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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

5 motivos que fazem do email marketing uma ferramenta imbatível nas vendas


Uma pesquisa realizada pela Ipsos mostrou que os usuários ainda veem o email marketing como o principal canal de relacionamento com as empresas


Muito tem se falado sobre o fim do email marketing. Este discurso é, em grande parte, potencializado pelo avanço das ações de marketing disseminadas pelas redes sociais. Mas será mesmo que o marketing social pode ser considerado um concorrente do já consagrado email marketing? É claro que não podemos (e nem queremos) fechar os olhos para a força das redes sociais na construção da imagem e identidade das marcas com seus clientes, mas é preciso entender que as duas mídias não são inimigas e por isso não devem se anular.
Um estudo desenvolvido pela Ipsos no primeiro trimestre de 2012 analisou o comportamento de 19.216 mil usuários de internet em 24 países e constatou que 85% dos usuários preferem usar o email para se informar e ter acesso a ofertas de produtos. A pesquisa revelou que os usuários ainda veem o email marketing como o principal canal de relacionamento com as empresas, enquanto apenas 62% utilizam as redes sociais para os mesmos fins informativos.
Imagem: Thinkstock

Veja a seguir 5 motivos que fazem do email marketing o canal mais eficiente na comunicação entre as empresas e seus clientes:

Personalização

Sempre ouvimos falar que a segmentação de bases de email é um dos principais fatores de sucesso para as campanhas de email marketing. Mas por que ela se faz tão necessária? Por meio da segmentação, ou seja, da individualização das campanhas de acordo com o próprio comportamento de seus clientes, as empresas conseguem enviar conteúdos que realmente interessam àqueles usuários, tornando assim as probabilidades de sucesso nas vendas muito maiores.

Custo operacional

Quando comparamos os gastos que uma empresa tem com um a campanha de email marketing com o que teria com iniciativas publicitárias em outras mídias, a competição acaba ficando desleal. Segundo dados do Instituto Forrester, especializado em pesquisas do mercado de tecnologia, ao longo de um ano, juntas, as principais empresas norte-americanas gastaram cerca de 1,5 bilhões de dólares com campanhas de email marketing. O número isolado parece alto, mas quando comparamos com as outras mídias vemos uma avassaladora diferença. De acordo com a eMarketer, centro de pesquisas e análises de marketing digital, cerca 64 bilhões dólares foram gastos em anúncios na TV, 34 bilhões com jornais e revistas e outros 39 bilhões com publicidade online. Ou seja, não há dúvidas de que o email marketing é o meio de comunicação mais rentável que as empresas podem escolher.

Oportunidade

Para fazer sucesso com o público as marcas precisam estar presentes nos ambientes em que esse público circula, não é mesmo? Hoje, não existe ambiente mais apropriado do que a internet para atingir, simultaneamente, um grande número de pessoas. Por trabalharem online, muitos usuários chegam a ficar até 8 horas por dia na frente do computador, acessando os mais diversos conteúdos da rede. Aproveitar essa audiência para enviar conteúdos relevantes diretamente para os emails acaba sendo uma ótima maneira de impulsionar as vendas online e a disseminação de seus conteúdos.

Compartilhamento nas redes sociais

Muitas ações em redes sociais podem não ser uma forma de publicidade direta, já que você não está efetivamente vendendo seus produtos, mas essa relação é muito importante para criar uma identificação do usuário com a sua empresa. É importante que os emails marketing também disponibilizem links que levam o usuário não apenas às redes sociais, mas também ao site da empresa em questão. Quando uma pessoa entra na sua rede social, passa a interagir com as ações da sua marca, criando um relacionamento de confiança.

Mensuração:

A possibilidade de medir, com precisão, o resultado e o alcance de suas ações, pode ser considerada o grande diferencial do email marketing. Em campanhas televisivas, por exemplo, você não consegue identificar o perfil do público que está assistindo. O mesmo ocorre nos anúncios impressos, que, mesmo veiculados levando em conta a segmentação, não oferecem a possibilidade de avaliar os impactos imediatos. Já com o email marketing, por meio dos relatórios oferecidos, em algumas horas já é possível enxergar quais mensagens foram abertas, por quem, que tipo de interesse gerou, entre outros. Com base nessas respostas, é possível traçar novas e específicas estratégias, gerando mais acessos e consequentemente, vendas para a sua empresa.
Bárbara Gengo Analista de Comunicação da All In. 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Metade dos brasileiros já tem acesso regular à internet


Estudo da FGV mostra que o Brasil está um pouco acima da média mundial em inclusão digital, mas figura atrás de países como a Venezuela, líder da América Latina


A inclusão digital ainda é um assunto controverso: enquanto alguns indicadores admitem que qualquer forma de acesso ao meio digital reflete a inclusão, outros especialistas afirmam que só devem ser considerados incluído digitalmente aqueles que sabem utilizar a internet como ferramenta para alterar a própria realidade.
Ainda sem definir esse conceito, um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sugere que um pouco mais da metade da população brasileira (51,2%) já tem contato com o mundo online. A média mundial é de 49,1%, porém o Brasil ocupa apenas o 72º lugar no ranking de 156 países.

A Suécia é a nação que apresenta o melhor resultado, com 95,8% da população incluída digitalmente, seguida de perto pela Islândia (95,5%), Singapura (95,5%), Nova Zelândia (93,5%) e Holanda (92,5%). Na América Latina, quem diria, o líder é a Venezuela, onde 62% da população tem acesso a políticas de TI. República Centro Africana (5,5%), Burundi (5,75%) e Etiópia (5.5%) são os últimos do ranking. Essa parte do estudo foi realizada com dados da Gallup World Pool.

O estudo também estabeleceu uma relação entre o uso de tecnologias da informação e a felicidade: para cada 10% de ganho no indicador, a felicidade local aumentar 2,2%, principalmente entre as pessoas com mais de 15 anos de idade. A análise alerta que a inclusão digital não traz, necessariamente, felicidade.

Um dos principais instrumentos para a inclusão, segundo o estudo, não é o computador, e sim o celular. De acordo com a Anatel, o Brasil tem 256,13 milhões de aparelhos ativados, e cerca de 87% da população tem pelo menos um aparelho. De acordo com Marcelo Neri, coordenador do estudo, "apesar de usarmos o termo 'computador pessoal', o que é realmente pessoal é o celular".

Finalidades

O estudo também traçou, em linhas gerais, as finalidades mais comuns no uso da internet. As atividades mais frequentes, independente do dispositivo de acesso, são lideradas pela comunicação (37,3%), seguida de lazer (29,6%), leitura de jornais e revistas e busca de informações (28,7%), educação e aprendizado (28,1%). Usos menos populares, como comércio eletrônico (8,1%), governo eletrônico (8%) e transações financeiras (7%), também foram mencionados pelos entrevistados. 
Via Tecmundo

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Como viralizar conteúdos online

Aparentemente, são conteúdos que trazem certa positividade e que, de alguma forma, "toquem" em algum sentimento dos internautas



(Crédito: Shutterstock.com)
(Crédito: Shutterstock.com)
Conteúdo positivo é mais viral do que o negativo
O que inspira as pessoas a lerem conteúdosonline? Mais além, o que as fazem compartilhar o que leem? Talvez seja porque você ache interessante ou surpreendente. Mas, com certeza, algo que faz você sentiralgo.


Especificamente, é aquele conteúdo que faz você sentir algo que chama atenção, que faz seu sangue correr mais rápido. Esta foi a decoberta da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

"Conteúdo positivo é mais viral do que o negativo, mas a relação entre emoção e transmissões sociais é mais complexa do que a validade do que foi postado", explicam os cientistas. "A viralidade é parcialmente seguida de excitações fisiológicas". Ou seja, basta que o conteúdo evoque excitações positivas (admiração) ou negativas (raiva ou ansiedade).

Os pesquisadores chegaram a tal conclusão a partir da análise de mais de 7000 artigos do jornal americanoThe New York Times compartilhados por e-mail.

As pessoas tendem a compartilhar conteúdos que as maravilhem e, embora a positividade seja um preditor de viralidade, também estão mais inclinadas a compartir coisas que as deixam zangadas ou ansiosas. Em contraposição, as pessoas não vao passar a diante conteúdos que as esvaziem. Ou seja, que, em vez de fazê-las sentirem algo, deixam-nas vazias, sem opinião, sem marcar a pessoa que leu.

"Provedores de conteúdo online precisam prestar mais atenção às emoções presentes no artigo que criaram. Desta forma, pode-se ganhar mais audiência a partir do que foi escrito", finaliza o marketeiro digital e consultor de mídias sociais, Jeff Bullas.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Israel vai iniciar projeto que pretende tornar internet até 100 vezes mais rápida no país


Explorando o tamanho reduzido do país, densamente povoado, o esforço pretende colocar Israel na vanguarda da próxima geração de tecnologia de Internet


Embora tenha uma tradição importante no quesito inovação, Israel ainda tem um gargalo muito grande quando o assunto é velocidade das conexões de internet. A estatal de energia elétrica Israel Eletric Corp, entretanto, espera mudar esse quadro, através da implantação de uma rede de banda larga de alta velocidade em todo o território israelense. Explorando o tamanho reduzido do país, densamente povoado, o esforço pretende colocar Israel na vanguarda da próxima geração de tecnologia de Internet.
Especialistas dizem que linhas de fibra ótica podem oferecer conexões de 10 a 100 vezes mais rápidas que as velocidades atuais, transformando a forma como a Internet é utilizada em áreas como entretenimento, negócios e saúde.
A tecnologia é conhecida como "fibra ótica até casa", ou FTTH. Utilizando linhas de fibra ótica, ela pode oferecer velocidades de conexão desde 100 megabits a 1 gigabit por segundo. 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A internet e os filtros-bolha: não somos tão livres assim


Personalização extrema do conteúdo online leva à formação de filtros que impedem os usuários de ter contato espontâneo com informações classificadas como menos relevantes pelos algoritmos


O modelo de comunicação em rede, onde os usuários podem se conectar uns aos outros em qualquer canto do planeta, certamente provocou um profundo impacto na política, na economia, na cultura e nos negócios. Conceitos como Ciberdemocracia, wiki, Creative Commons e outros só existem porque a nossa comunicação não é mais mediada apenas por grupos editoriais por trás dos jornais e programas de TV, mas sim por servidores, operadoras de telefonia e motores de busca. A comunicação ficou mais horizontal, interativa, abrangente, inclusiva e participativa.

A evolução das tecnologias mediadoras - bem como dos interesses corporativos por trás da galáxia internet - estão enviesando essa pretensa liberdade sem que, muitas vezes, ninguém perceba. As operadoras podem copiar seus dados de navegação para fins publicitários na surdina, por exemplo - vide o caso da parceria entre a Oi e a Phorm. Outras vezes, somos nós quem concedemos essa liberdade - quando um aplicativo do Facebook solicita muitas permissões, digamos, e não nos preocupamos em revogar ou questionar.