "A viralidade é parcialmente seguida de excitações fisiológicas". Ou seja, basta que o conteúdo evoque excitações positivas (admiração) ou negativas (raiva ou ansiedade).

Os pesquisadores chegaram a tal conclusão a partir da análise de mais de 7000 artigos do jornal americanoThe New York Times compartilhados por e-mail.

As pessoas tendem a compartilhar conteúdos que as maravilhem e, embora a positividade seja um preditor de viralidade, também estão mais inclinadas a compartir coisas que as deixam zangadas ou ansiosas. Em contraposição, as pessoas não vao passar a diante conteúdos que as esvaziem. Ou seja, que, em vez de fazê-las sentirem algo, deixam-nas vazias, sem opinião, sem marcar a pessoa que leu.

"Provedores de conteúdo online precisam prestar mais atenção às emoções presentes no artigo que criaram. Desta forma, pode-se ganhar mais audiência a partir do que foi escrito", finaliza o marketeiro digital e consultor de mídias sociais, Jeff Bullas.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

ONU quer que internautas participem hoje de campanha sobre a Rio+20


No Twitter, os usuários poderão mandar mensagens para a ONU, usando as palavras-chave #RioMais20, #FutureWeWant e #eusounos. As melhores mensagens serão divulgadas pelas Nações Unidas


A Organização das Nações Unidas (ONU) está incentivando internautas a participar hoje (30) de uma campanha de mobilização sobre a Rio+20. A ideia é mobilizar os cidadãos acerca das discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontecerá no Rio entre os dias 13 e 22 de junho, a fim de garantir resultados mais concretos para o evento.
A ONU pede que os internautas usem as redes sociais como o Twitter e o Facebook, para amplificar as mensagens da conferência. No Twitter, os usuários poderão mandar mensagens para a ONU, usando as palavras-chave #RioMais20, #FutureWeWant e #eusounos. As melhores mensagens serão divulgadas pelas Nações Unidas.
No Facebook, espera-se que os internautas compartilhem os vídeos e as fotos da campanha, que podem ser encontrados no endereço eletrônico http://on.fb.me/MUdqsj. A campanha também será veiculada pelo Google+ (http://gplus.to/ONUBrasil) e pelo Youtube (http://www.youtube.com/unicrio). 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

100 maneiras de usar o Facebook em sala de aula

Há inúmeras maneiras de usar a rede social mais popular do mundo em sala. Veja 100 dicas para que suas aulas fiquem mais dinâmicas e conquistem seus alunos



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Faça um intercâmbio online com alunos de outros países ou regiões, compartilhe atividades e experiências
Facebook é a maior rede social do mundo: atualmente, conta com mais de 900 milhões usuários. Mesmo que você não tenha um perfil nela, deve perceber a popularidade emconversas com seus alunos e colegas. Os jovens inserem a internet em todas as áreas de sua vida, e costumam utilizar a rede inclusive para buscar conteúdos educacionais e ferramentas de aprendizado. Com o tempo, o Facebook tem aberto cada vez mais portas para que as escolas e professores possam usá-lo para melhorar a educação e, principalmente, a comunicação com seus alunos.





Aproveite 100 dicas e use o Facebook em sala de aula:

Facebook em sala de aula: dicas para utilizar os recursos do Facebook

terça-feira, 22 de maio de 2012

O que o Facebook nos ensina sobre o tempo

O tempo que você passa na rede social Facebook pode indicar o quanto de horários disponíveis você tem para investir em outras atividades



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O objetivo é mostrar a você que, diferente do que imagina, seu tempo é muito mais flexível do que parece
Quanto tempo por dia você usa o Facebook? Ou o OrkutTwitter e outras redes sociais? Pense bem, especialmente se você faz isso durante seu expediente. Você pode dizer “eu entro por cinco minutinhos e já saio”, mas quantas vezes no dia você deixa de trabalhar para gastar esses minutos nas redes sociais? Se você fizer isso de seis a 10 vezes, podemos dizer que passa, em média, de 30 a 60 minutos no Facebook.




Com esse tempo, é possível fazer exercícios, aprender um novo idioma ou fazer um curso extracurricular. Mas se alguém sugerisse que você encaixasse essas atividades em sua rotina apressada, você provavelmente falaria que essa pessoa é louca. No entanto, de alguma forma, você conseguiu encontrar 60 minutos em sua agenda para olhar as atualizações de seu mural. Multiplique esse tempo e descubra quantas horas por semana você gasta em redes sociais. O engraçado é que, muitas dessas atualizações de status são de pessoas dizendo o quão ocupadas estão.

O objetivo é mostrar a você que, diferente do que imagina, seu tempo é muito mais flexível do que parece. Procure descobrir o que estava fazendo antes de usar as redes sociais. Você poderia estar respondendo e-mails mais rapidamente, procurando conteúdos e artigos relevantes na internet ou resolvendo tarefas menores antes do esperado. Qualquer que seja a atividade, ela não era tão relevante, já que foi deixada de lado assim que você entrou no Facebook.

O que podemos aprender com todos esses indicadores é que a forma como você passa seu tempo é de escolha inteiramente sua. Pensamos que não temos tempo para nada, mas se refletirmos um pouco mais iremos perceber que é uma questão de prioridade e não de imposição. Se você possui metas e objetivosimportantes, pode encontrar mais tempo para alcançá-los. Se deseja fazer exercícios ou focar-se nacarreira, procure por esses minutos desperdiçados que podem ser melhor aproveitados.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

8 erros no LinkedIn e como concertá-los

Se você possui um perfil na rede social profissional, veja como usá-lo corretamente, transparecer credibilidade e concertar os erros mais comuns



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Compartilhar um prêmio, hobby e atividades extra-curriculares é um bom sinal de que você investe em várias áreas, além de sua carreira
Atualmente, as pessoas usam a internet para praticamente todas as etapas do trabalho, inclusive a contratação. Um perfil profissional online pode ajudar você a construir suaimagem de maneira adequada e ainda proporcionar novas oportunidades profissionais. Listamos aqui os oito principais erros cometidos na rede social. Se você ainda não fez um perfil, confira as dicas para não errar. Caso você já possua sua página, veja alguns erros que pode cometer.



terça-feira, 8 de maio de 2012

Saiba o que uma foto diz sobre sua inteligência

A rede social judg.me estudou como os usuários julgam uns aos outros por meio de uma única foto e descobre quais características fazem você parecer mais esperto



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Mulheres com cabelos tingidos ou curtos são vistas como extrovertidas e homens carecas como inteligentes
rede social judg.me defende a ideia que “primeiras impressões contam”. A partir desse conceito, ela permite que os usuários postem fotos e sejam avaliados por suas características físicas para determinar ainteligência.


7 coisas que você precisa saber sobre o Facebook

A rede social Facebok, com mais de 900 milhões de usuários, pode dizer muito sobre sua personalidade, relacionamentos e comportamento



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Pessoas que estão em um relacionamento ou são casadas realmente aparentam ser mais felizes
Diversas pesquisas já estudam os efeitos doFacebook na vida das pessoas e o que essa rede social pode dizer sobre elas. Em um estudo publicado no jornal Psychological Science, cientistas relataram que, no geral, as pessoas são muito mais propensas a mostrar suas verdadeiras personalidades em redes sociais do que uma personalidade idealizada. A partir disso, podemos entender outros estudos que nos mostram que, na realidade, o Facebook pode dizer muito mais sobre nós do que imaginamos.


Veja 7 coisas que você precisa saber sobre o Facebook: